quarta-feira, 2 de março de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Boletim de Voto da Lista A - candidatos a Deputados pelo Círculo Eleitoral de Setúbal - proposta pela  Acção Nacional Popular às eleições legislativas de 1973 que se realizaram no dia 28 de Outubro desse ano. Foram as últimas realizadas durante a vigência da   Constituição de 1933.
Nestas eleições foram eleitos 150 deputados para a Assembleia Nacional, todos da Acção Nacional Popular.  A Oposição Democrática desistiu por considerar que não existiam condições para a realização de eleições livres.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

No princípio dos anos 70 era este o aspecto da parte superior do portão da entrada que dava acesso às construções antigas anexas à Capela da Ramalha.
Posteriormente deixaram cair alguns destes azulejos, de vez em quando...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Modelo de bilhete de identidade de estudante, no ano lectivo 1965-1966, utilizado  pela Empresa de Camionetes Piedense, Lda  (privada) para conceder  um bónus de 50% nas suas carreiras dos dias úteis.
Os estudantes usufruíam do desconto em todas as carreira da empresa e percursos.
Este bónus era concedido a estudantes de qualquer grau de ensino e independente da situação económica.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Almada e Cova da Piedade. Para cá do veículo de carga estacionado é Almada, para lá é Cova da Piedade. A fotografia mostra uma parte da Av. Prof. Egas Moniz. As construções antigas à esquerda de que se vêem os telhados já não existem. Eram edifícios de uma quinta pertencente a António Joaquim, um beirão natural de Sorgaçosa, concelho de Arganil, que nos primeiros anos  do séc. XX migrou para Almada.
A fotografia é de Julho 1977.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Folheto, frente e verso, de uma realização da Comissão Cultural da Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense em Fevereiro de 1968.
No caso, tratava-se de uma mostra fotográfica de Eduardo Gageiro.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Capa e contra-capa do programa do Carnaval de 1965 no Ginásio Clube do Sul.
Na contra-capa  já vem anunciado o dia do "Grandioso Baile da Pinhata", o grande e tradicional baile que se realizava depois do Carnaval. Tempos em que as colectividades de cultura e recreio do concelho de Almada se enchiam de foliões, fulionas e curiosos para festejar e viver os dias e sobretudo as noites carnavalescas.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Loja do Ângelo, aqui lembrada num anúncio dos anos 60. Uma loja de lanifícios, confecções e pronto vestir que foi referência para muita gente na Rua Capitão Leitão, zona de Almada antiga.
Uma loja que ainda está na memória de muitos almadenses que viveram a  Almada que conhecemos com dinamismo comercial e social, onde os almadenses não se sentiam deslocados e estranhos.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Imagem parcial das "Terras da Costa" e de edifícios da Costa da Caparica em Setembro 1979, já com as "torres Europa" erguidas.
Nesta data ainda estas terras não tinham sido "poluídas democraticamente" pelos vergonhosos "bairros residenciais" de barracas, nas barbas dos autarcas e governantes democratas, justos defensores do ambiente e promotores da dignidade das pessoas.  

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Fotografia de 16 jovens almadenses em 1942, publicada no Memorial comemorativo da inauguração da sede social da Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense.
Gente que na data teria 9-10 anos de idade.
Haverá quem identifique alguém ou se reconheça?

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Uma oportunidade a não perder, dia 27 de Janeiro de 2016 às 16 horas, por quem estiver interessado em conhecer a vida no Ginjal de outrora.
O Ginjal foi interessante local de Almada na margem esquerda do rio Tejo, muito visitado então por lisboetas, pelas suas atracções gastronómicas - bons restaurantes - complementadas com uma vista fabulosa do rio e de Lisboa.
No Ginjal, para trás ficaram também as suas indústrias, apetrechamento de navios e armazéns de exportação de vinhos e derivados, bem como de azeites.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Ginjal no Outono de 1979, na zona do Ponto Final, vendo-se no morro o miradouro  e acima deste o arvoredo  pertencente à Casa da Cerca.
Na data ainda não havia o elevador "elefante branco".

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Cabeçalho do Boletim "Comunicado nº 11", publicado pela Academia Almadense em 27 de Março de 1958, por ocasião da comemoração dos 63 anos da colectividade.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Mostra parcial de papel de embrulho de uma casa comercial - Simões & Figueiredo "Tudo Para Vestir" - que existiu há alguns bons anos (provavelmente década de 50, início de 60  do séc XX), com os números de polícia 4B e 4C na antiga Avenida  D. Afonso Henriques.
O prédio a que corresponde o actual nº 4 não tem quaisquer espaço comercial. Poderá ter sido remodelado ou outra numeração prevalecia à época.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

"Mestre Zé" de seu nome José da Silva Pinho, faleceu no dia 30 de Dezembro de 2015 com 90 anos de idade, tendo-se realizado o funeral no dia 31 de Dezembro.
Devido à quadra natalícia/fim de ano e por ausência, seus antigos convivas de café e amigos não tiveram conhecimento da ocorrência.
Desde criança até à idade de reforma, em 1983 por invalidez, a vida de Mestre Zé foi vivida sobre as águas do Tejo.
Era um homem com uma paixão especial pelo rio Tejo e por barcos. Tinha numerosas fotografias e postais de embarcações de diversos tipos: barcos de guerra, paquetes, veleiros, iates, fragatas, faluas, varinos, lanchas, rebocadores, cargueiros, cacilheiros, etc... etc.  
Mestre Zé não se limitava às fotos das embarçações. Era também possuidor de livros sobre as mesmas e de vastos conhecimentos adquiridos, que disponibilizava a quem o abordava sobre a temática.
A publicação cacilhense "O Pharol" no seu nº 26  Ano 10, de Dezembro de 2014 publicou um artigo de homenagem a este simpático cidadão, da autoria de Luís Filipe Bayó Veiga:  "Mestre Zé - Uma Vida sulcando o Tejo entre fragatas, batelões e rebocadores...".
Este blogue dedicou a Mestre Zé um post em 23 de Fevereiro de 2013.
 
A fotografia acima, publicada em "O Pharol", é de Luís Filipe Bayó Veiga

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

O edifício mais alto na fotografia é a sede social da Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense na rua Capitão Leitão - o Cine-Teatro - inaugurado em 20 de Setembro de 1942. Os imóveis anexos para aquém deste foram adquiridos pela Academia para posteriormente ampliar as suas instalações, onde actualmente se encontra edificado o seu "cinema novo", inaugurado em 11 de Novembro de 1974.
A Academia Almadense foi fundada em 27 de Março de 1895 numa loja da rua Capitão Leitão.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Orla  parcial da Costa de Caparica num passado recente, Setembro de 2008, com o Restaurante  " Barbas" ainda em actividade por pouco tempo. À direta na fotografia e antes do "Barbas" vê-se o Snack-bar "Ondeando" com a sua pequena esplanada em funcionamento.
Nesta data já o Polis andava a alterar sem requalificar a frente de praias urbanas da Costa da Caparica.
Hoje vê-se o resultado dessa requalificação fiasco. 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Exemplar da capa para o programa da Festa de Natal de 1963 do Externato Frei Luís de Sousa, realizada no Salão de Festas da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense.
As capas foram impressas na Gráfica Almadense Lda, a partir de uma gravura da autoria da Professora Ilda Maria da disciplina Geometria Descritiva.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Realizou-se hoje para o cemitério de Almada o funeral de Aníbal Cardoso da Silva, "o Viola", que foi um grande desportista na sua juventude, ao serviço do Almada Atlético Clube na modalidade de andebol, quer de 11 quer de 7.
O Aníbal, foi Oficial da Marinha Mercante, era natural de Almada, nasceu a 24 de Janeiro de 1937 e aqui sempre residiu.
"Viola", como muita gente o conhecia e apelidava, foi herdado do pai, o José "Viola", trabalhador da Companhia Portuguesa de Pesca, no Olho de Boi - Almada.

Um abraço Aníbal.


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

 
O coreto existente no Jardim da Cova da Piedade, numa fotografia dos anos 70.
Já se encontrava degradado. Agora depois de quatro décadas de designado poder local democrático a ausência de conservação persiste.
Assim se conserva o património edificado.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Vive Almada

A banda da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense saiu hoje de manhã à rua para saudar as pessoas. Na Praça da Renovação interpretou canções de Natal e foi alvo da admiração de quem passava.
Na esplanada onde me encontrava, um sócio da Incrível com mais de oitenta anos de idade estava sentado, rodou a cadeira para ficar de frente para ver e ouvir a banda e com emotividade natural dizia: " sou o sócio nº....., toda a minha família era Incrível" e, não conteve as lágrimas. Depois disse: "sempre que vejo a banda da Incrível a tocar, choro".

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Coisas de Gente Que Viveu e Vive Almada

Esta foi a prova nacional da 1ªchamada da disciplina Organização Política e Administrativa da Nação que os alunos do então 7º ano liceal tiveram de fazer nos exames do ano de 1965, e que, como é lógico, os alunos de Almada que frequentavam os liceus ou colégios liceais também fizeram.
O antigo 7º ano liceal corresponde actualmente ao 11º ano.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

"Espingardaria A SELVA", um estabelecimento comercial que existiu  junto ao Mercado de Almada, onde caçadores e pescadores encontravam o que desejavam para as suas actividades.
O anúncio é de 1968.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

A antiga Avenida Bento Gonçalves que ligava Almada ao Centro Sul, na Cova da Piedade, em Fevereiro de 1994.
Actualmente é uma ex-avenida, já que a avenida foi mutilada e desfigurada pela implantação de uma via férrea dupla a meio, onde circula um inútil comboio e com faixas de rodagem reduzidas para uma ou duas em cada sentido, quando anteriormente tinha três faixas de rodagem num sentido e noutro.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Realizou-se hoje o funeral de Arménio Maria Duarte, da Igreja Nova da Cova da Piedade para o cemitério da Quinta do Conde onde o corpo foi cremado.
Natural do Algarve, mas há muitos anos radicado na Cova da Piedade, pela sua personalidade e vontade de viver a vida num relacionamento cordial  com todos, granjeou numerosos amigos entre a comunidade almadense.
Arménio Maria Duarte era presença frequente pelas tardes, em tertúlia de amigos na Casa do Benfica em Almada.
 

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Na segunda metade da década de 90 a Ponte 25 de Abril (Ponte Salazar) foi submetida a trabalhos de reforço da sua estrutura e conservação para receber a circulação de comboios.
A imagem mostra-nos essa intervenção já com o segundo cabo de sustentação instalado e a fase dos trabalhos quando a curvatura do vão central se apresentava diminuída.
A circulação automóvel manteve-se sempre durante todo o decurso dos trabalhos.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Programa de um Serão Cultural  da Academia Almadense, realizado em 20 de Fevereiro de 1968 integralmente preenchido pelo Grupo Cénico do Clube Philips, com actuação dividida em 3 Partes: Poesia e Movimento, Concerto de Philicorda (órgão electrónico) e Variedades.
Estes serões culturais eram destinados aos associados das colectividades e público em geral.

sábado, 31 de outubro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada

Um anúncio de outros tempos do Ginásio Club do Sul, divulgando a realização de  um "deslumbrante baile" por acasião dos festejos da vila  em honra de S. João Baptista ( dia de S. João é 24 de Junho), o padroeiro do concelho de Almada.
Eram tempos em que clubes e outras colectividades realizavam bailes com frequência e as salas ou recintos se enchiam de gente de todas as idades, uma vez que estas festas eram dirigidas à população sem qualquer "apartheid" sócio-económico ou político.
Não faltavam os "manjericos" com o seu aroma natural, estamos nesta data nos "santos populares", que muita gente cultivava em pequenos ou grandes vasos de barro.
O Ginásio Club do Sul havia sido fundado em 17 de Maio de 1920.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Coisas de Almada e da Gente Que Vive Almada

A antiga Avenida de D. Afonso Henriques numa fase intermédia da sua destruição ( e de Almada cidade) pela Câmara Municipal de Almada para implantar o comboio designado por MST, que só trouxe efeitos negativos à actividade económica na cidade e complicou a vida aos almadenses e a quem pretende deslocar-se quer de automóvel ou a pé, para além dos enormes custos para os contribuintes: pagar o funcionamento de um meio de transporte deficitário, porque só transporta diariamente cerca de 40% do número de passageiros  com que o pintaram, para justificar a destruição de Almada.
A foto é de 29 de Outubro de 2007.

sábado, 24 de outubro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Integrada nas comemorações dos seus 167 anos, a Sociedade Filarmónica Incrível Almadense prestou hoje homenagem, com o descerramento de uma placa comemorativa do centenário do seu nascimento, no edifício sede, a António Henriques, seu ilustre associado e dirigente falecido em 1992.
No Salão de Festas, a Banda da Incrível Almadense associou-se à efeméride com mais uma actuação, desta vez dirigida pela maestrina Fátima Pires.
O Dr. Alexandre Flores foi  orador da cerimónia com uma dissertação sobre o perfil e personalidade do homenageado.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio de 1977 desta  óptica almadense com 60 anos, de portas abertas no mesmo local - Praça da Renovação - fundada por D. Manuel Fernandez Pombar, natural de San Xoán, aldeia de Moura, concelho de Nogueira de Ramuin, (tierra de afiladores e paragueros) , Província de Ourense, Galiza (Comunidade Autónoma).
D. Manuel Fernandez Pombar tinha dois irmãos que também se radicaram em Almada: Faustino Fernandez Pombar, dono da Fotal - casa de artigos fotográficos junto ao Mercado de Almada, na Rua Bernardo Francisco da Costa nº 70 e Félix Fernandez Pombar, dono da casa de guarda-chuvas, tesouras e facas, ao lado da Fotal no nº 72 da mesma rua.