terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

O edifício mais alto na fotografia é a sede social da Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense na rua Capitão Leitão - o Cine-Teatro - inaugurado em 20 de Setembro de 1942. Os imóveis anexos para aquém deste foram adquiridos pela Academia para posteriormente ampliar as suas instalações, onde actualmente se encontra edificado o seu "cinema novo", inaugurado em 11 de Novembro de 1974.
A Academia Almadense foi fundada em 27 de Março de 1895 numa loja da rua Capitão Leitão.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Orla  parcial da Costa de Caparica num passado recente, Setembro de 2008, com o Restaurante  " Barbas" ainda em actividade por pouco tempo. À direta na fotografia e antes do "Barbas" vê-se o Snack-bar "Ondeando" com a sua pequena esplanada em funcionamento.
Nesta data já o Polis andava a alterar sem requalificar a frente de praias urbanas da Costa da Caparica.
Hoje vê-se o resultado dessa requalificação fiasco. 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Exemplar da capa para o programa da Festa de Natal de 1963 do Externato Frei Luís de Sousa, realizada no Salão de Festas da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense.
As capas foram impressas na Gráfica Almadense Lda, a partir de uma gravura da autoria da Professora Ilda Maria da disciplina Geometria Descritiva.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Realizou-se hoje para o cemitério de Almada o funeral de Aníbal Cardoso da Silva, "o Viola", que foi um grande desportista na sua juventude, ao serviço do Almada Atlético Clube na modalidade de andebol, quer de 11 quer de 7.
O Aníbal, foi Oficial da Marinha Mercante, era natural de Almada, nasceu a 24 de Janeiro de 1937 e aqui sempre residiu.
"Viola", como muita gente o conhecia e apelidava, foi herdado do pai, o José "Viola", trabalhador da Companhia Portuguesa de Pesca, no Olho de Boi - Almada.

Um abraço Aníbal.


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

 
O coreto existente no Jardim da Cova da Piedade, numa fotografia dos anos 70.
Já se encontrava degradado. Agora depois de quatro décadas de designado poder local democrático a ausência de conservação persiste.
Assim se conserva o património edificado.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Vive Almada

A banda da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense saiu hoje de manhã à rua para saudar as pessoas. Na Praça da Renovação interpretou canções de Natal e foi alvo da admiração de quem passava.
Na esplanada onde me encontrava, um sócio da Incrível com mais de oitenta anos de idade estava sentado, rodou a cadeira para ficar de frente para ver e ouvir a banda e com emotividade natural dizia: " sou o sócio nº....., toda a minha família era Incrível" e, não conteve as lágrimas. Depois disse: "sempre que vejo a banda da Incrível a tocar, choro".

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Coisas de Gente Que Viveu e Vive Almada

Esta foi a prova nacional da 1ªchamada da disciplina Organização Política e Administrativa da Nação que os alunos do então 7º ano liceal tiveram de fazer nos exames do ano de 1965, e que, como é lógico, os alunos de Almada que frequentavam os liceus ou colégios liceais também fizeram.
O antigo 7º ano liceal corresponde actualmente ao 11º ano.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

"Espingardaria A SELVA", um estabelecimento comercial que existiu  junto ao Mercado de Almada, onde caçadores e pescadores encontravam o que desejavam para as suas actividades.
O anúncio é de 1968.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

A antiga Avenida Bento Gonçalves que ligava Almada ao Centro Sul, na Cova da Piedade, em Fevereiro de 1994.
Actualmente é uma ex-avenida, já que a avenida foi mutilada e desfigurada pela implantação de uma via férrea dupla a meio, onde circula um inútil comboio e com faixas de rodagem reduzidas para uma ou duas em cada sentido, quando anteriormente tinha três faixas de rodagem num sentido e noutro.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Realizou-se hoje o funeral de Arménio Maria Duarte, da Igreja Nova da Cova da Piedade para o cemitério da Quinta do Conde onde o corpo foi cremado.
Natural do Algarve, mas há muitos anos radicado na Cova da Piedade, pela sua personalidade e vontade de viver a vida num relacionamento cordial  com todos, granjeou numerosos amigos entre a comunidade almadense.
Arménio Maria Duarte era presença frequente pelas tardes, em tertúlia de amigos na Casa do Benfica em Almada.
 

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Na segunda metade da década de 90 a Ponte 25 de Abril (Ponte Salazar) foi submetida a trabalhos de reforço da sua estrutura e conservação para receber a circulação de comboios.
A imagem mostra-nos essa intervenção já com o segundo cabo de sustentação instalado e a fase dos trabalhos quando a curvatura do vão central se apresentava diminuída.
A circulação automóvel manteve-se sempre durante todo o decurso dos trabalhos.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Programa de um Serão Cultural  da Academia Almadense, realizado em 20 de Fevereiro de 1968 integralmente preenchido pelo Grupo Cénico do Clube Philips, com actuação dividida em 3 Partes: Poesia e Movimento, Concerto de Philicorda (órgão electrónico) e Variedades.
Estes serões culturais eram destinados aos associados das colectividades e público em geral.

sábado, 31 de outubro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada

Um anúncio de outros tempos do Ginásio Club do Sul, divulgando a realização de  um "deslumbrante baile" por acasião dos festejos da vila  em honra de S. João Baptista ( dia de S. João é 24 de Junho), o padroeiro do concelho de Almada.
Eram tempos em que clubes e outras colectividades realizavam bailes com frequência e as salas ou recintos se enchiam de gente de todas as idades, uma vez que estas festas eram dirigidas à população sem qualquer "apartheid" sócio-económico ou político.
Não faltavam os "manjericos" com o seu aroma natural, estamos nesta data nos "santos populares", que muita gente cultivava em pequenos ou grandes vasos de barro.
O Ginásio Club do Sul havia sido fundado em 17 de Maio de 1920.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Coisas de Almada e da Gente Que Vive Almada

A antiga Avenida de D. Afonso Henriques numa fase intermédia da sua destruição ( e de Almada cidade) pela Câmara Municipal de Almada para implantar o comboio designado por MST, que só trouxe efeitos negativos à actividade económica na cidade e complicou a vida aos almadenses e a quem pretende deslocar-se quer de automóvel ou a pé, para além dos enormes custos para os contribuintes: pagar o funcionamento de um meio de transporte deficitário, porque só transporta diariamente cerca de 40% do número de passageiros  com que o pintaram, para justificar a destruição de Almada.
A foto é de 29 de Outubro de 2007.

sábado, 24 de outubro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Integrada nas comemorações dos seus 167 anos, a Sociedade Filarmónica Incrível Almadense prestou hoje homenagem, com o descerramento de uma placa comemorativa do centenário do seu nascimento, no edifício sede, a António Henriques, seu ilustre associado e dirigente falecido em 1992.
No Salão de Festas, a Banda da Incrível Almadense associou-se à efeméride com mais uma actuação, desta vez dirigida pela maestrina Fátima Pires.
O Dr. Alexandre Flores foi  orador da cerimónia com uma dissertação sobre o perfil e personalidade do homenageado.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio de 1977 desta  óptica almadense com 60 anos, de portas abertas no mesmo local - Praça da Renovação - fundada por D. Manuel Fernandez Pombar, natural de San Xoán, aldeia de Moura, concelho de Nogueira de Ramuin, (tierra de afiladores e paragueros) , Província de Ourense, Galiza (Comunidade Autónoma).
D. Manuel Fernandez Pombar tinha dois irmãos que também se radicaram em Almada: Faustino Fernandez Pombar, dono da Fotal - casa de artigos fotográficos junto ao Mercado de Almada, na Rua Bernardo Francisco da Costa nº 70 e Félix Fernandez Pombar, dono da casa de guarda-chuvas, tesouras e facas, ao lado da Fotal no nº 72 da mesma rua.
 

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Estamos na segunda metade do ano de 1975 e na imagem vemos um autocarro da ex-Transul, agora nacionalizada para o pacote Rodoviária Nacional, a entrar na recentemente rebaptizada ponte sobre o Rio Tejo - Ponte Salazar para Ponte 25 de Abril - em direcção a Lisboa. São visíveis à entrada da ponte as marcas da alteração da denominação.
O autocarro ainda tem as cores da Transul mas já está identificado com autocolante, visível na fotografia, como integrante da Rodoviária Nacional.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada



Quem se deslocou ontem  à tarde ao salão de Festas da Sociedade Filarmónica  Incrível Almadense para assistir à Sessão Solene comemorativa dos 167 anos desta colectividade, teve oportunidade de assistir a uma excelente exibição da sua Banda, composta maioritariamente por gente jovem.
A Sociedade Filarmónica Incrível Almadense foi fundada em 1 de Outubro de 1848.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Ponte Salazar inaugurada em 06 de Agosto de 1966, ligando Almada a Lisboa, numa montagem fotográfica composta de três fotos coladas sequencialmente.
As fotografias foram captadas pouco tempo antes da data da inauguração.
À esquerda vê-se o monumento a Cristo-Rei e mais abaixo as instalações da Companhia Portuguesa de Pesca, com navios atracados no cais.
Aumentando a fotografia é possível observar à esquerda sobre o tabuleiro da ponte, guindastes ainda instalados para trabalhos finais.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Autocarro da Transul , empresa formada pela fusão da Beira Rio com a Piedense em 1 de Janeiro de 1968, em Cacilhas.
À esquerda e atrás deste autocarro vemos um outro, ainda com a pintura da empresa Beira Rio. Os autocarros da Transul foram pintados com a cor vermelha da Beira Rio e a cor cinza prata da Piedense.
O autocarro na foto era da Carreira nº 2  Mercado (circulação). Esta carreira era da Empresa Piedense antes da fusão. Partia de Cacilhas para o Mercado de Almada e inicialmente seguia pelas Ruas Cândido dos Reis e António Feio, Praça de Gil Vicente, Av. de D. Afonso Henriques com a paragem mais importante junto ao Café Central nesta avenida, porque aqui saíam geralmente muitos passageiros. Na Praça da Renovação o autocarro virava à direita para a Rua de Olivença, contornava o Mercado de Almada onde ficava a paragem terminal. Fazia depois o caminho inverso até à Praça de Gil Vicente, seguindo  para Cacilhas pela Av Frederico Ulrich.
O custo da viagem (um sentido) - pelo menos até ao Café Central - era inicialmente $50 (cinquenta centavos), o que corresponde actualmente a um quarto de cêntimo do euro.
Almada era servida por duas carreiras: Almada (Mercado) e Almada (Torcatas) a 1$00 (um escudo)que servia Almada velha. Após a inauguração do Cristo-Rei foi criada a carreira  para o Cristo-Rei que subia a Av. Nuno Álvares Pereira, virando junto ao Café Tropical para a Av. de Cristo-Rei.
Assim, a partir de Maio de 1959 Almada passou a ser servida por três carreiras regulares de transporte público (privado).

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio de 1948 do Banheiro Roque (Lisboa Praia - na Cova do Vapor) com o horário das carreiras efectuadas pelos barcos da Parceria dos Vapores Lisbonenses, para a Trafaria com partida do Terreiro do Paço e para a Cova do Vapor também com partidas do Terreiro do Paço nos dias úteis e aos domingos do Cais do Sodré.
Os barcos que faziam a a carreira directa para a Cova do Vapor eram "Flecha" e "Zagaia" da Parceria, porque o cais de atracagem na Cova do Vapor era propriedade da Parceria dos Vapores Lisbonenses. O batelão deste cais tinha sido recuperado do "Atalaia"
Foram tempos em que as praias do concelho de Almada, da Trafaria à Fonte da Telha se enchiam de lisboetas que atravessavam o Tejo de barco.

domingo, 27 de setembro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Como estamos em período dito eleitoral, publicamos o boletim de voto dos candidatos da oposição (Lista B) à Assembleia Nacional em 1969. Estes candidatos concorriam pela CDE - Comissão Democrática Eleitoral.
A apresentação aqui deste boletim é também uma homenagem ao distinto médico estomatologista almadense (embora sendo natural  de Venade, Caminha), Dr. José Malheiro da Silva, que residia no concelho de Almada - Laranjeiro - onde tinha o seu consultório.
O Dr. José Malheiro da Silva bateu-se por ideais democráticos na oposição ao  regime político que vigorou em Portugal até  25 de Abril de 1974. Faleceu em 17 de Outubro de 1997 com 70 anos e foi sepultado no cemitério do Feijó.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Horário Escolar de 1960 da Tabacaria Central, nº12 da Praça da Renovação. Este estabelecimento que vendia também material escolar desde a borracha aos livros adoptados oficialmente no ensino secundário - liceal e técnico - e outros livros, ficava sob a escada  do prédio onde funciona a Cambridge School (o prédio do Café Central), portanto, onde funcionou a venda de gelados deste café, hoje destinada a arrecadação.
Não tinha nada a ver com o Café Central, nem com a actual tabacaria deste.
Era propriedade do Sr. Ferreira - um senhor pouco simpático por vezes nas relações com os clientes - coadjuvado por uma senhora contagiada por idêntica sociabilidade com os clientes.
Quando  este estabelecimento encerrou o Sr. Ferreira vendeu o material que tinha, em saldos muito vantajosos, inclusive todos os livros em armazém de autores nacionais e estrangeiros.
Quem comprou fez boas compras.

domingo, 20 de setembro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


"Praia" fluvial no Ginjal em Setembro de 1979.
Estamos em 2015 e após cerca de 40 anos de "Trabalho Honestidade e Competência" de um partido político, na autarquia, dito dos trabalhadores ou que se diz vanguarda (?) dos trabalhadores, todo o Ginjal continua em ruínas tal como conhecemos hoje.
É o culto da miséria, a apologia da pobreza e o atribuir responsabilidades a outros que dá votos entre os mais dependentes e sujeitos à demagogia dos que dizem lutar pelo paraíso e libertação material do homem neste torrão ocidental.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada


Anúncio em 1968 da antiga e conhecida, ainda aberta, casa comercial de Almada - "Mercado dos Botões", um estabelecimento onde o atendimento personalizado ainda é uma realidade e onde  a gente de Almada encontra soluções para muitas situações de roupagem e traje que as padronizadas grandes superfícies comerciais não resolvem, nem estão aptas a satisfazer as necessidades específicas das pessoas.
O "Mercado dos Botões" é um dos muito poucos estabelecimento de Almada do designado comércio tradicional, que  resistiu à destruição da cidade levada a cabo pela Câmara Municipal de Almada nos últimos anos, com a forçada e despropositada "modernização", designada "progresso", concretizado pela autoritária autarquia à revelia dos almadenses, com a implantação do comboio  MST no meio do principal eixo rodoviário da cidade.

sábado, 22 de agosto de 2015

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

33 rotários do Rotary de Almada nos idos anos 80 (?) em fotografia para a posterioridade. Entre outros aqui figuram: Dr. Ricardo de Almeida, Eurico da Fonseca, Sommer Ribeiro, Dr. António Parra, Engº Telmo, Rodrigo Zagalo e Melo e o irmão António Zagalo e Melo, Mário Piteira, Armando Laruça e o filho Carlos Manuel Laruça.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Coisas de Almada e Gente Que Viveu e Vive Almada

Pessoal da Beira-Rio Lda, então concessionário da Renault, na oficina da Cova da Piedade, na década de 80 na festa de apresentação de um novo modelo da marca francesa.
Vemos na fotografia: João Paulo, o vendedor Frade (falecido) e Idalécio.

domingo, 9 de agosto de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Resguardo para fotografias e negativos da Fotal, nos anos 50, quando ainda funcionava nas suas primeiras e antigas instalações que foram demolidas, na Rua Bernardo Francisco da Costa nº 70.
Essas instalações estão numa fotografia publicada anteriormente neste blog.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

O Provedor, 3º a contar da direita à frente, (Cte dos Bombeiros Voluntários de Almada, José Braz) e mesários da Santa Casa da Misericórdia de Almada em 1974.
Foram estes almadenses que constituíram os  primeiros corpos dirigentes após 25 de Abril de 1974, da Santa Casa da Misericórdia de Almada.
Rostos conhecidos para quem viveu e vive Almada.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Manuel Francisco Cousinha, fundou em Almada em 1930, na Rua Capitão Leitão, "A Boa Construtora, Fábrica Nacional de Relógios Monumentais".
Nasceu em 1894, no lugar de Palheiro às Pontes, aldeia de Sobral Magro, freguesia de Pomares, concelho de Arganil e faleceu em Almada em 1961.
Ainda existe na mesma  rua, o prédio onde funcionou esta fábrica de relógios monumentais que continuam a dar as horas em muitas aldeias, vilas e cidades de Portugal. Instalou também relógios em África (ex-colónias ou ex-províncias ultramarinas) e Brasil.