quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Almada, local onde foi construído o designado Teatro Azul, na segunda metade dos anos 70. Esta imagem foi captada anteriormente a outra aqui divulgada em 23 de Maio de 2012. Para além de diferenças nas construções em fundo, nesta vê-se o pórtico da Lisnave à direita.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Trafaria em postal da década de 50 junto ao cais fluvial de embarque/desembarque de passageiros e de onde partiam as camionetas da Piedense que faziam a carreira Trafaria-Costa da Caparica-Trafaria.
Actualmente esta área já não dispõe dos estabelecimentos que se vêem à direita, nem tem este aspecto.

domingo, 18 de setembro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada

A fábrica de moagem Gomes no Caramujo, Cova da Piedade, num postal de princípios do Séc XX.

sábado, 17 de setembro de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada


Muros limpos na Rua Cidade de Ostrava - Almada em Fevereiro de 1994. Um contraste com o que vemos agora no local e por todo o concelho de Almada onde não há parede, muro ou fachada de prédio que não esteja vandalizado por gente que manifesta uma  necessidade de auto-afirmação social e um certo narcisismo, poluindo e conspurcando a paisagem.

sábado, 3 de setembro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada



Bar Ondeando e respectiva esplanada, ficavam junto ao restaurante Barbas, na orla da praia da Costa de Caparica. Embora não dispondo das melhores condições de acordo com padrões exigíveis para o caso, constituíam um lugar simpático e agradável espaço para desfrutar, em fim de tarde, de momentos agradáveis em pleno paredão da praia, observando os passantes, a praia, o Atlântico e o pôr-de-Sol da Caparica.
A imagem foi captada quando o desastrado  programa Polis já fazia o cerco ao local.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Durante muitos anos do século passado a recolha e distribuição da correspondência postal no concelho de Almada  era feita por uma viatura dos CTT de cor vermelha - a auto-ambulância postal - com itinerário e horário pré-estabelecido. 
Certamente muitos almadenses ainda se recordam de ver essa viatura estacionar na Praça da Renovação, junto ao marco (de cor vermelha) de depósito de correspondência aí existente, frente à Estação dos CTT. 
Aqui temos o itinerário e horário em vigor  no ano de 1968.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Jantar de rotários de Almada no Restaurante Floresta do Ginjal em Cacilhas, nos anos 50.
Reconhecem-se na imagem os rotários Sr. Azevedo que era dono dos estabelecimentos "Oculista Azevedo", na Praça da Renovação 7-B, esquina da Rua Fernão Lopes e Papelaria Azevedo com entrada pela Rua Fernão Lopes e, o Sr. Rodrigo António Zagallo e Melo, sócio gerente da empresa  Transportes Beira-Rio Lda, na Cova da Piedade.

domingo, 7 de agosto de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Aspecto parcial da Praça de Gil Vicente em Março de 2007 já em agonia, para substituição de toda a sua zona verde e da fonte luminosa pelo trambolho de pedra que serve de apeadeiro ao comboio MST.
O útil deu lugar ao inútil e inestético, que alterou as condições climatéricas e ambientais na zona.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada



Esta ponte, que liga Almada a Lisboa sobre o rio Tejo, completa amanhã,  dia 6 de Agosto de 2016, 50 anos ao serviço dos utilizadores e do país. Foi mandada construir pelo governo de então da República Portuguesa, presidido pelo Prof. Dr. António de Oliveira Salazar e inaugurada no dia 6 de Agosto de 1966 pelo Presidente da República Almirante Américo de Deus Rodrigues Tomás, na presença do Presidente do Conselho de Ministros, de todo o Governo, do Cardeal Gonçalves Cerejeira e outras entidades civis e militares, bem como muito povo.
Foi-lhe dado o nome do Chefe do Governo à data. Portanto ficou a ser designada por Ponte Salazar.
É esta ponte na imagem, embora tendo já recebido posteriormente obras de adaptação para receber via férrea, então baptizada por  Ponte Salazar naquele dia 6 de Agosto de 1966 que completa amanhã 50 anos, os quais estão a ser comemorados.
A designação Ponte 25 de Abril foi-lhe dada após o Movimento das Forças Armadas de 25 de Abril de 1974 ter saído vitorioso.
Portanto, em verdade, não se comemoram 50 anos de uma Ponte 25 de Abril mas, sim, 50 anos da ponte sobre o rio Tejo, inaugurada a 6 de Agosto de 1966, baptizada de Ponte Salazar cujo nome foi mudado depois de Abril de 1974 para Ponte 25 de Abril. 
A futura passagem de comboios nesta ponte sobre o rio Tejo já estava prevista aquando da inauguração. Sob a Praça da Portagem ficou construído o túnel para a passagem de comboios.

domingo, 31 de julho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Os estabelecimentos SPAR de géneros alimentícios e outros produtos para o lar, correspondiam ao que as antigas mercearias vendiam, foram talvez os primeiros ou dos primeiros auto-serviços do género em Almada.
Eram propriedade de Joaquim Cabral que foi um bom enfermeiro, de profissão, antes de se dedicar a esta actividade.
Previamente aos estabelecimentos SPAR, Joaquim Cabral foi dono de uma mercearia localizada onde depois abriu a Pastelaria Páscoa na Av. de D. Nuno Álvares Pereira.
O anúncio é dos anos 60.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada

A banhos na Costa da Caparica, a praia do concelho de Almada,  nos anos 40 do séc. XX quando a "Praia do Sol"  como  então se apelidava a praia da Costa da Caparica era estância de turismo no Verão e atracção para portugueses de qualquer ponto do território nacional gozarem férias.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Folheto anúncio do restaurante "Gonçalves" no Ginjal em Cacilhas e do tempo em que esta zona do concelho ainda conseguia atrair gente de Lisboa, para almoçar ou jantar na margem esquerda do Tejo com uma fabulosa vista para a capital.
Veio o poder democrático local e Almada começou a perder atractivos, a Costa da Caparica a deixar de ser a "Praia do Sol" de outros tempos e o Ginjal a degradar-se, os seus restaurantes a fecharem, até que ficou em ruínas tal qual hoje o vemos.
Não foi por acaso que o centro de Almada deixou de ter vida, grande número de lojas fecharam, os almadenses não se vêem no espaço público e muitos até deixaram Almada.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Vista parcial da Trafaria em postal do início do séc XX - primeira década - onde vê à direita parte da estrada de acesso vindo da Costa de Caparica. Ao fundo é perfeitamente visível a torre da Igreja. 

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Gente de Almada Gente Que Viveu Almada



Realizou-se hoje o funeral do agente da PSP reformado "Nisa", que prestou serviço na esquadra de Almada desde 29 de Abril de 1954  servindo a vila, depois cidade e sua população até à passagem à reforma.
"Nisa" não era seu nome, mas foi com o nome da terra de origem que este cidadão ficou conhecido entre os camaradas da PSP e a população do concelho de Almada, terra que abraçou e onde sempre viveu desde que aqui chegou.
Até há pouco tempo encontrava-se regularmente com almadenses pelas manhãs, na Praça da Renovação, em tertúlia à volta de uma mesa de café.
Tinha 86 anos.

domingo, 26 de junho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Piscina da SFUAP, na Cova da Piedade, em 1966 vendo-se as traseiras do Palácio de António José Gomes, industrial moageiro nascido na Cova da Piedade. Nas traseiras do Palácio ficava a quinta do Palácio. Localmente ainda se podem ver construções da quinta  e duas noras, tudo votado a um lamentável estado de abandono por parte da Câmara Municipal de Almada.
 Após Abril de 1974 o Palácio foi ocupado por forças populares e consta, saqueado parte do recheio.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Há vinte e cinco anos a Procissão de S. João ainda se fazia aqui numa avenida. Depois gente (in)capacitada da inteligência política, achou por muito bem destruir as grandes avenidas de Almada onde decorriam os eventos festivos da cidade.
Actualmente, neste local e em outros da cidade a Procissão percorre corredores de veículos automóveis, porque Almada deixou de ter Avenidas por decisão do município para dilacerar a cidade com uma via férrea dupla no centro do seu eixo rodoviário.

domingo, 19 de junho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Postal fotográfico da margem esquerda do Rio Tejo, anterior a 1981, mostrando uma vasta área com a Praça da Portagem da Ponte Salazar e o monumento a Cristo-Rei. Muitas diferenças quando comparado com uma fotografia actual abrangendo a mesma zona.
A praça da portagem ainda tinha as portagens nos dois sentidos, tendo sido retirado o pagamento no sentido Lisboa-Almada (passou a pagar-se em duplicado no sentido Almada-Lisboa) na governação de Francisco Pinto Balsemão iniciada em 1981.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada

Refeitório do Seminário de Almada em postal enviado por um seminarista a estudar aqui, a um seu superior hierárquico do Seminário de Santarém. Estávamos em Novembro de 1947.

domingo, 5 de junho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio  publicado no Jornal de Almada em Abril de 1977 a este auto-serviço que foi muito útil à população de Almada de então e não destruiu o comércio local, como actualmente acontece com as grandes superfícies comerciais. Funcionava na cave do Centro Comercial Sommer.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Postal com imagem parcial  onde está hoje a Praça de Gil Vicente em final dos anos 50/início dos anos 60. Todas as construções  em primeiro plano já desapareceram. O edifício ao centro corresponde mais ou menos ao local onde estiveram até há poucos anos os Grandes Armazéns de Almada (tecidos e vestuário) e  uma estação de combustíveis.
À direita onde caminham duas pessoas, o acesso à Rua D. Maria da Silva e Rua Cte António Feio. À esquerda vê-se a entrada da Rua Bernardo Francisco da Costa.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Costa da Caparica, ano 2007, local onde os pescadores guardavam, armazenavam e consertavam os apetrechos de pesca antes da intervenção Polis.

sábado, 14 de maio de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Luís Filipe Bayó e Modesto Viegas apresentam mais um Documentário Multimédia sobre Lisboa no próximo dia 19 de Maio na FNAC - Chiado.
Luís Filipe Bayó vive em Almada e Modesto Viegas residiu e estudou o secundário em Almada.
 
"Não há futuro sem memória!
 
Caminhando pelas ruas das zonas mais tradicionais de Lisboa, olhemos os prédios e as lojas de comércio antigas que ainda sobrevivem, com o respeito que merecem!
Transmitem-nos carácter e uma identidade própria de uma época, através das suas fachadas de azulejos, da singularidade das suas varandas e marquises, da harmonia das suas janelas e portas, das lápides evocativas, das caixas de correio, dos registos religiosos, das placas foreiras, dos números de polícia, das bandeiras de porta, dos “entalados”, dos batentes e campainhas, dos respiradouros, das placas publicitárias, dos relógios de rua, etc…
Sobre este conjunto de pormenores, ameaçados a desaparecerem pela lei inexorável dos tempos modernos, registaram-se milhares de imagens para memória futura.
Mesmo que já conheça alguns, terá agora a oportunidade de conhecer muitos mais."
 
Aqui fica o convite.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Fotografia de Setembro 1979, quando este local, a Fonte da Pipa e envolvente, estava a ser intervencionado com obras de reabilitação e conservação.
Esta fonte secular do concelho de Almada, próxima ao Olho de Boi, teve uma grande intervenção no séc. XVIII (reinado de D. João V), que lhe deu o aspecto actual com as quatro bicas e o brasão.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Vive Almada

Na próxima 4ª Feira, 11 de Maio às 16 horas na ARPIFC em Cacilhas, José António Santos faz mais uma apresentação da sua Magia do Vinil - "Uma viagem pela música dos anos 60".
Uma oportunidade a não perder por quem viveu (e não só) esses gloriosos anos, para lembrar factos, cantores, cantoras e ouvir  música que marcou uma época da geração nascida na e após a 2ª Guerra Mundial - a geração  "Baby Boomer"
A entrada é livre.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Festa de lançamento do Renault 19, na garagem/oficina do então concessionário para o concelho de Almada - Beira Rio Comércio e Industria de Automóveis, Lda - na Cova da Piedade em 1988.
Na fotografia à esquerda está o Sr. Rodrigo Zagallo e Melo, sócio-gerente do concessionário.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

A Rua de Lopes de Mendonça no Pragal, em Julho de 2007, antes de ser mutilada pelo comboio municipal - o apelidado MST - que veio destruir a cidade de Almada e consome anualmente milhões de euros aos contribuintes em indemnização compensatória à concessionária, por falta de passageiros.

domingo, 1 de maio de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Imagem em Almada, na rua Dr. Oliveira Salazar actual rua da Liberdade, da manifestação popular do 1º de Maio de 1974.
A fotografia foi captada a meio do percurso da rua, que fica actualmente após a rotunda do Pombal, no sentido Cova da Piedade-Almada (ascendente). Na época, nesta rua o trânsito rodoviário fazia-se ainda nos dois sentidos.
À esquerda bem como à direita vêem-se edificações que já não existem.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Quando a frente urbana de praias da Costa da Caparica era colorida, natural e não tinha uma paisagem monótona clonada de contentores.
Era a praia das pessoas onde a unicidade de construção não poluía a paisagem nem a mente.
Estávamos  em 1977, quando ainda muitos cidadãos acreditavam em algumas virtudes vendidas por  subinteligências .

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Não deixa de ser uma curiosidade intrigante a diferença entre as fotografias feitas em 1978 à esquerda e 2016 à direita. O local é o mesmo , nº da porta é o mesmo, a entrada do Pátio do Prior  está lá, mas algumas coisas mudaram. Isto é, há coisas que não são as mesmas. A côr da porta é o menos importante, a beneficiação em  torno dos azulejos também não é importante, os cabos de energia eléctrica ou de outra coisa qualquer também não.
O que sobressai é que os azulejos não são os mesmos!
Quem foi o (a) interessado (a) ou zelador (a) pelo património que tomou a decisão de fazer substituir o original por uma má réplica/cópia?
Onde foi parar o original?
Não deixa de ser intrigante como em plena (?) democracia haja quem cuide assim do que é de todos, quando havia muitos anos que aqueles lá estavam.
Terá sido porque os ladrões aumentaram com a democracia? e então ..há que guardar o que  antes nunca tinha sido roubado? Que democracia?
Disseram-nos que após 25 de Abril de 1974 alguém ou um poder democrático de Abril quis tirar de lá os azulejos sem dar cavaco ao proprietário do imóvel. Este avisado fez esse alguém/poder democrático voltar atrás e repor o conjunto que não lhe pertencia? Foi assim? O remate de corte em torno parece sugerir isso.
Não afirmo nada. Digo parece, questiono, faço perguntas, mas isto passa despercebido a muita gente, não existisse/tenhamos visto esta foto de 1978 divulgada agora.
Com as duas fotos lado a lado, 1978-2016, é possível que as diferenças encontradas sejam mais do que sete.
No século passado o vespertino Diário Popular publicava um passatempo com dois desenhos que pareciam iguais, para os leitores descobrirem as sete diferenças entre eles.
Aqui, não há sete, parece ser mais. Será?
Quais terão sido as motivações?

domingo, 3 de abril de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Entrada do Pátio do Prior do Crato, o Pátio da Boca do Vento como foi e é conhecido este local pelos naturais de Almada mais idosos, em fotografia de 1978.