Cinco autocarros de 2 pisos da Transul, - resultante da fusão entre Transportes Beira-Rio e Empresa de Camionetes Piedense - estacionados no Centro Sul. Os autocarros de 2 pisos iniciaram a operação de transporte de passageiros no concelho de Almada, na segunda metade do ano 1968.
terça-feira, 12 de maio de 2015
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada
No passado dia 2 de Maio de 2015 faleceu em Almada com 90 anos Joaquim Manuel Abreu. Era à data o sócio nº 1 da Incrível Almadense.
O funeral realizou no dia 4 de Maio.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Ponte Snack-Bar, outro estabelecimento que já não existe em Almada. No local, hoje está uma loja que vende frangos assados (churrasqueira).
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada
Faleceu hoje com 65 anos Óscar Mascarenhas. Foi jornalista tendo trabalhado nos jornais A Capital, Diário de Notícias, Jornal do Fundão e na Agência Lusa. No Diário de Notícias foi Provedor do Leitor.
Durante anos foi Presidente do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas.
Óscar Mascarenhas era natural de Goa. Na sua juventude residiu com os pais e irmãos em Almada onde frequentou o Externato Frei Luís de Sousa no início da década de 60. Em 18 de Novembro de 1967 integrou os Corpos Gerentes do Núcleo dos Antigos Alunos do Externato Frei Luís de Sousa como Presidente da Mesa da Assembleia Geral.
terça-feira, 5 de maio de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
O Café Oriental também foi um estabelecimento comercial com movimento significativo em Almada. Localizava-se no lado esquerdo da Rua D. João I, um pouco antes da Igreja Nova de Almada que fica à direita na mesma rua, para quem vai em direcção à Rua Mendo Gomes Seabra.
Já não está em actividade.
O anúncio é de 1968. Anúncio de outro tempo. O tempo em que alguns destes estabelecimentos, sobretudo cervejarias, se mantinham abertos até às 4 horas da manhã.
Quem queria petiscar ou cear altas horas só ou em grupo, pela madrugada dentro, encontrava facilmente no concelho de Almada nesses anos, algumas portas abertas com serviço de qualidade.
Quem queria petiscar ou cear altas horas só ou em grupo, pela madrugada dentro, encontrava facilmente no concelho de Almada nesses anos, algumas portas abertas com serviço de qualidade.
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada
O empreendedorismo de um almadense, um homem João Baptista Carneiro Zagallo e Mello, que em 2 de Abril de 1928, em parceria com António Febrero Antunes, inaugurou o 1º serviço público de transporte de passageiros em autocarro no concelho de Almada aqui noticiado no "Jornal de Almada", fundador de Transportes Beira Rio, Lda - em 1943.
sábado, 25 de abril de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Anverso e reverso de medalha comemorativa do 47º Aniversário (1985) do Clube Recreativo Pombalense, fundado em Junho de 1938.
Este clube tem a sua sede no lugar de Pombal da antiga freguesia da Cova da Piedade.
Em 1965 saiu a sorte grande da lotaria de fim de ano a associados e moradores da zona, em bilhete comprado pelo clube e distribuído por entradas entre aqueles.
Na lotaria do Natal desse ano o bilhete adquirido havia tido a terminação e com esse dinheiro o clube comprou um bilhete para a lotaria de fim de ano, tendo este sido contemplado com o 1º prémio.
Na data, o Clube Recreativo Pombalense tinha a sede na Rua Dr. Oliveira Salazar, por cima da taberna de José Guimarães, mais tarde conhecida pela taberna do "Pinguinhas" ou do Artur "Pinguinhas".
Ao lado do edifício da sede, o clube dispunha de um recinto de terra batida com palco, onde se realizavam no Verão, nas noites de sábado e festejos de S. João, tradicionais bailes muito concorridos animados por conjunto musical.
Paralelamente a este recinto, em espaço próprio, disputavam-se torneios de chinquilho entre associados entusiastas desta prática desportiva.
terça-feira, 21 de abril de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Vive Almada
Apresentação dia 24 de Abril de 2015, junto à Capela da Ramalha na Cova da Piedade, Rua José Justino Lopes nº 3.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Reprodução da bandeira/estandarte da empresa Transportes Beira Rio Lda que foi sediada na Cova da Piedade, grande e importante empresa deste concelho, concessionária de transportes públicos nos concelhos de Almada e Seixal.
Foi fundada nos primeiros anos da década de 40, durante a 2ª Guerra Mundial, por João Baptista Zagallo e Mello, notável empreendedor que serviu o público e o concelho, pai do Sr. Rodrigo António Zagallo e Mello, que ficou à frente dos destinos da Beira Rio - sócio gerente - após o falecimento de seu pai.
A Beira Rio Lda fundiu-se na segunda metade da década de 60 - 1 de Janeiro de 1968 - com a Empresa de Camionetes Piedense Lda, fusão que deu origem à Transul, cujos autocarros ostentavam cores das duas empresas fundidas: vermelho da Beira Rio e prata da Piedense.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Gente de Almada, Gente Que Vive Almada
António Alberto Rodrigues Vidinha é um almadense natural de Cacilhas. Tem 70 anos.
Perdeu a vista aos seis anos de idade, mas foi sempre um cidadão lutador, apostando na sua formação pessoal e intervenção cívica na defesa de interesses colectivos. Depois de concluir o ensino primário, fez o curso liceal (1º, 2º e 3º ciclos), equivalente ao actual 11º Ano. Em Almada frequentou no Externato Frei Luís de Sousa o 3º ciclo.
Frequentou o Conservatório Nacional de Música onde concluiu o Curso Superior de Piano. Trabalhou na Biblioteca Nacional durante mais de 10 anos. Foi professor de Educação Musical na Escola Preparatória D. António da Costa e na Escola Elias Garcia na Sobreda da Caparica.
O António Vidinha é um excelente jogador de xadrez, tendo sido campeão nacional para invisuais mais de uma vez e, chegou a representar Portugal no estrangeiro.
Cidadão activo na política partidária, integrou as Assembleias de Freguesia de Almada e de Cacilhas e em 1989 foi Deputado Municipal na Assembleia Municipal do Concelho de Almada.
Quando passou pelo Externato Frei Luís de Sousa, o Vidinha foi um excelente companheiro participante nas actividades escolares e lúdicas surpreendendo seus colegas, apesar da sua deficiência. Nas Festas que se realizavam no Frei, quer fossem as festas de finalistas, de Natal ou outras, o Vidinha estava sempre disponível para colaborar, fosse como pianista ou qualquer outra actividade de grupo, com a sua presença e participação activa.
Nas conversas e discussões de grupo entre colegas o Vidinha tinha sempre a sua opinião pessoal. Muito atento a tudo o que se dizia, muitas vezes surpreendia-nos com as suas opiniões e conclusões.
A fotografia mostra-nos o Vidinha na sala de aula do 6º Ano 1963-1964. Por baixo do tampo da mesa a que está sentado, encontra-se a máquina de escrever portátil que usava para fazer os exercícios escritos.
Tem uma memória auditiva excepcional, reconhecendo facilmente antigos colegas pela voz, mesmo passados anos sem se encontrarem e conversar.
segunda-feira, 30 de março de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Uma imagem da Costa da Caparica e passeio marítimo sobre o paredão em Setembro de 1979. Em fundo veem-se as novas construções da época, blocos de apartamentos e Torres Europa, assim como à direita ainda se vê o restaurante Primoroso e o telhado do antigo restaurante Bento junto à bola Nívea (na foto).
quinta-feira, 26 de março de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Anúncio nos anos 60 do antigo Café Aquário, actualmente conhecido pelo nome de "Condestável" localizado no mesmo local, mas sem a grande esplanada (devido ao MST) que herdara do "Aquário" e com remodelações interiores.
O Aquário também foi Café/local de estudo, embora em muito pequena escala, para quem queria fugir temporariamente ao bulício do Café Central.
O Aquário também foi Café/local de estudo, embora em muito pequena escala, para quem queria fugir temporariamente ao bulício do Café Central.
segunda-feira, 16 de março de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Passageiros dos "cacilheiros" aguardando o embarque no terminal de Cacilhas, em 1974. Realmente era assim. Os cidadãos aguardavam geralmente expostos ao estado do tempo a ordem de embarque. Depois, as condições melhoraram mas só um pouco, porque a pretensa Estação Fluvial em Cacilhas nunca teve a dignidade de ser minimamente agradável ou confortável, se tivermos em consideração que a frequência das carreiras foram sendo mais espaçadas no horário, aumentando o tempo de espera, situação actualmente mais gravosa.
À esquerda na imagem vê-se parte do toldo do quiosque de venda de jornais e revistas.
O edifício cujo telhado com clarabóias se vê por trás dos passageiros é das antigas instalações dos Estaleiros Navais Parry & Son.
quinta-feira, 12 de março de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
O "ferryboat" Almadense numa fotografia de 1978, em manobra de acostagem ao pontão de Cacilhas, com uma imagem muito frequente então, com passageiros apressados a saltarem para cais antes de o navio estar devidamente atracado e portas abertas.
sexta-feira, 6 de março de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada
Canoa "Amor da Pátria" de transporte de passageiros entre Cacilhas e Lisboa, nos primeiros anos do séc XX, propriedade do Sr. Jerónimo Rodrigues Durão, avô paterno do Sr. Carlos Alberto Pinto Durão.
É uma foto com cerca de 110 anos.
Entre o pessoal a bordo encontra-se o filho do Sr. Jerónimo Rodrigues Durão, Carlos Alberto Francisco Durão.
quinta-feira, 5 de março de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Imagem da Praça Prof. Egas Moniz na Cova da Piedade, nos anos 70 pós 1974, onde se pode ver a sede do MDP-CDE.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Vive Almada
Na Escola Secundária Cacilhas-Tejo, Praça Gil Vicente, Almada, dia 25 de Fevereiro de 2015 às 15 horas.
A Exposição estará patente até 6 de Março.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada
Faleceu o Dr. Manuel Rosado Caldeira Pais. O corpo encontra-se na Igreja Nova de Almada de onde sairá amanhã às 11 horas para Évora, sua terra natal.
O Dr. Caldeira Pais, nasceu em 15 de Dezembro de 1929. Fixou residência em Almada onde foi professor do ensino secundário, tendo leccionado na Escola Industrial e Comercial Emídio Navarro de 1957 a 1967 e no Externato Frei Luís de Sousa onde foi também Director dos Cursos Nocturnos.
Foi deputado à Assembleia Nacional na XI Legislatura, 1973-1974, eleito pelo Circulo de Setúbal e Procurador do Concelho de Almada na Junta Distrital de Setúbal
Foi Vereador e Vice-Presidente da Câmara Municipal de Almada, quando o Dr. Serafim Silveira Júnior era Presidente.
Em 28 de Março de 1974 tomou posse como Presidente da Câmara Municipal de Almada, tendo sido portanto o último Presidente da Câmara de Almada antes do 25 de Abril de 1974.
O Dr. Manuel Rosado Caldeira Pais foi um professor e cidadão que sempre manteve com os alunos uma relação cordial e amiga, granjeadora de natural admiração e gratidão, razão por que os seus alunos sempre viram nele um mestre e incentivador da sua valorização como pessoas e formação académica.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Horários, na década de 60, das carreiras Cacilhas-Bairro das Casas Económicas da Cova da Piedade-Cacilhas, por Almada, exploradas pela empresa "Piedense", horário superior e pela Cova da Piedade, exploradas pela empresa "Beira Rio", horário inferior.
Recorde-se que estas carreiras transportavam no tempo muitos passageiros.
A carreira da "Piedense", via Almada usava a Rua Dr. Oliveira Salazar (actual rua da Liberdade) nos sentidos descendente e ascendente. No sentido descendente vinha até ao Pombal, onde entrava à direita no Bairro, pela Rua das Terras dos Cortes Reais e ia até ao Largo da Igreja (Praça de Ceuta) onde ficavam as últimas paragens das duas carreiras, uma de um lado e outra do lado oposto da placa central. A "Piedense" do lado nascente e a "Beira Rio" do lado poente.
No sentido inverso esta carreira saía do Bairro pela mesma rua onde entrara.
Na Rua Dr. Oliveira Salazar havia paragens no Pombal e outras sensivelmente a meio desta Rua. Esta carreira servia uma vasta população de moradores nas zonas envolventes destas paragens, para além, claro, de residentes do Bairro.
A carreira da "Piedense" fazia o percurso dentro do Bairro pelas Ruas das Terras dos Cortes Reais, de Vera Cruz e Rua de Tanger, passando junto à Escola do Bairro até à Praça de Ceuta (Largo da Igreja).
Eram carreiras de tempos em que Almada ainda era Vila.
As paragens no Pombal, que ficavam frente ao local que hoje corresponde aproximadamente à sede do Clube Recreativo Pombalense, serviam muita gente, porque na envolvente desta zona residia uma vasta população operária e de serviços.
Nos princípios dos anos 60, já havia prédios e moradores na Rua Nuno Álvares Botelho (antiga Rua das Barroquinhas, designada assim ainda por gente mais idosa).
Na carreira das 6:55 da "Piedense" com destino a Cacilhas, entrava na época na paragem do Pombal o barbeiro que ia diariamente "fazer" a barba ao Dr. Oliveira Salazar.
Este barbeiro, que era natural das proximidades da terra natal do Dr. Salazar residia no Pombal. Só após a doença/morte do Dr. Salazar foi divulgado na comunicação social, num vespertino da capital, esta actividade particular e importante deste profissional. Quem o conhecia não sabia desta sua função. A sua presença na paragem do Pombal, diariamente pelas 7 horas da manhã com uma pequena mala de madeira na mão, não deixou de despertar curiosidade a quem o conhecia e era seu cliente local, embora sem nunca o ter questionado.
Na carreira das 6:55 da "Piedense" com destino a Cacilhas, entrava na época na paragem do Pombal o barbeiro que ia diariamente "fazer" a barba ao Dr. Oliveira Salazar.
Este barbeiro, que era natural das proximidades da terra natal do Dr. Salazar residia no Pombal. Só após a doença/morte do Dr. Salazar foi divulgado na comunicação social, num vespertino da capital, esta actividade particular e importante deste profissional. Quem o conhecia não sabia desta sua função. A sua presença na paragem do Pombal, diariamente pelas 7 horas da manhã com uma pequena mala de madeira na mão, não deixou de despertar curiosidade a quem o conhecia e era seu cliente local, embora sem nunca o ter questionado.
sábado, 14 de fevereiro de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Anúncio nos anos 60 de uma casa comercial de Almada, especializada em ferro velho muito conhecida genericamente, entre a população de Almada na época, como o Raul "Ferro Velho".
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Foto da Prova Popular de Atletismo Almada 77, organizada pela Casa do Sporting Clube de Portugal em Almada no ano 1977.
Na imagem vê-se parcialmente as instalações da agência do antigo Banco Nacional Ultramarino na Av. D. Afonso Henriques, com grades de ferro para protecção do dinheiro dos depositantes contra intrusos. Actualmente não se vêem instalações dos Bancos com grades, uma vez que os perigos de assalto já não vêm de fora.
Presentemente o perigo é maior. Os depositantes são assaltados por alguns "do interior" dos próprios bancos.
No local desta agência bancária hoje existe uma sapataria.
domingo, 25 de janeiro de 2015
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Folheto informativo (frente e verso) da participação do Coro da Academia de Amadores de Música, sob a direcção do Prof. Fernando Lopes Graça, nas comemorações do 120º Aniversário da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, em 27 de Outubro de 1968.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada
Em 1977 no Externato Frei Luís de Sousa, em Almada, 8 Artistas Plásticos - Francisco Bronze, João Frederico, Teresa Dingle, Henrique Mourato, Victor Ferreira, Louro Artur, Pedro de Sousa e João de Barros - pela ordem das fotografias, igual à do Catálogo, mostraram à população alguns seus trabalhos de Escultura, Gravura, Desenho e Pintura.
Na introdução do Catálogo diziam:
"Não somos um grupo.
Não nos liga qualquer ideologia, política ou artística.
Somos apenas oito pessoas que fazem quadros ou esculturas e que se encontraram no café (ou noutro qualquer sítio) como simples habitantes de Almada.
Todos sentimos, no entanto, a necessidade de animar culturalmente esta terra, mas também a necessidade de nos defendermos enquanto artistas. De nos defendermos, precisamente, do passado citadino que nos ignora, nos marginaliza, nos liquida quotidianamente. São os artistas necessários a esta cidade, à população desta cidade? Nós pensamos que sim, por isso aqui estamos."
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Coisas de Gente de Almada e Que Vive Almada
Poema (original) de Carlos Alberto Vieira Grade, aluno do Externato Frei Luís de Sousa, escrito na segunda metade dos anos 60.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada
Frente da Capa (desdobrável em 3 partes) da Ementa do antigo e conhecido Restaurante Gonçalves, que existiu no Ginjal, em Cacilhas.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada
Foto parcial da Rua de Alvalade no início de 2006, na Cova da Piedade, antes de ali terem sido implantadas as duas vias para o transporte ferroviário da Parceria Público Privado, designado por MST (Metro Sul do Tejo).
domingo, 21 de dezembro de 2014
Gente de Almada, Gente Que Vive Almada
Joaquim Manuel Abreu, almadense, nasceu a 13 de Junho de 1924 em Almada, no Pátio da Boca do Vento, actual Pátio Prior do Crato, mas só foi registado em 14/06/1924 (data oficial).
Os pais, naturais de Beja, residiam na Rua Latino Coelho, nº 17, mas por acaso do destino a mãe naquele dia 13 de Junho de 1924 encontrava-se na casa de uma família do Páteo da Boca do Vento, onde viria a nascer.
Para os almadenses mais idosos, o Pátio Prior do Crato é sempre o Pátio da Boca do Vento.
Frequentou a Escola Conde Ferreira, em Almada (ainda não foi mandada demolir pela Câmara Municipal de Almada), onde foi aluno do Prof. Seita Ramos (maçon). Segundo nos disse, o seu professor estaria indicado para matar o Rei D. Carlos I.
O Abreu começou a trabalhar como aprendiz de cravador de diamantes com o José Braz na Rua dos Fanqueiros e com o Augusto Araújo e Manuel Araújo na Rua da Vitória, em Lisboa, durante alguns meses.
Veio depois trabalhar para Cacilhas na Casa do Custódio no ofício de serralheiro. Aos 18-19 anos foi trabalhar para o Grémio no Ginjal, onde foi convidado para aderir à Brigada Naval, convite que declinou. Daqui saiu para os estaleiros Parry & Son em Cacilhas, onde esteve 8 anos (serralheiro) e depois foi para o Arsenal do Alfeite (Marinha Portuguesa), seu último emprego onde esteve 34 anos e meio e onde se reformou em 1981 por incapacidade. Aqui foi serralheiro dedicando-se a trabalhos em motores e turbinas.
Joaquim Abreu é o sócio nº 1 da Incrível Almadense. Sócio desta colectividade desde os 9 anos, embora só tivesse o registo como tal em 1939, recebeu o emblema de platina dos 75 anos de associado em 5 de Outubro de 2014.
Na Incrível iniciou-se, em jovem, aprendiz na Banda mas devido a brincadeira de crianças abandonou a música.
Foi colaborador da Incrível, sem remuneração (como era usual na época) durante 28 anos nos bares da colectividade, onde nunca quis integrar cargos directivos, apesar de vários apelos.
Casou aos 22 anos, tem dois filhos, um casal, ele com 63 anos e ela com 60 anos. Ficou viúvo há 16 anos.
Joaquim Manuel Abreu, com 90 anos, é um almadense conhecedor da vida e vivências desta nossa cidade, com quem alguns almadenses partilham momentos de tertúlia na Praça da Renovação.
sábado, 20 de dezembro de 2014
Gente Que Viveu Almada
A imagem é da capa do livro de José Correia Pires, distinto e notável anarquista que viveu e morreu em Almada.
A ilustração desta capa, que assina, bem como mais duas no interior do livro, são da autoria de Henrique Mourato, pintor, escultor, desenhador e gravador, que viveu em Almada e aqui iniciou a sua carreira de artista plástico.
Henrique Mourato era frequentador do Café Central, onde convivia com muitos almadenses, gente ligada às letras, anarquistas, democratas e artistas plásticos que recordamos, Alberto Gordillo, Carlos Soares, João de Barros, João Frederico, Francisco Bronze, Louro Artur, Manuel Cargaleiro, Pedro Sousa, Teresa Dingle e Victor Ferreira.
Em Almada realizou exposições de seus trabalhos nos anos 60 e 70.
Está representado em alguns museus e organismos públicos e/ou privados.
Henrique Mourato é natural de Santiago do Cacém onde nasceu a 10 de Maio de 1947.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada
O Dr. Fernando Machado Soares faleceu em Almada aos 84 anos, no passado dia 7 de Dezembro de 2014, tendo o funeral sido realizado no dia 9 para o cemitério do Feijó, onde o corpo foi cremado.
Licenciou-se em Direito em Coimbra.
Não era natural de Almada, nasceu nos Açores, em S. Roque do Pico, Ilha do Pico no dia 3 de Setembro de 1930, mas fixou residência em Almada, após ter sido colocado nesta comarca como magistrado (juiz corregedor) e aqui viveu muitos anos.
Foi juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça.
Quem vive em Almada, podia encontra-lo frequentemente na rua ou a fazer compras num qualquer mini mercado na área da sua residência, no centro da cidade.
Foi cantor (intérprete do fado de Coimbra) e compositor, autor da muito conhecida Balada do 6º ano Médico de 1958 - Balada da Despedida - "Coimbra tem mais encanto/na hora da despedida".
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Cartazes de propaganda partidária (MRPP) durante o PREC, na fachada lateral de um prédio de Almada, localizado na antiga Av. D. Afonso Henriques. Neste Prédio funcionou o Consultório do Dr. Adão e Silva (médico).
Esta fachada actualmente já não tem o mesmo aspecto arquitectónico. Recentemente as janelas foram modificadas.
É o primeiro prédio, do lado esquerdo em fachada lateral para quem sobe a citada avenida. A entrada deste imóvel é pela Praça Gil Vicente.
Actualmente as fachadas dos prédios são mais conspurcadas por "grafiteiros" ( o que é muito pior) do que por cartazes, num atentado à propriedade dos cidadãos, estimulados pela Câmara Municipal de Almada que promove concursos entre eles e não pune aqueles que vandalizam a propriedade alheia e contribuem para dar a Almada um aspecto de subúrbio, supostamente povoado e habitado por indigentes e vândalos, para quem observa a sujeira nos edifícios - ex-libris negativo - desta Almada subúrbio da capital.
A Câmara não pune estes indivíduos, mas demagogicamente agrava o IMI dos proprietários que não têm dinheiro para reparar prédios e preparar as paredes para imediatamente serem vandalizadas pelos "grafiteiros".
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