quarta-feira, 9 de maio de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Vive Almada

Organizado pela Universidade Sénior Unisaber, de Lisboa, realizou-se esta tarde um passeio guiado ao Ginjal, para gente de Lisboa, em que foi cicerone Luís Filipe Bayó Veiga .

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Coisas de Gente Que Vive Almada

 
Luís Filipe Bayó Veiga, cacilhense e  membro da SCALA, recorrendo aos seus arquivos na matéria, realiza no próximo dia 12 de Maio pelas 16 horas mais um evento cultural que certamente despertará o interesse de muitos de nós e especialmente  dos amantes e fans da banda desenhada.

terça-feira, 1 de maio de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Depois da passagem da manifestação do 1º de Maio de 1974 em Almada, os almadenses tiveram a oportunidade de ver e ouvir a actuação da Banda da Armada desde a Praça da Renovação, descendo a Av. de D. Afonso Henriques até à Praça de Gil Vicente.
Nessa data o prédio onde está o "Faraó" ainda estava em construção e já se anunciavam aí as futuras instalações do Banco Português do Atlântico - depois virou BCP e Millennium - que se encontravam no lado oposto, onde hoje existe uma operadora de telecomunicações.
Como se vê na foto, na data ainda não estavam construídos todos os prédios do lado esquerdo no sentido ascendente da Av. de D. Nuno Álvares Pereira.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Aspecto da frente da manifestação, que se realizou em Almada no dia 27 de Abril de 1974, de apoio ao Movimento das Forças Armadas de 25 de Abril de 1974 (à Junta Militar e ao «Socialismo», segundo a convocatória popular afixada na parede exterior do Café Central em Almada). Também foi apelidada de "Marcha da Alegria". Esta manifestação teve início em concentração na Cova da Piedade às 16 horas.
A fotografia foi captada na ex-Av. D. Nuno Álvares Pereira frente ao Café Condestável que ficava à esquerda.
À direita vê-se um autocarro de transportes públicos da empresa Transul e um pouco mais adiante, o prédio onde estava localizada a agência do Banco Borges & Irmão.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio de 1959 da  Fábrica Nacional de Relógios Monumentais  "A Boa Construtora" de Manuel Francisco Cousinha & Filhos, que existiu em Almada, na Rua Capitão Leitão frente à Academia Almadense.
Esta fábrica que "dava horas a Almada" foi uma referência da vila. Encerrou pós 25 de Abril de 1974, mas deixou relógios pelo território nacional em muitas torres, campanários, igrejas e edifícios públicos.
O prédio onde funcionou a fábrica já foi vendido.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Cacilhas respeitava o ambiente em Março de 2007 com estas duas edificações em ruínas, mas naturalmente ornamentadas, com vegetação espontânea. Ficavam na Rua Comandante António Feio.
 

domingo, 8 de abril de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Imagem parcial da zona da Cova da Piedade no final da década de 60 início de 70, em que se vêem fumos, empurrados por vento de leste, das indústrias corticeiras que então laboravam nesta freguesia.
A área das Barrocas está escondida pelos fumos. 

domingo, 1 de abril de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

 
 
Américo Carvalho dos Santos, o Américo "da Estância", pois era assim conhecido na vila de Almada, tinha a sua loja/armazém mais ou menos a meio do troço da Rua Bernardo Francisco da Costa, entre a Rua José Fontana e a Av. Heliodoro Salgado, nas décadas de 50, 60 e início de 70 do século passado.
Este comerciante almadense fazia parte do grupo de pessoas que regularmente nas manhãs dos dias úteis, por volta das  9 horas, se juntavam para tomar a bica no antigo Café Central, com o então presidente da Câmara Municipal de Almada, o Dr. José Valeriano da Glória Pacheco e com o funcionário da CMA Engº Macieira Dias.
O anúncio é de Dezembro de 1965.

quarta-feira, 28 de março de 2018

Coisas de Gente de Almada

No passado Domingo 25 de Março de 2018 pelas 17h 30m o almadense Carlos Feio apresentou no Edifício Chiado na Rua de Cascais 57, em Alcântara - Lisboa, o seu livro "Nos Limites Ou Mun", perante uma sala cheia de pessoas.
"Carlos Feio nasceu em 1962 em Cacilhas. Licenciado em Engenharia Civil no IST em 1986, desde cedo tomou gosto pelo trabalho fora do território nacional, com passagem por Moçambique, Macau e Angola. Esta triangulação entre continentes deu-lhe as experiências necessárias para escrever este primeiro romance."
 
"Macau território que vê crescer a sua terra há mais de um século a esta parte, prepara-se para mais uma expansão que catapultará de uma vez por todas o pequeno território para a cena internacional em todas as vertentes desportivas e de entretenimento, entrecruzando-se de uma forma megalómana a imaginação com a realidade.
Esta oportunidade faz com que o empresário mais proeminente do território na compra de terrenos, o doutor Daniel Sousa, se posicione no lugar da frente para mais um leilão de terras que o poderá levar à reforma antecipada.
Nos últimos anos com o despertar do território os grandes empresários da China continental são atraídos para ele, dificultando o jogo montado pelo empresário Macaense.
Jogo, prostituição, droga e álcool abundam no território assim como os amores e ódios da vida humana. Estes são os ingredientes que contribuem para o desenrolar da ação alucinante, de mais um dia de negócios, envolto nas multifacetadas culturas existentes."
 
(transcrições da orelha esquerda e contra-capa do livro)
 
Carlos Feio é sobrinho-neto do cacilhense  Jaime Feio.

sábado, 24 de março de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Charcutaria Pinguim, existiu em Almada nos anos 50 e 60 na Rua Bernardo Francisco da Costa. Ficava antes da antiga Fotal, depois de se passar o início da actual Rua José Fontana, vindo da Praça Gil Vicente.
O anúncio é de 1959.

quarta-feira, 14 de março de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Outra imagem da Av. Bento Gonçalves próximo ao Centro Sul, na versão original - sem vias férreas - e com três faixas de rodagem em cada sentido.

sábado, 10 de março de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Imagem parcial, no início da década de 50, de terrenos da Quinta do Pombal e em fundo da Cova da Piedade (zona industrial) e Arsenal do Alfeite.

terça-feira, 6 de março de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Construções antigas do Ginjal no ano 1970, antes do acesso às escadinhas. Em primeiro plano o edifício com as duas janelas é onde actualmente está o restaurante "Atira-te ao Rio".
No topo da fotografia vemos o miradouro Luís de Queiroz.

domingo, 4 de março de 2018

Coisas de Gente Que Viveu e Vive Almada

Finalistas de 1965 (7º Ano) do Externato Frei Luís de Sousa, em Coimbra no Penedo da Saudade. Fotografia tirada por José Carlos Gouveia Pereira.
Estão nesta fotografia: Luisa Castelo Valente, Madalena Mira Brás, Maria Antónia Baptista, Lourdes Poeira, Maria João Lemos Correia, Carlos Martins, Eurico Marques, Raúl Agostinho.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio da Câmara Municipal de Almada de 17 de Maio de 1959, no Jornal de Almada, para uma empreitada de reparação do edifício dos Paços do Concelho, na Praça Luís de Camões.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Aspecto parcial da Rua Manuel Febrero  em Mutela, Cova da Piedade, há 40 anos. Uma zona de Almada que se apresenta ainda degradada por não ter sido intervencionada em tempo oportuno.
À esquerda vemos o portão, com cor vermelha, de entrada para a Mecânica Piedense, Limitada que tinha o nº 120 da rua, no Largo de Mutela.
A Mecânica Piedense , Fábrica de Serração e Carpintaria - madeiras nacionais e estrangeiras em tosco e aparelhado, materiais de construção - drogas e ferragens, tinha o telefone Almada - 070182.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada



"Casa Faísca" uma pequena loja que foi referência em Almada nos anos 56 e 60 para quem tinha um receptor de rádio a necessitar de conserto. Ficava nas escadinhas entre a Rua Capitão Leitão  e a Escola Conde de Ferreira. O Café Atlético mencionado no anúncio, tem agora o nome "Barca D´Alva.
Quem se lembra?

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Cacilhas, no local do Largo Costa Pinto, em finais do século XIX com o Farol à direita.
O edifício do Café Progresso, na imagem ao centro-direita, deu lugar no séc. XX a outra construção de r/c e primeiro andar e ao Café Continental.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

O Dr. José Maria Roque Lino foi um dos fundadores do Partido Socialista. Faleceu no dia 16 de Novembro de 2017 com 79 anos.
Roque Lino, não era natural de Almada mas residiu e viveu em Almada, ele e família. Foi no Café Central de Almada durante a segunda metade da década de 60 que ele estudou e se preparou para os exames e tirar o curso de Direito, licenciando-se em 1970. À mesa do café e de estudo tinha geralmente por companhia o cunhado Celestino Cabanas Bento, que estudava igualmente Direito e se licenciou seguindo este a carreira de juíz, reformando-se como Juíz Desembargador no Tribunal da Relação de Lisboa.
Nesses anos 60 conversámos muito à mesa do Central com ele, o seu irmão António, mais novo e o cunhado. Muitas das conversas eram de abordagem política e social.
O Dr. Roque Lino, está sinalizado na fotografia supra dos fundadores do Partido Socialista em 19 de Abril de 1973 na cidade alemã  de Bad Münstereifel, fundado a partir da Acção Socialista Portuguesa a que aderira em 1971.
Começou a escrever no jornal República em 1971, segundo nos disse a convite de Urbano Tavares Rodrigues. Escreveu depois em outros jornais: A Luta, Portugal Hoje, A Capital e Diário de Notícias.
Em 1973 foi Delegado ao 3º Congresso da Oposição Democrática realizado em Aveiro
Foi membro da Comissão Nacional de Eleições em 1976 e em 1977 foi Secretário de Estado da Comunicação Social do II Governo Constitucional.
Após o 25 de Abril de 1974 perguntámos a um militante do Partido Socialista em Almada pelos Drs Roque Lino e Alexandre Pires e como ia então o PS em Almada face ao período conturbado do PREC. Respondeu dizendo: "Já corremos com os Drs"!. Resta acrescentar que esse militante trepou política e socialmente e os Drs de facto haviam-se eclipsado das lides políticas neste concelho.
O Dr José Maria Roque Lino era natural da freguesia de S. Vicente da Beira, concelho e distrito de Castelo Branco.
 
Uma coincidência de dia e mês: O Dr. Roque Lino, enquanto Secretário de Estado da Comunicação Social foi exonerado, a seu pedido, devido a uma situação criada por um funcionário da SECS. A exoneração teve efeitos a partir da data da publicação do  Decreto em Diário da República 16-11-1977. Morreu 40 anos depois a 16-11-2017 na sua residência em Loures.
Só hoje tivemos conhecimento do seu falecimento.
 
A fotografia foi retirada da internet

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Programa (desdobrável) das Festas do Carnaval de 1959 da Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense.
Estes programas de festas carnavalescas nas colectividades do concelho eram sempre muito esperados e concorridos não só pelos associados e familiares mas também por outros almadenses. Os salões das colectividades enchiam-se, principalmente nas "matinées" de Domingo e Terça-feira, bem como nas "soirées" de Sábado, Domingo, Segunda-feira e Terça-feira.
O Salão Pauilona era o espaço da então esplanada/rink da Academia que recebia uma cobertura de lona. Este espaço correspondia parcialmente  ao actual cinema, uma vez que a construção deste se expandiu para área ocupada por moradias viradas para a Rua Capitão Leitão.
De salientar que destes festejos, o das crianças mascaradas,  era  feita uma reportagem fotográfica por fotógrafo almadense. Neste caso a reportagem foi realizada pela Fotal e as fotografias seriam depois expostas nas vitrines da casa fotográfica. Muitos almadenses passavam então pela loja para ver as fotografias em exposição.
A Fotal era do Faustino, um galego que se radicou em Almada e se dedicou à fotografia.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada



Fotografia das instalações dos CTT de Almada, inauguradas em Abril de 1956, na Praça da Renovação, actualmente designada por praça do MFA. Ainda funcionam no mesmo local e já foram várias vezes remodeladas.
À esquerda na fotografia vê-se a  antiga entrada do prédio e à direita o antigo café e snack-bar Arcada. A construção do prédio com a Estação dos CTT foi feita  por Álvaro Pereira que teve escritório no prédio à direita na foto ( o do café Arcada), no 1º andar. A seguir vê-se a entrada deste prédio e depois tínhamos a Radiolar - loja de Electrodomésticos.
Os primeiros serviços dos CTT em Almada foram instalados em 6 de Janeiro de 1879, segundo informação  na Rua Capitão Leitão, num edifício frente às actuais instalações da Incrível Almadense, mudando-se posteriormente para a Praça do Comércio em 1937, onde está a Fotalmada.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

A Av. Bento Gonçalves, já em fase terminal devido às obras para a implantação do comboio MST, ainda com as suas três faixas de rodagem em cada sentido. Em fundo vê-se a Rotunda do Centro Sul.
A fotografia foi feita em Maio de 2006.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Coisas de Gente Que Viveu Almada

Na imagem temos a Igreja da aldeia de Sobral Magro no concelho de Arganil com um relógio  "Cousinha - Almada", construído por "A Boa Construtora" de Manuel Francisco Cousinha, que se localizava na Rua Capitão Leitão, na vila de Almada.
Agora, que parece estar à venda ou já foi vendido o prédio onde se fabricavam estes relógios e sinos que equiparam torres de muitas igrejas e monumentos de Portugal, África e Brasil, recordamos aqui de novo este cidadão, natural do lugar de Palheiro às Pontes, aldeia de Sobral Magro, freguesia de Pomares onde nasceu em 1894 e que se radicou em Almada, onde fundou em 1930 a sua Fábrica Nacional de Relógios Monumentais  "A Boa Construtora".
Na placa afixada por cima da porta à direita, pode ler-se: "NO DIA 4 DE OUTUBRO DE 1953 FOI INAUGURADO ESTE RELÓGIO OFERECIDO POR UM FILHO DA TERRA MANUEL FRANCISCO COUSINHA GRANDE MESTRE EM RELOJOARIA".
Barril de Alva, Chãs de Égua, Dreia, Monte Frio, Moura da Serra, Pardieiros, Piódão, Pomares, Sobral Magro, Sorgaçosa e Vale do Torno são algumas aldeias do concelho de Arganil e de Portugal que têm na torre de igrejas, relógios "Cousinha-Almada ".
Manue Francisco Cousinha faleceu em Almada em 1961.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

 
Vista aérea de Almada em Março de 1965 com a ponte sobre o rio Tejo - Ponte Salazar -  ainda em construção.
Em 1º plano temos a ensecadeira para a construção dos estaleiros da Lisnave na Margueira.
 
Fotografia de Penaguião & Burnay, Lda

sábado, 9 de dezembro de 2017

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Anverso e reverso de um cartão anúncio do muito conhecido Restaurante Gonçalves, que existiu no séc. XX no Ginjal, em Cacilhas e que integrava os afamados restaurantes desta zona ribeirinha na margem esquerda do Rio Tejo.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

A Praça Gil Vicente já foi assim num passado recente. Muito mais interessante, sem barreiras visuais, arejada, agradável e saudável do que agora com o monte de perda no local onde antes havia verde e água.
Apesar da circulação automóvel no local, tal qual actualmente, antes havia menos ruído e poluição.
Alguém irresponsavelmente destruiu o que era melhor e deixou uma triste e traumática  herança à população, com reflexos muito negativos na vida da cidade.
A fotografia é de Março 2007.

domingo, 26 de novembro de 2017

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Painel de azulejos que existiu sobre a entrada do Lavadouro Público de Almada na Boca do Vento, sinalizando o ano da inauguração.
Foi retirado anos após 25 de Abril de 1974 pelo executivo da Câmara Municipal de Almada, quando converteu ou autorizou a conversão do espaço numa área para restaurante.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Coisas de Almada


Passou mais de um mês sobre a data em que os autarcas (do PCP) na Câmara de Almada perderam as eleições para  o Partido Socialista. Ao fim de mais de 40 anos a pôr e dispor de Almada (concelho), fizeram desta terra o que entenderam não dando cavaco à população.
Digo perderam a Câmara, porque efectivamente o Partido Socialista só "ganhou" porque o PCP perdeu votos.
Simples e cirurgicamente o concelho de Almada tirou o tapete ao PCP.
E, por que perdeu votos o PCP?
-Perdeu porque os almadenses foram ficando fartos de manifestos abusos e incompetências e porque parte da base de apoio do PCP, mais idoso, pela lei natural da vida foi deixando o mundo dos vivos e os mais novos não alinham com  políticas da terra queimada do PCP, nem com  fantasmas do fascismo que o PCP usa muito para atirar areia aos olhos dos menos cultos politicamente.
-Perdeu porque não governou Almada para a população ao longo de mais de 40 anos.
-Perdeu porque  os autarcas do PCP revelaram muita e grande insensibilidade para lidar com pessoas, com a população almadense e seus problemas quotidianos.
-Perdeu porque os autarcas do PCP e militantes achavam que sabiam tudo e que lhes bastava dizer que ouviam as pessoas, as suas críticas ou sugestões quando a isso se dispunham, em cenários perfeitamente montados e controlados, mas depois executavam os seus planos previamente definidos.
-Perdeu porque os almadenses e a população ficaram fartos da arrogância aliada à formatação dos autarcas do PCP e seus militantes, que frequentemente apelidavam, quem apresentava sugestões e fazia críticas, de retrógrados, conservadores e até de fascistas.
-Perdeu porque o concelho de Almada estava ficando cada vez mais sujo e nojento, com lixos domésticos por recolher e vias públicas sujas e degradadas. Em alguns casos constituíam pequenas lixeiras a céu aberto.
-Perdeu porque o PCP estava a transformar Almada num subúrbio de Lisboa.
-Perdeu porque a população do concelho vinha perdendo qualidade de via urbana e aquilo que os autarcas diziam ser progresso não passava muitas vezes de mais um passo no subdesenvolvimento do concelho.
-Perdeu porque os autarcas do PCP nunca trabalharam para dignificar e desenvolver a Costa da Caparica como polo turístico da grande Lisboa.
-Perdeu porque os autarcas nunca souberam aproveitar a mais valia de ter o monumento a Cristo-Rei, quando os turistas que visitavam o santuário, vindos de Lisboa, nem sequer visitavam a cidade de Almada.
-Perdeu porque os autarcas nunca souberam aproveitar a proximidade e as condições geográficas de Almada frente a Lisboa com o Tejo a uni-las.
-Perdeu porque os autarcas do PCP revelaram não estar interessados na instalação de um Loja de Cidadão no concelho.
-Perdeu porque criaram uma empresa "gestora" do estacionamento, a ECALMA, para perseguir  moradores e cidadãos, com multas e bloqueio de viaturas.
-Perdeu porque os autarcas  da Câmara fizeram da Costa de Caparica, no Verão, fonte de receitas da Ecalma explorando os automobilistas, turistas e veraneantes com cobranças/saques de estacionamento em feriados e fins de semana durante a época balnear.
-Perdeu porque os seus autarcas de Almada destruíram a cidade de Almada e o comércio local com um comboio que não constituiu qualquer mais valia para a cidade e o concelho, em termos de mobilidade das pessoas.
-Perdeu porque a Câmara Municipal só se preocupava em consertar e pavimentar ruas em ano de eleições.
-Perdeu porque a autarquia desprezou a Charneca de Caparica, a Sobreda e a Trafaria.
-Perdeu porque os autarcas não se dispuseram nem   souberam resolver o descongestionamento diário do trânsito para Lisboa, sacudindo demagogicamente as responsabilidades para os sucessivos governos do país.
-Perdeu porque desprezou as pessoas no Centro de Almada e na inventada e ambígua zona pedonal, não colocando passagens para peões,  enquanto dava prioridade  total ao comboio, na sua marcha acelerada e ruidosa ao longo das linhas, sobre  qualquer ser vivo e tudo mais.
-Perdeu porque nunca quis resolver o problema do ruído e trepidação do comboio ao longo do espaço canal, preferindo deixar arruinar a saúde dos moradores e degradar o seu bem estar nas habitações, bem como abalar a estrutura das construções que ladeiam o espaço canal.
-Perdeu porque deixou ao abandono o Ginjal e impediu e bloqueou em tempo a recuperação dos terrenos da Lisnave.
-Perdeu porque deixou património histórico e municipal abandonado e a degradar-se.
-Perdeu porque permitiu e incentivou pela passividade a vandalização da propriedade privada e espaços públicos com "grafitagens" e multicolores arabescos. Uma sujeira e péssima imagem  de Almada.
-Perdeu porque destruiu o genuíno associativismo popular ao assaltar as colectividades, promovendo a eleição para os corpos gerentes a elementos do partido para controle das mesmas.
-Perdeu porque nunca tratou dos espaços verdes e árvores na via pública em todo o concelho.
-Perdeu pela sua caseira e caciqueira política de atribuição de subsídios a associações, clubes e outras, para angariar votos.
-Perdeu porque o concelho de Almada e a população ficaram fartos da política local do PCP e do sectarismo de seus militantes.
-Perdeu também porque infantilmente  os autarcas e militantes já se consideravam donos do concelho, chegando a dizer aos munícipes que se não se sentiam bem deixassem o concelho
-Perdeu porque se serviu da democracia para ocupar e destruir Almada.
Mas, embora tenha perdido  votos e assim permitido que o Partido Socialista o ultrapassasse, o PCP em Almada sofreu uma grande e significativa derrota, quando na votação dos deputados municipais e presidentes de Juntas de Freguesia, para escolha da Mesa da Assembleia Municipal, os representantes do povo votaram claramente para afastar o PCP, também da Mesa da Assembleia Municipal.
Na lista do PCP só votaram os seus eleitos. Em 38 votos, a lista do PS teve 23 votos e a do PCP 14. Houve 1 voto em branco.
Esta foi a GRANDE DERROTA. Foi um NÃO categórico e significativo àqueles que revelaram não ter mérito e idiossincrasia política, para continuar a gerir o concelho, embora se intitulassem representantes do povo, povo como menor, súbdito.
O concelho de Almada afastou pelo voto, directamente da Câmara Municipal e indirectamente da Mesa da Assembleia Municipal, aqueles que não quiseram e não souberam ouvir os moradores, os comerciantes,  a população e o povo e, que, nunca souberam conviver democraticamente com a democracia.
Para eles, serem eleitos, era ter um certificado para fazer o que entendessem, mesmo prejudicando pessoas... tais reminiscências mentais totalitárias e ditatoriais.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Coisas de Almada e de Gente Que não Viveu nem Vive Almada

Leia-se esta notícia do Jornal de Notícias sobre o acto eleitoral de 2009 e tirem-se conclusões em relação ao competente pessoal da CDU/PCP. Comparem-se as declarações então da Maria Emília com as declarações dos mais recentes donos de Almada após perderem a Câmara. Muito esclarecedoras e sintomáticas em relação ao mau perder dessa gente.
Qualquer coisa tolda o discernimento ou o designado senso comum a algumas pessoas.
Das declarações de Maria Emília se deduz o perfil de certo eleitorado do  elo PCP/CDU que seus  caciques alimentam e procriam para manter a hegemonia política local, mas que agora sai penalizado, apelidando-o indirectamente de ignorante ou pouco "esclarecido"/enganado pelas forças do mal.
Os comunistas tal qual outro, também "nunca se enganam".
De salientar também as declarações de então de Paulo Pedroso com a sua presença/ausência verificada nas reuniões de Câmara ao longo dos 4 anos.

Para ler o texto, com o Internet Explorer, é suficiente clicar com o botão direito do "rato" sobre a imagem  e "abrir hiperligação" na janela que aparece.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Coisas de Almada e da Gente Que Vive Almada


Estátua da Liberdade NY, USA - ícone da Liberdade 

O dia 1 de Outubro de 2017 ,dia das eleições autárquicas, vai ficar na história do concelho e da cidade de Almada como o Dia da Liberdade ou da Libertação do Concelho, após mais de 40 anos de um regime de poder local discriminatório, autoritário, ditatorial, arrogante e desrespeitador dos almadenses e da população do concelho.
Muitos almadenses sabem bem o que isso foi.
Pelo alto  significado deste dia, cem anos após o triunfo de Lenine em terras da URSS, o mesmo deveria ser considerado Feriado Municipal/Dia da Libertação com peculiaridade   idêntica local ao que o 25 de Abril tem para o país.

Será um dia que gentes de Almada irão não só não esquecer, mas comemorar.

Finalmente o Sol  brilhará para os almadenses.