Quando isto ainda era avenida - a Bento Gonçalves - e Almada ainda revelava alguns sinais de cidade, embora já em acelerado passo, a trote camarário, para a extinção.
sexta-feira, 14 de março de 2014
sábado, 8 de março de 2014
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Como nos mostra este prospecto, há 44 anos a Companhia do Teatro Nacional Dona Maria II, apresentou na Incrível Almadense "O Cravo Vermelho" de Romeu Correia.
terça-feira, 4 de março de 2014
Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada
Praça da Portagem, no Pragal, da Ponte sobre o Rio Tejo, no final da década de 80 do séc. XX quando se pagava portagem uma única vez e no sentido de Lisboa para Almada. Esta modalidade de pagamento teve o objectivo de evitar os congestionamentos na margem sul pela manhã, facilitando a fluidez do tráfego em direcção a Lisboa
Após a inauguração da Ponte Salazar em Agosto de 1966, a portagem era paga em cada viagem num e outro sentido, isto é, havia duas portagens. A esta modalidade seguiu-se a da imagem e posteriormente a situação inverteu-se para evitar a paragem dos veículos em cima do tabuleiro da ponte, quando havia grandes filas com congestionamento para pagamento.
Ao centro na imagem, após o primeiro candeeiro de iluminação, vê-se a estrutura circular onde funcionava o posto da Polícia de Viação e Trânsito.
Ao centro na imagem, após o primeiro candeeiro de iluminação, vê-se a estrutura circular onde funcionava o posto da Polícia de Viação e Trânsito.
sábado, 1 de março de 2014
Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada
Delfim Fernandes nasceu na aldeia de Granjinha, freguesia de Vale de Anta no concelho de Chaves, distrito de Vila Real a 6 de Janeiro de 1925. Veio para Almada em 1950 onde casou em Março de 1951 e passou a viver.
Um cidadão que para lá das actividades profissionais se dedicou ao colecionismo - numismática, obras de arte, medalhística, objectos e serviços de porcelana, ourivesaria, relógios, esferográficas, lapiseiras, canetas e outras. Era possuidor de uma vasta biblioteca com mais de 5.000 livros e publicações.
Delfim Fernandes também se dedicou à pintura.
Trabalhou na Sociedade Nacional de Armadores da Pesca do Bacalhau - SNAB e andou embarcado no navio-hospital "Gil Eanes".
Era Técnico de Contas/contabilista e como tal trabalhou em várias empresas na área de Lisboa e margem sul.
Foi sócio de várias colectividades/associações culturais, desportivas, humanitárias, profissionais e clubes, em Lisboa, Almada e Setúbal, tendo integrado os corpos sociais de algumas.
Em Almada também foi sócio da SCALA.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Costa da Caparica em Setembro de 1979, sem a poluição ambiental que dá pelo nome "Polis".
Era uma Costa da Caparica ainda não mutilada, ainda não danificada, ainda não destruída pelo Polis...ainda natural.
Na imagem em fundo vêem-se da esquerda para a direita os restaurantes "O Bento" e "O Barbas", este ainda sem o primeiro andar. À direita as casas de veraneio em madeira pintadas em diferentes cores, que foram ex-libris da orla da Costa da Caparica.
De realçar ainda na imagem a "bola Nívea" e à direita os postes para os altifalantes da instalação sonora. A praia neste trecho "tinha som" de apoio aos veraneantes, principalmente ao fim de semana e feriados (dias de multidões no Verão). A cabine de som ficava para a direita da foto e atrás das casas que vemos ao fundo.
Na fotografia caminhando temos dois pescadores de cana.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Rótulo de garrafa de vinho rosé "POMBAL" produzido e comercializado pela Sociedade Comercial Thetónio Pereira, Lda na Quinta do Pombal, então propriedade da família Teotónio Pereira, em Almada.
No rótulo vemos o portão da entrada principal da quinta. Esta tinha um comprimento daí até ao lado ponte da actual Rua Eça de Queiroz.
No rótulo vemos o portão da entrada principal da quinta. Esta tinha um comprimento daí até ao lado ponte da actual Rua Eça de Queiroz.
A quinta teve por caseiros até meados da década 50 João Matosa (também conhecido por João Maçaroca) e sua esposa.
A João Matosa sucedeu o último caseiro Francisco Cristino detentor de um grande bigode e daí a quinta ser conhecida nos últimos anos da sua existência por Quinta do Bigodes.
Esta quinta também era conhecida por Quinta do Plantier, designação derivada do nome do antigo proprietário Paulo Plantier.
A entrada principal da quinta pela Rua Dr. Oliveira Salazar (agora designada Rua da Liberdade), localizava-se aproximadamente onde hoje está o prédio que tem um restaurante, lado sul da Rua Luís António Verney.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada
Um passado recente e longínquo da principal praça pública de Almada, a ex-Praça da Renovação, criada na segunda metade do século passado, em imagem deste século na foto, quando Almada ainda tinha vestígios de cidade e possuía alguma actividade comercial e vida pública, liquidadas depois definitivamente, quando os autarcas a resgaram para introduzir no meio das suas principais avenidas uma dupla via férrea por onde se arrasta um comboio denominado MST, que diziam ser o Futuro.
Esse Futuro revelou ser um desastre ambiental para a cidade e para as pessoas.
Esse Futuro revelou ser um desastre ambiental para a cidade e para as pessoas.
Foi a desertificação e a morte de Almada.
Até almadenses dela fugiram por já não reconhecerem a sua terra.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Início da Estrada Nova, depois denominada Av. Alfredo da Silva, que ligava Cacilhas à Cova da Piedade. Cacilhas começava então um pouco antes das instalações dos Estaleiros H. Parry & Son, vendo-se precisamente na foto a placa indicadora do início do território denominado Cacilhas (que ainda não era freguesia).
À direita na imagem vê-se um pouco da Fragata D. Fernando II e Glória fundeada no Tejo como navio-escola.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada
Costa da Caparica, as Terras da Costa e a parte final da Via Rápida aqui numa imagem dos anos 70 do século XX.
Vemos as Terras da Costa à esquerda e à direita da Via Rápida, então organizadamente cultivadas. De notar que à esquerda ainda não existia o vergonhoso "bairro da lata", que actualmente lá está, erguido por geração espontânea após Abril de 1974, sobre a existência do qual, várias entidades e os autarcas lavam as mãos, como se da sua construção barraco a barraco, existência e crescimento ninguém seja responsável ou possa ser responsabilizado.
Uma originalidade da democracia, da gestão democrática e do socialismo à portuguesa.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
A Adega das Andorinhas, propriedade de José Maria Borges, mais conhecido entre os almadenses por Zé das Andorinhas, estava localizada no Largo das Andorinhas, daí a designação, ocupando o edifício da Ermida de S.Sebastião, apelidada pelo povo almadense "igreja das Andorinhas".
Era, pois, nesta "igreja" que existia a adega ou taberna do Zé das Andorinhas, no termo ou cabo da Vila, para a época um pouco afastada do centro da Vila de Almada, daí o apelo a um passeio.
O anúncio é da primeira metade do Séc. XX.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Anúncio de Junho 1970, de conhecidas casas comerciais ao tempo existentes na Rua dos Pescadores, Costa da Caparica.
Já pertencem ao passado, tal como "o formigueiro" das pessoas passeando, para cima e para baixo na Rua dos Pescadores, nas tardes e noites quentes de Verão.
Foi a Costa da Caparica que já não é, porque a destruíram.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada
O concelho de Almada durante as últimas décadas do séc. XIX e mais de metade do séc. XX foi terra de muitos migrantes de várias regiões de Portugal que vinham à conquista de melhores condições de vida, em parte devido à proximidade da capital. Muitos deles empregaram-se em tarefas árduas, como descarregadores das fragatas que faziam transportes e transbordos no Rio Tejo. A indústria corticeira, as actividades agrícolas, o pequeno comércio, as muitas actividades marítimas no Tejo, a venda porta-a-porta, a panificação, a actividade naval e o alistamento na Marinha de Guerra, depois da instalação da Base Naval de Lisboa no Alfeite, bem como a reparação e construção naval, mais recentemente na última metade do Séc. XX, foram ancoradouro de muitos portugueses do Portugal rural existente para lá das grandes cidades.
Muitos, neste concelho criaram raízes por cá ficaram e deixaram descendentes. Eles e estes, foram quem muito contribuíram para o crescimento e desenvolvimento do concelho, que agora se encontra num impasse preocupante.
Na imagem, o cartão nos anos 40 do Séc. XX de um trabalhador sócio da Caixa de Previdência do Pessoal da Indústria Corticeira.
sábado, 11 de janeiro de 2014
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada
Entrada da casa onde viveu e morreu o poeta Raimundo António de Bulhão Pato, no Largo da Torre, Monte de Caparica - Almada.
A placa sobre a porta foi uma homenagem da Câmara Municipal de Almada em 1948 ao poeta.
No dia 20 de Novembro de 2012, ano centenário da sua morte, foi apresentado no Auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova no Monte de Caparica, o livro "Bulhão Pato na Outra Banda" da autoria de Alexandre Magno Flores.
domingo, 5 de janeiro de 2014
Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada
Foto, possivelmente com cerca de 72 anos, de um grupo de democratas almadenses, que marcaram a vida política e social almadense muitos anos, durante o Governo do Dr. Oliveira Salazar.
Da esquerda para a direita temos, sentados: Manuel Avelar- um dos irmãos Avelar; ( ? ) - um amigo do Dr. Henrique Barbeitos; o médico Dr.Henrique Barbeitos; Dr. José Carlos Pinto Gonçalves - advogado (filho de José Pinto Gonçalves); Horácio Coelho, dono de uma "Fábrica" de Cortiça na Cova da Piedade - irmão do maestro da Incrível Almadense Joaquim Coelho (Fevereiro 1941- Julho 1946).
De pé e pela mesma ordem: Américo Carvalho Santos ?; Felizardo Sanches Artur - jornalista, director de "o almadense", "Notícias de Almada", "A Margem Sul" e depois dono da Casa Artur com representação da Lusalite; Dr. Viriato Gomes - advogado Chefe da Secretaria do Tribunal de Almada; ( ? ) ; um irmão do Miguel Cantinho Lopes; Mário Fernandes.
domingo, 22 de dezembro de 2013
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Cerimónia do hastear a bandeira, quando da inauguração do Externato Frei Luís de Sousa em 2 de Dezembro de 1956.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Cartaz da autoria do Pintor almadense Louro Artur, alusivo à I Exposição de Poesia Ilustrada realizada no antigo Dragão Vermelho - Café e Pastelaria - em Almada de 17 a 27 de Janeiro de 1960.
sábado, 23 de novembro de 2013
Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada
Tem 50 anos esta fotografia parcial da Turma do 6º Ano do Externato Frei Luís de Sousa - ano lectivo 1963-1964 - com o Professor de Biologia Dr. Marcelino António Orrico Horta.
Estão na foto 16 dos 27 alunos da turma, que eram (pelo número de turma): Álvaro Gonzalez Baptista; Carlos Fonseca Martins; Eduardo Lima Valente de Almeida; Eurico António da Conceição Marques; Gracelina Martins dos Santos; Hermenegildo Ascenso Lopes; José Carlos Gouveia Pereira; José Domingos Mendonça de Sousa; José Júlio Leitão Dinis; Luísa Emília P. Almeida Botas; Luís Fernando Pereira Medeiros; Luís Filipe Marques Pereira dos Santos; Luís Martinho Alves Pacheco; Manuel Henrique Patrício Coelho; Maria João Moreira de Lemos Correia; Maria de Lourdes Rosa Poeira; Maria Luísa Ataíde Sagreira; Maria Madalena Mira Brás; Maria Teresa Matos Ferreira de Paiva; Raúl Agostinho Monteiro da Silva Santos; Rui Olavo Claro Nunes da Mota; Victor Jorge Marques Rosa y Alberty; Victor Santos Neves; Eduardo Dias Costa; António Alberto Rodrigues Vidinha; Adriano Sérgio António Maria Bragança Van Uden; José Zuzarte de Mendonça.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Cacilhas em mais uma foto - onde se destacam os guindastes - de Setembro de 1979 ainda nos seus tempos dos estaleiros da Lisnave e da H. Parry & Son,, Lda (já na posse do Grupo C.U.F.) com a indústria naval e metalomecânica a garantir empregos, estabilidade económica e bom nível de vida a muitas famílias desta margem sul e não só.
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Os três primeiros edifícios à direita neste postal antigo, são sobejamente conhecidos de muito boa gente que vive actualmente Almada e de outra que se diz interessar pela "nossa terra", que não é a sua.
O que é desagradável é como a democracia e as amplas liberdades democráticas nas mãos de supostos autarcas ditos democratas e, responsáveis "cidadãos exemplares", só por serem ou se dizerem do suposto partido dos trabalhadores, do povo e dos explorados, permitiram se apossarem dos edifícios - património particular e agora dito do povo, depois da usurpação - para os deixarem degradar até à derrocada presente de um deles.
O que é desagradável é como a democracia e as amplas liberdades democráticas nas mãos de supostos autarcas ditos democratas e, responsáveis "cidadãos exemplares", só por serem ou se dizerem do suposto partido dos trabalhadores, do povo e dos explorados, permitiram se apossarem dos edifícios - património particular e agora dito do povo, depois da usurpação - para os deixarem degradar até à derrocada presente de um deles.
São os maléficos custos de uma democracia em mãos erradas, para prejuízo dos cidadãos.
Contra a prepotência e escandalosa violência no abuso do poder para fins eleitoralistas, seja de direita ou de esquerda, não há suposto associativismo cívico que prevaleça ou nos valha.
sábado, 2 de novembro de 2013
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Na noite de 8 de Junho de 1967, o Coro da Academia de Amadores de Música, dirigido por Fernando Lopes Graça, apresentou-se na Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense num espectáculo onde interpretou dezoito canções regionais portuguesas harmonizadas pelo maestro, dez na primeira parte e oito na terceira parte. Na segunda parte Maria Barroso disse seis poemas de Poetas Portugueses.
A lotação da Academia (sala antiga) esgotou nessa noite.
Na imagem está o programa bem como a capa e contra-capa.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada
Programa da Festa do Corpo de Bombeiros da Associação dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas, realizada no dia 1 de Novembro de 1977 por ocasião do "baptismo de duas novas ambulâncias e entrega ao serviço das três viaturas recuperadas".
Integrada na Festa, à tarde pelas 15 horas, realizou-se a Procissão da Padroeira de Cacilhas, Senhora do Bom Sucesso.
Em cima temos por ordem, a capa do Programa, as páginas 1, 4, 2 e 3.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
O colorido das típicas e populares casas de madeira das praias da Costa da Caparica antes do miserável e triste Polis, aqui na zona urbana com as torres Europa atrás.
Estávamos em 1977.
sábado, 19 de outubro de 2013
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada
Programa de uma festa organizada em 25 de Novembro de 1922 pelo Ginásio Club do Sul - Cacilhas - para angariação de fundos para melhoramentos no Ginásio, na qual participou o Grupo Dramático de Oeiras.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada
O Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, chega ao Externato Frei Luís de Sousa em 2 de Dezembro de 1956 para a sessão solene de inauguração deste estabelecimento de ensino, então propriedade do Patriarcado de Lisboa.
É recebido pelo Director do Externato, à sua direita na foto, o Padre João Cabeçadas.
Em fundo na foto pode ver-se um autocarro da empresa de transportes Piedense, parado na paragem que existia naquele passeio da Praça da Renovação. Vemos igualmente em fundo a Rua Fernão Lopes que partia desta praça em direcção ao Largo Comandante Sá Linhares, onde existia o jardim público com o mesmo nome e o antigo Tribunal Judicial de Almada.
O Comandante Sá Linhares havia sido Presidente da Câmara Municipal de Almada anterior ao Dr. Aquiles Monteverde.
sábado, 5 de outubro de 2013
Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada
Duas das actuais três Torres Europa, então em construção na Costa da Caparica. Ainda não havia o destruidor programa Polis, fruto da desencantada democracia, que amesquinhou esta bela praia de Portugal, uma das 10 melhores praias urbanas do Mundo, fruto da natureza, que os autarcas auto-intitulados democratas, nunca souberam preservar e defender, para bem da Costa da Caparica, do concelho de Almada e do País.
Vêem-se na foto algumas das típicas casas de veraneio em madeira, que à época integravam e ornamentavam a faixa litorânea entre as dunas e o areal/mar.
Ainda era a Costa da Caparica com multidões de gente e algum turismo de qualidade.
Ainda era a Costa da Caparica com multidões de gente e algum turismo de qualidade.
sábado, 21 de setembro de 2013
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Cacilhas, o Largo Costa Pinto no ano de 1979, quando Cacilhas era ainda um grande porto fluvial, lugar de passagem, de encontro, de embarque e desembarque e porta de entrada para Sul de quem vinha de Lisboa, como também de entrada para Lisboa, margem norte, para quem vinha do Sul.
De Cacilhas partiam carreiras de autocarros das empresas (antes da nacionalização) João Cândido Belo - Setúbal e Sul -, Covas e Filhos - Sesimbra -, Empresa de Viação Algarve (EVA) - Algarve -, Beira Rio - Cova da Piedade e Seixal - e, Piedense - Almada, Trafaria e Costa da Caparica (a Praia do Sol).
Era a grande Cacilhas com suas gentes locais e as gentes de passagem.
Era ainda a grande Cacilhas, com Ginjal e seus afamados restaurantes e marisqueiras que atraíam gente da capital.
Ainda se via alguma dignidade em Cacilhas e Ginjal. Hoje há muitas ruínas por aqui, após ditos e demagogos 39 anos de poder local "democrático", que levaram muitos cidadãos a discernir que foram enganados por oportunistas de ocasião, auto intitulados de democratas.
Ainda se via alguma dignidade em Cacilhas e Ginjal. Hoje há muitas ruínas por aqui, após ditos e demagogos 39 anos de poder local "democrático", que levaram muitos cidadãos a discernir que foram enganados por oportunistas de ocasião, auto intitulados de democratas.
Hoje Cacilhas nem é uma sombra do seu glorioso passado. É uma triste penumbra.
A pseudo-democracia associada à partidarite e falta de visão de intitulados donos da democracia destruíram -na, porque nunca souberam gerir o espaço público, nem souberam respeitar o exercício da cidadania e a opinião dos munícipes.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada
No local onde esta loja de electrodomésticos dos anos 50 e 60 do século passado esteve aberta, funciona actualmente a agência de uma seguradora.
Era então o primeiro prédio da antiga Avenida D.Nuno Álvares Pereira, recentemente destruída com a implantação de uma via férrea, que muitos problemas trouxe a Almada.
Era então o primeiro prédio da antiga Avenida D.Nuno Álvares Pereira, recentemente destruída com a implantação de uma via férrea, que muitos problemas trouxe a Almada.
sábado, 14 de setembro de 2013
Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada
Aspecto do prédio onde esteve instalada a agência do antigo Banco Pinto & Sotto Mayor em Almada, Av. D.Afonso Henriques/Praça de Gil Vicente, nos anos 50/60 do séc. XX.
Actualmente este prédio tem outro aspecto exterior no piso térreo e as instalações daquele banco deram lugar à agência de outro banco comercial.
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada
Anúncio nos anos 50 da casa do fotógrafo Paixão, - na Rua Bernardo Francisco da Costa, quase em frente à antiga Sapataria Madeira - como era conhecida no meio almadense nesse tempo.
Juntamente com a Fotal (Fotalmada) do Faustino, na Praça do Comércio, foram à época talvez as mais conhecidas e importantes "casas de fotografia" de Almada.
Juntamente com a Fotal (Fotalmada) do Faustino, na Praça do Comércio, foram à época talvez as mais conhecidas e importantes "casas de fotografia" de Almada.
A "a. paixão Estúdio" já fechou há alguns bons anos. A Fotalmada ainda se mantém aberta, embora com outra gerência.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada
Manuel Alves Pereira, o Manuel Pereira para os amigos, deixou Almada e os amigos. Faleceu com 90 anos no passado dia 23 de Agosto. Não era natural de Almada, mas era um grande e sentido Almadense. Residia na Cova da Piedade.
O Sr. Manuel Pereira viveu e vivia Almada intensamente. Nasceu na freguesia de Lanheses, concelho de Viana do Castelo a 3 de Fevereiro de 1923. Aos dez anos veio viver para Almada e aqui construiu a sua vida e granjeou a simpatia e amizade das pessoas com quem contactava quer nos locais de trabalho, quer nas relações sociocomunitárias. Era um grande conhecedor da vida e vivências dos almadenses. Tinha uma memória viva, espontânea e apurada de factos, ocorrências, pessoas, estórias e de muitas famílias de Almada por conhecimento pessoal.
O Sr. Manuel Pereira em conversas sobre a "sua Almada", surpreendia muitas vezes quem o conhecia e sobretudo quem o ouvia pela primeira vez nas suas narrativas da vida almadense ou vivências profissionais, como tivemos oportunidade de observar.
Apesar dos seus 90 anos, com vida independente e ainda ágil na sua mobilidade, era um "jovem", fluente na conversação, causando alguma surpresa a quem desconhecia sua avançada idade.
Trabalhou em Almada na Companhia Portuguesa de Pesca, na Parry & Son e no Arsenal do Alfeite.
Emigrou para a Holanda na década de sessenta onde trabalhou na Indústria Naval. A sua paixão profissional era as máquinas e maquinismos a que se dedicou com empenho e espírito empreendedor que o levaram a ser um inventor. Em resultado desta sua dedicação à criatividade pessoal profissional, tem alguns registos e patentes.
O Sr. Manuel Pereira foi músico e dirigente na Academia Almadense, onde integrou também o coro. Quando regressou da Holanda e volta a Almada, dedicou-se a serviço comunitário colaborando em várias escolas primárias sensibilizando crianças sobre normas de trânsito e circulação pedonal.
Manuel Alves Pereira realizou aos 90 anos um sonho da sua vida: publicou com o apoio da Junta de Freguesia da Cova da Piedade o livro "Algumas Memórias de Almada e de Outros Lugares", apresentado no dia 3 de Agosto de 2013 no Clube Recreativo Piedense.
Quem conheceu, viveu e vive Almada ainda a partir dos anos 30, encontra neste pequeno e simples livro do Manuel Pereira - um pequeno manual de vivências, referências a colectividades, locais, factos, ocorrências, famílias e pessoas que marcaram, são parte da história e da vida comunitária, fizeram e são património de Almada.
Particularmente significativas no livro, as "Recordações da Rua Direita em Almada" - Rua Capitão Leitão - com referências a pessoas que aí viviam ou tinham a sua actividade: João da Sola, o barbeiro José Pratas, o Zé da Macaca, o Artur barbeiro, o Joãozinho da Capelista, o João das Máquinas, o Zé Menino, Joaquim dos Panos e o Roldão, entre outros.
Manuel Alves Pereira era membro da SCALA - Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada.
Quem o conhecia e com ele conviveu, sentiu a perda de um amigo.
Fica a homenagem a um cidadão almadense com 90 anos, que vivia a vida e a sua idade com alegria de viver.
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