domingo, 26 de junho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Piscina da SFUAP, na Cova da Piedade, em 1966 vendo-se as traseiras do Palácio de António José Gomes, industrial moageiro nascido na Cova da Piedade. Nas traseiras do Palácio ficava a quinta do Palácio. Localmente ainda se podem ver construções da quinta  e duas noras, tudo votado a um lamentável estado de abandono por parte da Câmara Municipal de Almada.
 Após Abril de 1974 o Palácio foi ocupado por forças populares e consta, saqueado parte do recheio.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Há vinte e cinco anos a Procissão de S. João ainda se fazia aqui numa avenida. Depois gente (in)capacitada da inteligência política, achou por muito bem destruir as grandes avenidas de Almada onde decorriam os eventos festivos da cidade.
Actualmente, neste local e em outros da cidade a Procissão percorre corredores de veículos automóveis, porque Almada deixou de ter Avenidas por decisão do município para dilacerar a cidade com uma via férrea dupla no centro do seu eixo rodoviário.

domingo, 19 de junho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Postal fotográfico da margem esquerda do Rio Tejo, anterior a 1981, mostrando uma vasta área com a Praça da Portagem da Ponte Salazar e o monumento a Cristo-Rei. Muitas diferenças quando comparado com uma fotografia actual abrangendo a mesma zona.
A praça da portagem ainda tinha as portagens nos dois sentidos, tendo sido retirado o pagamento no sentido Lisboa-Almada (passou a pagar-se em duplicado no sentido Almada-Lisboa) na governação de Francisco Pinto Balsemão iniciada em 1981.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada

Refeitório do Seminário de Almada em postal enviado por um seminarista a estudar aqui, a um seu superior hierárquico do Seminário de Santarém. Estávamos em Novembro de 1947.

domingo, 5 de junho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio  publicado no Jornal de Almada em Abril de 1977 a este auto-serviço que foi muito útil à população de Almada de então e não destruiu o comércio local, como actualmente acontece com as grandes superfícies comerciais. Funcionava na cave do Centro Comercial Sommer.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Postal com imagem parcial  onde está hoje a Praça de Gil Vicente em final dos anos 50/início dos anos 60. Todas as construções  em primeiro plano já desapareceram. O edifício ao centro corresponde mais ou menos ao local onde estiveram até há poucos anos os Grandes Armazéns de Almada (tecidos e vestuário) e  uma estação de combustíveis.
À direita onde caminham duas pessoas, o acesso à Rua D. Maria da Silva e Rua Cte António Feio. À esquerda vê-se a entrada da Rua Bernardo Francisco da Costa.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Costa da Caparica, ano 2007, local onde os pescadores guardavam, armazenavam e consertavam os apetrechos de pesca antes da intervenção Polis.

sábado, 14 de maio de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Luís Filipe Bayó e Modesto Viegas apresentam mais um Documentário Multimédia sobre Lisboa no próximo dia 19 de Maio na FNAC - Chiado.
Luís Filipe Bayó vive em Almada e Modesto Viegas residiu e estudou o secundário em Almada.
 
"Não há futuro sem memória!
 
Caminhando pelas ruas das zonas mais tradicionais de Lisboa, olhemos os prédios e as lojas de comércio antigas que ainda sobrevivem, com o respeito que merecem!
Transmitem-nos carácter e uma identidade própria de uma época, através das suas fachadas de azulejos, da singularidade das suas varandas e marquises, da harmonia das suas janelas e portas, das lápides evocativas, das caixas de correio, dos registos religiosos, das placas foreiras, dos números de polícia, das bandeiras de porta, dos “entalados”, dos batentes e campainhas, dos respiradouros, das placas publicitárias, dos relógios de rua, etc…
Sobre este conjunto de pormenores, ameaçados a desaparecerem pela lei inexorável dos tempos modernos, registaram-se milhares de imagens para memória futura.
Mesmo que já conheça alguns, terá agora a oportunidade de conhecer muitos mais."
 
Aqui fica o convite.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Fotografia de Setembro 1979, quando este local, a Fonte da Pipa e envolvente, estava a ser intervencionado com obras de reabilitação e conservação.
Esta fonte secular do concelho de Almada, próxima ao Olho de Boi, teve uma grande intervenção no séc. XVIII (reinado de D. João V), que lhe deu o aspecto actual com as quatro bicas e o brasão.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Vive Almada

Na próxima 4ª Feira, 11 de Maio às 16 horas na ARPIFC em Cacilhas, José António Santos faz mais uma apresentação da sua Magia do Vinil - "Uma viagem pela música dos anos 60".
Uma oportunidade a não perder por quem viveu (e não só) esses gloriosos anos, para lembrar factos, cantores, cantoras e ouvir  música que marcou uma época da geração nascida na e após a 2ª Guerra Mundial - a geração  "Baby Boomer"
A entrada é livre.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Festa de lançamento do Renault 19, na garagem/oficina do então concessionário para o concelho de Almada - Beira Rio Comércio e Industria de Automóveis, Lda - na Cova da Piedade em 1988.
Na fotografia à esquerda está o Sr. Rodrigo Zagallo e Melo, sócio-gerente do concessionário.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

A Rua de Lopes de Mendonça no Pragal, em Julho de 2007, antes de ser mutilada pelo comboio municipal - o apelidado MST - que veio destruir a cidade de Almada e consome anualmente milhões de euros aos contribuintes em indemnização compensatória à concessionária, por falta de passageiros.

domingo, 1 de maio de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Imagem em Almada, na rua Dr. Oliveira Salazar actual rua da Liberdade, da manifestação popular do 1º de Maio de 1974.
A fotografia foi captada a meio do percurso da rua, que fica actualmente após a rotunda do Pombal, no sentido Cova da Piedade-Almada (ascendente). Na época, nesta rua o trânsito rodoviário fazia-se ainda nos dois sentidos.
À esquerda bem como à direita vêem-se edificações que já não existem.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Quando a frente urbana de praias da Costa da Caparica era colorida, natural e não tinha uma paisagem monótona clonada de contentores.
Era a praia das pessoas onde a unicidade de construção não poluía a paisagem nem a mente.
Estávamos  em 1977, quando ainda muitos cidadãos acreditavam em algumas virtudes vendidas por  subinteligências .

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Não deixa de ser uma curiosidade intrigante a diferença entre as fotografias feitas em 1978 à esquerda e 2016 à direita. O local é o mesmo , nº da porta é o mesmo, a entrada do Pátio do Prior  está lá, mas algumas coisas mudaram. Isto é, há coisas que não são as mesmas. A côr da porta é o menos importante, a beneficiação em  torno dos azulejos também não é importante, os cabos de energia eléctrica ou de outra coisa qualquer também não.
O que sobressai é que os azulejos não são os mesmos!
Quem foi o (a) interessado (a) ou zelador (a) pelo património que tomou a decisão de fazer substituir o original por uma má réplica/cópia?
Onde foi parar o original?
Não deixa de ser intrigante como em plena (?) democracia haja quem cuide assim do que é de todos, quando havia muitos anos que aqueles lá estavam.
Terá sido porque os ladrões aumentaram com a democracia? e então ..há que guardar o que  antes nunca tinha sido roubado? Que democracia?
Disseram-nos que após 25 de Abril de 1974 alguém ou um poder democrático de Abril quis tirar de lá os azulejos sem dar cavaco ao proprietário do imóvel. Este avisado fez esse alguém/poder democrático voltar atrás e repor o conjunto que não lhe pertencia? Foi assim? O remate de corte em torno parece sugerir isso.
Não afirmo nada. Digo parece, questiono, faço perguntas, mas isto passa despercebido a muita gente, não existisse/tenhamos visto esta foto de 1978 divulgada agora.
Com as duas fotos lado a lado, 1978-2016, é possível que as diferenças encontradas sejam mais do que sete.
No século passado o vespertino Diário Popular publicava um passatempo com dois desenhos que pareciam iguais, para os leitores descobrirem as sete diferenças entre eles.
Aqui, não há sete, parece ser mais. Será?
Quais terão sido as motivações?

domingo, 3 de abril de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Entrada do Pátio do Prior do Crato, o Pátio da Boca do Vento como foi e é conhecido este local pelos naturais de Almada mais idosos, em fotografia de 1978.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Na Costa da Caparica o estabelecimento de banhos Paraíso, na versão pouco tempo antes das obras do famoso, polémico e inteligente programa Polis.

terça-feira, 22 de março de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

 
 
No final dos anos 60 a Cervejaria Crisógono, na Cova da Piedade, foi ponto de encontro e referência de muita gente do concelho de Almada para refeições e convívio pela noite dentro, a pretexto de beber umas imperiais a acompanhar bitoques, cachorros, pregos, um bife ou mariscos.
Dispunha de um salão no primeiro andar, o salão de banquetes e casamentos, onde em datas carnavalescas ou de fim de ano, eram por vezes organizados bailes e festas por convites entre clientes e amigos.
Encerrou posteriormente a 1974 para dar lugar a uma agência bancária ( União de Bancos ? ) e depois passou a sediar os rituais de uma igreja.
Este anúncio é dos últimos anos da década de 60.

domingo, 20 de março de 2016

Gente de Almada Gente Que Viveu Almada

 
Orlando Avelar faleceu ontem com 94 anos. Seu corpo encontra-se na Igreja de Almada e o funeral realiza-se amanhã pelas 10.00 h.
Orlando Avelar  nasceu em Almada no dia 26 de Julho de 1921. Nesta sua terra foi um distinto desportista no atletismo e no andebol. Foi ainda treinador de andebol no Ginásio Clube do Sul e no Clube Desportivo da Cova da Piedade. Também praticou natação e basquetebol.
No atletismo representou o União Sport Clube Almadense e o Sporting Clube de Portugal. Foi um dos iniciadores da prática de andebol em Almada, representando o Almada Atlético Clube, tendo representado a selecção de andebol de Lisboa e vestido duas vezes a camisola da selecção nacional de andebol em jogos com a Espanha e a Suíça.
Depois de deixar a actividade desportiva, em Novembro de 1957 emigrou para os Estados Unidos da América do Norte, onde foi funcionário da Embaixada de Portugal em Washington. Aqui e com amigos fundou o Clube Português de Washington.
Orlando Avelar era um cidadão de excelentes e naturais qualidades pessoais, admirado e respeitado por todos os que com ele conviviam quer quando praticou desporto, quer nas relações sociais ao longo da sua vida, cultivando sempre e naturalmente a moderação e a modéstia.

sábado, 19 de março de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Rua D. José de Mascarenhas, a rua do "velho" Hospital de Almada na primeira metade do Séc. xx. À esquerda as três primeiras janelas com grades são do edifício dos actuais Paços do Concelho. Neste edifício funcionou o Tribunal de Almada, anterior ao edifício que posteriormente foi construído no então denominado Largo Comandante Sá Linhares (actual Largo Gabriel Pedro).
Também no edifício  dos Paços do Concelho, onde funcionou o Tribunal, a prisão de Almada ocupava o rés-do-chão, correspondendo na fotografia ao piso das janelas com grades à esquerda. Os presos penduravam, através das grades com um cordel, latas que se podem observar na fotografia, a pedirem aos passantes uma moedinha.

terça-feira, 15 de março de 2016

Coisas de Almada e Gente Que Viveu e Vive Almada

As famílias de Cacilhas, Feio e Fernandes assistindo do prédio onde residiam à passagem da  tradicional procissão em honra de Nossa Senhora do Bom Sucesso, no dia 1 de Novembro de 1968.
Este edifício já não existe. Situava-se no local do prédio onde posteriormente funcionou uma loja-oficina de venda e montagem de pneus.

sábado, 12 de março de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Passeio pedonal junto à praia na Costa da Caparica pouco antes do assalto Programa Polis, com as instalações do restaurante "Delícias da Praia" ainda a funcionarem, em primeiro plano.
Ao fundo e à direita vê-se as instalações do antigo banheiro Bexiga e mais atrás o edifício do bar  e restaurante Belo Horizonte.
Foi em Março de 2007.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Boletim de Voto da Lista A - candidatos a Deputados pelo Círculo Eleitoral de Setúbal - proposta pela  Acção Nacional Popular às eleições legislativas de 1973 que se realizaram no dia 28 de Outubro desse ano. Foram as últimas realizadas durante a vigência da   Constituição de 1933.
Nestas eleições foram eleitos 150 deputados para a Assembleia Nacional, todos da Acção Nacional Popular.  A Oposição Democrática desistiu por considerar que não existiam condições para a realização de eleições livres.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

No princípio dos anos 70 era este o aspecto da parte superior do portão da entrada que dava acesso às construções antigas anexas à Capela da Ramalha.
Posteriormente deixaram cair alguns destes azulejos, de vez em quando...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Modelo de bilhete de identidade de estudante, no ano lectivo 1965-1966, utilizado  pela Empresa de Camionetes Piedense, Lda  (privada) para conceder  um bónus de 50% nas suas carreiras dos dias úteis.
Os estudantes usufruíam do desconto em todas as carreira da empresa e percursos.
Este bónus era concedido a estudantes de qualquer grau de ensino e independente da situação económica.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Almada e Cova da Piedade. Para cá do veículo de carga estacionado é Almada, para lá é Cova da Piedade. A fotografia mostra uma parte da Av. Prof. Egas Moniz. As construções antigas à esquerda de que se vêem os telhados já não existem. Eram edifícios de uma quinta pertencente a António Joaquim, um beirão natural de Sorgaçosa, concelho de Arganil, que nos primeiros anos  do séc. XX migrou para Almada.
A fotografia é de Julho 1977.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Folheto, frente e verso, de uma realização da Comissão Cultural da Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense em Fevereiro de 1968.
No caso, tratava-se de uma mostra fotográfica de Eduardo Gageiro.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Capa e contra-capa do programa do Carnaval de 1965 no Ginásio Clube do Sul.
Na contra-capa  já vem anunciado o dia do "Grandioso Baile da Pinhata", o grande e tradicional baile que se realizava depois do Carnaval. Tempos em que as colectividades de cultura e recreio do concelho de Almada se enchiam de foliões, fulionas e curiosos para festejar e viver os dias e sobretudo as noites carnavalescas.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Loja do Ângelo, aqui lembrada num anúncio dos anos 60. Uma loja de lanifícios, confecções e pronto vestir que foi referência para muita gente na Rua Capitão Leitão, zona de Almada antiga.
Uma loja que ainda está na memória de muitos almadenses que viveram a  Almada que conhecemos com dinamismo comercial e social, onde os almadenses não se sentiam deslocados e estranhos.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Imagem parcial das "Terras da Costa" e de edifícios da Costa da Caparica em Setembro 1979, já com as "torres Europa" erguidas.
Nesta data ainda estas terras não tinham sido "poluídas democraticamente" pelos vergonhosos "bairros residenciais" de barracas, nas barbas dos autarcas e governantes democratas, justos defensores do ambiente e promotores da dignidade das pessoas.