quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

José Alves Martins - (Papo-Seco) era natural de Évora, dono do antigo Café-Esplanada Pastelaria Chic, mais conhecido por "Papo Seco" situado no primeiro prédio ( já não existe) do lado direito no início da Rua dos Pescadores na Costa de Caparica, tinha esta pensão  no lado esquerdo da mesma rua frente ao café.
Certamente muitas pessoas ainda se lembram que o Café-Esplanada "Papo Seco" enchia-se de turistas e frequentadores da Costa de Caparica nas tardes e noites quentes de Verão.
Como curiosidade cita-se, segundo informação prestada, que o Conselheiro Albino dos Reis, figura destacada do Estado Novo e que foi Presidente da Assembleia Nacional, era hóspede frequente da Pensão Chic, no Verão, em gozo de férias.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

O cacilheiro "Norte Expresso"  em aço, que era propriedade da Sociedade Nacional de Motonaves Lda, foi construído em 1934  em Mannheim - Alemanha - fez  transporte de passageiros entre as duas margens do Tejo até finais da década de 70.
Em 17 de Dezembro de 1975 migrou para a frota da Transtejo em consequência da privatização dos transportes marítimos de passageiros no rio Tejo, acabando por ser vendido  em Abril de 1979 a José de Sousa  para ser desmantelado.
Podia atingir a velocidade de 11 nós
A foto mostra este navio-motor já numa versão que não corresponde à original. Na primeira versão tinha duas chaminés e a ponte de comando era diferente.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

O Hotel da Praia do Sol, fachada da Rua dos Pescadores na Costa da Caparica, em imagem de "velhos anos" do Séc. XX, um grande hotel para o local e época, referência da Costa da Caparica.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Sede do Partido Socialista em Almada no ano 1975.
Ficava localizada na Rua Dr. Oliveira Salazar, apelidada a partir de 27 de Abril de 1974 de Rua da Liberdade.
Fazia esquina com a Rua D. Francisco Xavier de Noronha.

sábado, 23 de agosto de 2014

Coisas de Almada e da Gente de Almada


O cais do Ginjal, da Sociedade de Armadores da Pesca do Bacalhau (SNAB) em 1979, quando ainda laborava e os trabalhadores tinham qualidade de vida. Depois vieram as lutas entre greves por tudo e por nada (selvagens) e os interesses das empresas ou outros, apelidados de capitalistas e tudo se esfumou.
Acabou a indústria naval, acabaram as pescas, a reparação e apetrechamento dos navios de pesca e o Ginjal actualmente é uma paisagem de ruínas, por défice de abertura sócio-política do município, misturada com outros ingredientes egoístico-naturais e/ou invenção municipal.
Quem ficou a perder foi Almada e os almadenses.
Enfim...é a excelente e exemplar gestão comunista sempre a defender interesses "do nosso povo".

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Do tempo em que a Costa da Caparica era a grande Praia do Sol e estância de turismo, na imagem o edifício da antiga Pensão Stº António da Costa da Caparica, anos 50, localizada na Quinta de Santo António.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

A Rua de Alvalade, na antiga freguesia da Cova da Piedade-Almada, em 2006, vista da ex-Av. Bento Gonçalves, antes dos autarcas da Câmara de Almada terem destruído a cidade com a implantação de um comboio que para nada serviu a cidade e está a constituir-se um ladrão de dinheiro aos portugueses.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Três alunos da turma do 6º ano 1963-1964 do Externato Frei Luís de Sousa, surpreendidos por um fotógrafo "à la minute" na Praça D. Pedro IV (Rossio), em Lisboa. 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Esta conhecida "Casa  de Comidas e Bebidas" de Cacilhas e que ainda persiste no mesmo local, aqui num anúncio de 1968.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Nesta foto, muito provavelmente do final da década de 50 do Séc. XX, temos um grupo de excursionistas almadenses algures numa vila de Portugal, frequentadores da designada Rua Direita (Rua Capitão Leitão) e da Incrível Almadense que de vez em quando passeavam por Portugal. Alugavam um autocarro à Beira-Rio ou à Piedense e partiam num sábado ou domingo em passeio pelo país.
Até ao momento só foi possível identificar dois dos excursionistas ao centro na foto, de pé: Fernando Marques e Marçal.
Marçal era dono do estabelecimento comercial Carvoaria, Vinhos e Petiscos, existente por baixo da antiga sede do Almada Atlético Clube, na Rua Capitão Leitão, precisamente onde hoje está o prédio conhecido como da "Bepaliz".
Neste seu estabelecimento, os petiscos eram confeccionados pelo Sr. Abel Rosa que se encontrava à entrada do estabelecimento à esquerda.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Vista parcial, sobre telhados de prédios da Cova da Piedade, do Alfeite e da mata da Base Naval de Lisboa, em fotografia de Julho de 1977.

sábado, 21 de junho de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

E porque se aproxima  o dia 24 de Junho - feriado municipal - dia de S. João Baptista, o Santo padroeiro de Almada, reproduzimos aqui o folheto de 1929 com versos a São João (de Junho de 1895)  alusivo à data da tradicional procissão, que o povo de Almada não esquece.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Em Junho de 1964 realizou-se na vila de Almada um Cortejo  integrado nas Festas em Honra de S. João Baptista, em que o Externato Frei Luís de Sousa, alunos e professores participaram com um carro alegórico.
Ao longo do percurso, pelas Avenidas D. Afonso Henriques e D. Nuno Álvares Pereira (nesses tempos Almada tinha avenidas) foi distribuído pela assistência o folheto que se insere acima. O texto  de excelente valor pedagógico foi da autoria do Dr. João Afonso Viana da Costa (Diácono) - "o Ginjas", Professor de Filosofia. É um texto de qualidade, muito pertinente no actual contexto educativo nacional ou talvez para outros, sem sentido face aos valores actuais da sociedade consumista, individualista e predadora que nos é irresponsavelmente imposta, com objectivos e interesses menos dignos e éticos.
Como curiosidade  cita-se que o tractor que puxava o carro alegórico foi conduzido por um aluno do "Frei " - o António Luís da Silva - para o que foi pedida uma autorização especial à PSP de Almada, visto ser menor.
O tractor era de seu pai, o qual possuía uma quinta no Monte da Caparica, onde o António Luís se "habilitara" a conduzir o veículo.

sábado, 14 de junho de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada

Elucidativo folheto  evocativo de uma comemoração que não esconde a realidade: a vida de todos nós.
Refere-se a um almoço comemorativo da Velha Guarda de Cacilhas, realizado no antigo Dragão Vermelho, na Praça da Renovação em Almada, a  30 de Abril de 1960 e, já lá vão mais de 54 anos.
A mensagem continua actual: "O que eras... E como estás agora".
Por vezes não nos damos conta das muitas mudanças que sofremos, que experimentámos ou que tivemos em consequência do tempo que passou por nós ou que  nós passámos, sem nos termos apercebido de que passámos pelo tempo passivamente, sem nos darmos conta.
É preciso saber viver e  assumir a vivência do tempo ou dos tempos que nos sobram até ao derradeiro momento da partida sem retorno, sem complexos entorpecentes majoritários  do passado, desde que não nos tenhamos limitado a olhar egoisticamente para dentro de nós, ignorando que à nossa volta havia mais vida...a vida dos nossos semelhantes.

sábado, 31 de maio de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Foto de Almada na década de 70 onde se observa parte do recreio da Escola D. António da Costa, guindastes dos estaleiros da Lisnave, prédios da Av. Rainha D. Leonor e da Praceta Camilo Castelo Branco e, parcialmente em fundo, o Mar da Palha.

sábado, 24 de maio de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Rótulo de Vinho de Missa, comercializado pela Sociedade Comercial Theotónio Pereira Lda com armazéns no Ginjal. Na parte superior do rótulo vê-se o portão de entrada da Quinta do Pombal, propriedade da família Theotónio Pereira, que se localizava no lugar de Pombal, freguesia da Cova da Piedade, Almada.

sábado, 17 de maio de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Ainda há muita gente que se lembra desta original entrada do antigo Restaurante Floresta do Ginjal, uma referência gastronómica de então em Cacilhas, que atraía muita gente, mormente de Lisboa e se dispunha a atravessar o Rio Tejo para vir almoçar à outra banda, para disfrutar também da maravilhosa vista sobre Lisboa, que se enxergava das suas salas no primeiro e segundo andares.
O edifício da Floresta do Ginjal foi adquirido pelo Santos "da Floresta". Posteriormente este vendeu a José Alves de  Melo e Filhos Lda.
A Floresta do Ginjal teve um porteiro recepcionista para receber e dar as boas vindas aos clientes, de seu nome Silvano, que também trabalhou na Churrasqueira do Ginjal, propriedade do mesmo José A. de Melo, existente ao lado da Floresta do Ginjal.
No rés-de-chão do edifício ficavam os armazéns de azeites, óleos e vinhos de José Pinto Gonçalves Lda, onde trabalhavam o Sr José Leal e o Sr. Benedito, naturais respectivamente de Vila Cova de Alva e Esculca, aldeias do concelho de Arganil.
 
A incúria e o desleixo da autarquia almadense com uma gestão desastrada do concelho nos últimos 40 anos, votaram o Ginjal ao estado de degradação que hoje conhecemos.
Os autarcas nem souberam aproveitar as naturais condições geográficas do concelho para o dignificar e engrandecer.
Lamentável, quando a demagogia, as ambições pessoais, a prepotência e tacanhez política e a incompetência se sobrepõem aos legítimos interesses da população  e do desenvolvimento do concelho.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

 
A Ponte Salazar, o Rio Tejo e navios de pesca no cais da Companhia Portuguesa de Pesca no "Olho de Boi" em Setembro de 1979.
Aqui trabalhavam muitos almadenses, "mestres" em trabalhos de construção e reparação naval, operacionalidade e prontidão destes barcos para a actividade de pesca no Atlântico.
 

domingo, 27 de abril de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada


"A Nova Almada" foi uma moderna livraria e papelaria que teve as portas abertas, a partir dos anos 50 na Praça da Renovação em Almada, ao lado da padaria da Socopal, onde hoje funciona uma ourivesaria. Era na Nova Almada que muitos estudantes compravam os livros únicos escolares, isto é, os livros adoptados oficialmente.
Encerrou portas depois de 1974.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Foto do interior - r/chão - da Cervejaria Canecão em Cacilhas na década de 60/início anos 70. De salientar  o aspecto  decorativo e disposição dos artigos de consumo característico nas grandes cervejarias da época, um balcão com cadeiras para servir clientes e as muitas mesas com tampo de pedra.

sábado, 12 de abril de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Imagem do início dos anos 70 que nos mostra a zona do Alfeite (Base Naval de Lisboa), os silos de armazenamento de cereais no Caramujo e o fumo da zona industrial corticeira da Cova da Piedade.
 A banda de prédios que vemos a partir dos dois  prédios claros à esquerda até final da foto à direita, margina a sul a Praceta Camilo Castelo Branco.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Aspecto parcial do Largo Costa Pinto em Cacilhas em mais uma imagem de Setembro 1979.
Muitas diferenças relativamente à tristeza actual que é esta sala de entrada no concelho de Almada para quem chega de cacilheiro vindo de Lisboa.
De notar à direita o edifício dos estaleiros navais da Parry & Son e à esquerda a praça de táxis.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

A "Casa Artur" foi uma muito conhecida e conceituada casa comercial de materiais de construção de Almada, que ficava no rés.de-chão do prédio onde hoje está a sede do Almada Atlético Clube, aqui referenciada e recordada num anúncio de 1968.
Era agente em Almada da Lusalite, fabricante das placas/chapas lisas ou onduladas e tubos de fibrocimento, material este, também conhecido simplesmente pelo nome do fabricante: lusalite. Material muito utilizado  no século passado em construções, principalmente coberturas de edifícios e condutas, pelas suas características técnicas e preço baixo.
Actualmente este material é alvo de uma grande polémica, segundo é veiculado na comunicação social (embora nem sempre devidamente explicado) por potenciais malefícios para a saúde.

domingo, 30 de março de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada


Participantes do passeio a Sevilha em 1912, na Semana Santa, na hora da partida em Cacilhas junto à antiga Casa de Pasto "Fonte da Alegria". Actualmente neste edifício funciona a Cervejaria "Farol".
A "Fonte da Alegria" foi propriedade de J.Alvarez, de nacionalidade espanhola, até cerca de 1935, quando foi adquirida por José Pinto Gonçalves e Joaquim Mendes, os quais constituíram a firma Mendes & Pinto Lda. Por volta de 1940, José Pinto Gonçalves comprou a quota a Joaquim Mendes, ficando como único proprietário da taberna "Fonte da Alegria".
Após a morte de José Pinto Gonçalves em 1956,  José Melo, dono da Floresta do Ginjal, quis comprar a "Fonte da Alegria" aos herdeiros, mas em 12 de Junho de 1961, o Sr. Carlos Alberto Pinto Durão, neto de José Pinto Gonçalves, comprou o edifício e a firma, - Mendes & Pinto Lda - abrindo no local a Cervejaria "Farol" com a mesma firma, a qual vendeu em 18 de Dezembro de 1974, 
O automóvel era propriedade de D. José de Anadia, o primeiro à esquerda na viatura, seguem-se José Lencatres ou Lencastre (?), Júlio Pires e o mecânico Armando Garranho.
O personagem mais à direita é um desconhecido.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

O antigo Banheiro Tarquínio, na última versão antes da moderna edição - especial Polis - dos contentores-caixotes, modelo único, que poluem visualmente a paisagem na orla da Costa da Caparica.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Foto de pessoal e amigos da firma José Pinto Gonçalves, Armazéns de Mercearias e Vinhos com última sede na antiga Av. D. Afonso Henriques - Almada, em foto nos anos 40  algures na freguesia de Almada.
Esta empresa organizava anualmente um passeio no país, para seus colaboradores e amigos. Para lá disto, o seu pessoal reunia-se por vezes em almoços de confraternização com amigos, algures por locais do concelho de Almada, de que é prova esta foto. 
Descendentes dos fotografados poderão identificar os convivas. 

sexta-feira, 14 de março de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Quando isto ainda era avenida - a Bento Gonçalves - e Almada ainda revelava alguns sinais de cidade, embora já em acelerado passo, a trote camarário, para a extinção.

sábado, 8 de março de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Como nos mostra este prospecto, há  44 anos a Companhia do Teatro Nacional Dona Maria II, apresentou na Incrível Almadense  "O Cravo Vermelho" de Romeu Correia.

terça-feira, 4 de março de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Praça da Portagem, no Pragal, da Ponte sobre o Rio Tejo, no final da década de 80 do séc. XX quando se pagava  portagem uma única vez e no sentido de Lisboa para Almada. Esta modalidade de pagamento teve o objectivo de evitar os congestionamentos na margem sul pela manhã, facilitando a fluidez do tráfego em direcção a Lisboa
Após a inauguração da Ponte Salazar em Agosto de 1966,  a portagem era paga em cada viagem num e outro sentido, isto é, havia duas portagens. A esta modalidade seguiu-se a da imagem e posteriormente a situação inverteu-se para evitar a paragem dos veículos em cima do tabuleiro da ponte, quando havia grandes filas com congestionamento para pagamento.
Ao centro na imagem, após o primeiro candeeiro de iluminação, vê-se a estrutura circular onde funcionava o posto da Polícia de Viação e Trânsito.

sábado, 1 de março de 2014

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Delfim Fernandes nasceu na aldeia de Granjinha, freguesia de Vale de Anta no concelho de Chaves, distrito de Vila Real a 6 de Janeiro de 1925. Veio para Almada em 1950 onde casou em Março de 1951 e passou a viver.
Um cidadão que para lá das  actividades profissionais se dedicou ao colecionismo - numismática, obras de arte, medalhística, objectos e serviços de porcelana, ourivesaria, relógios, esferográficas, lapiseiras, canetas e outras. Era possuidor de uma vasta biblioteca com mais de 5.000 livros e publicações.
Delfim Fernandes também se dedicou à pintura.
Trabalhou na Sociedade Nacional de Armadores da Pesca do Bacalhau - SNAB e andou embarcado no navio-hospital "Gil Eanes".
Era Técnico de Contas/contabilista e como tal trabalhou  em várias empresas na área de Lisboa e margem sul.
Foi sócio de várias colectividades/associações culturais, desportivas, humanitárias, profissionais e clubes, em Lisboa, Almada e Setúbal, tendo integrado os corpos sociais de algumas.
Em Almada também foi sócio da SCALA.