quarta-feira, 18 de junho de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Em Junho de 1964 realizou-se na vila de Almada um Cortejo  integrado nas Festas em Honra de S. João Baptista, em que o Externato Frei Luís de Sousa, alunos e professores participaram com um carro alegórico.
Ao longo do percurso, pelas Avenidas D. Afonso Henriques e D. Nuno Álvares Pereira (nesses tempos Almada tinha avenidas) foi distribuído pela assistência o folheto que se insere acima. O texto  de excelente valor pedagógico foi da autoria do Dr. João Afonso Viana da Costa (Diácono) - "o Ginjas", Professor de Filosofia. É um texto de qualidade, muito pertinente no actual contexto educativo nacional ou talvez para outros, sem sentido face aos valores actuais da sociedade consumista, individualista e predadora que nos é irresponsavelmente imposta, com objectivos e interesses menos dignos e éticos.
Como curiosidade  cita-se que o tractor que puxava o carro alegórico foi conduzido por um aluno do "Frei " - o António Luís da Silva - para o que foi pedida uma autorização especial à PSP de Almada, visto ser menor.
O tractor era de seu pai, o qual possuía uma quinta no Monte da Caparica, onde o António Luís se "habilitara" a conduzir o veículo.

sábado, 14 de junho de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada

Elucidativo folheto  evocativo de uma comemoração que não esconde a realidade: a vida de todos nós.
Refere-se a um almoço comemorativo da Velha Guarda de Cacilhas, realizado no antigo Dragão Vermelho, na Praça da Renovação em Almada, a  30 de Abril de 1960 e, já lá vão mais de 54 anos.
A mensagem continua actual: "O que eras... E como estás agora".
Por vezes não nos damos conta das muitas mudanças que sofremos, que experimentámos ou que tivemos em consequência do tempo que passou por nós ou que  nós passámos, sem nos termos apercebido de que passámos pelo tempo passivamente, sem nos darmos conta.
É preciso saber viver e  assumir a vivência do tempo ou dos tempos que nos sobram até ao derradeiro momento da partida sem retorno, sem complexos entorpecentes majoritários  do passado, desde que não nos tenhamos limitado a olhar egoisticamente para dentro de nós, ignorando que à nossa volta havia mais vida...a vida dos nossos semelhantes.

sábado, 31 de maio de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Foto de Almada na década de 70 onde se observa parte do recreio da Escola D. António da Costa, guindastes dos estaleiros da Lisnave, prédios da Av. Rainha D. Leonor e da Praceta Camilo Castelo Branco e, parcialmente em fundo, o Mar da Palha.

sábado, 24 de maio de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Rótulo de Vinho de Missa, comercializado pela Sociedade Comercial Theotónio Pereira Lda com armazéns no Ginjal. Na parte superior do rótulo vê-se o portão de entrada da Quinta do Pombal, propriedade da família Theotónio Pereira, que se localizava no lugar de Pombal, freguesia da Cova da Piedade, Almada.

sábado, 17 de maio de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Ainda há muita gente que se lembra desta original entrada do antigo Restaurante Floresta do Ginjal, uma referência gastronómica de então em Cacilhas, que atraía muita gente, mormente de Lisboa e se dispunha a atravessar o Rio Tejo para vir almoçar à outra banda, para disfrutar também da maravilhosa vista sobre Lisboa, que se enxergava das suas salas no primeiro e segundo andares.
O edifício da Floresta do Ginjal foi adquirido pelo Santos "da Floresta". Posteriormente este vendeu a José Alves de  Melo e Filhos Lda.
A Floresta do Ginjal teve um porteiro recepcionista para receber e dar as boas vindas aos clientes, de seu nome Silvano, que também trabalhou na Churrasqueira do Ginjal, propriedade do mesmo José A. de Melo, existente ao lado da Floresta do Ginjal.
No rés-de-chão do edifício ficavam os armazéns de azeites, óleos e vinhos de José Pinto Gonçalves Lda, onde trabalhavam o Sr José Leal e o Sr. Benedito, naturais respectivamente de Vila Cova de Alva e Esculca, aldeias do concelho de Arganil.
 
A incúria e o desleixo da autarquia almadense com uma gestão desastrada do concelho nos últimos 40 anos, votaram o Ginjal ao estado de degradação que hoje conhecemos.
Os autarcas nem souberam aproveitar as naturais condições geográficas do concelho para o dignificar e engrandecer.
Lamentável, quando a demagogia, as ambições pessoais, a prepotência e tacanhez política e a incompetência se sobrepõem aos legítimos interesses da população  e do desenvolvimento do concelho.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

 
A Ponte Salazar, o Rio Tejo e navios de pesca no cais da Companhia Portuguesa de Pesca no "Olho de Boi" em Setembro de 1979.
Aqui trabalhavam muitos almadenses, "mestres" em trabalhos de construção e reparação naval, operacionalidade e prontidão destes barcos para a actividade de pesca no Atlântico.
 

domingo, 27 de abril de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada


"A Nova Almada" foi uma moderna livraria e papelaria que teve as portas abertas, a partir dos anos 50 na Praça da Renovação em Almada, ao lado da padaria da Socopal, onde hoje funciona uma ourivesaria. Era na Nova Almada que muitos estudantes compravam os livros únicos escolares, isto é, os livros adoptados oficialmente.
Encerrou portas depois de 1974.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Foto do interior - r/chão - da Cervejaria Canecão em Cacilhas na década de 60/início anos 70. De salientar  o aspecto  decorativo e disposição dos artigos de consumo característico nas grandes cervejarias da época, um balcão com cadeiras para servir clientes e as muitas mesas com tampo de pedra.

sábado, 12 de abril de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Imagem do início dos anos 70 que nos mostra a zona do Alfeite (Base Naval de Lisboa), os silos de armazenamento de cereais no Caramujo e o fumo da zona industrial corticeira da Cova da Piedade.
 A banda de prédios que vemos a partir dos dois  prédios claros à esquerda até final da foto à direita, margina a sul a Praceta Camilo Castelo Branco.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Aspecto parcial do Largo Costa Pinto em Cacilhas em mais uma imagem de Setembro 1979.
Muitas diferenças relativamente à tristeza actual que é esta sala de entrada no concelho de Almada para quem chega de cacilheiro vindo de Lisboa.
De notar à direita o edifício dos estaleiros navais da Parry & Son e à esquerda a praça de táxis.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

A "Casa Artur" foi uma muito conhecida e conceituada casa comercial de materiais de construção de Almada, que ficava no rés.de-chão do prédio onde hoje está a sede do Almada Atlético Clube, aqui referenciada e recordada num anúncio de 1968.
Era agente em Almada da Lusalite, fabricante das placas/chapas lisas ou onduladas e tubos de fibrocimento, material este, também conhecido simplesmente pelo nome do fabricante: lusalite. Material muito utilizado  no século passado em construções, principalmente coberturas de edifícios e condutas, pelas suas características técnicas e preço baixo.
Actualmente este material é alvo de uma grande polémica, segundo é veiculado na comunicação social (embora nem sempre devidamente explicado) por potenciais malefícios para a saúde.

domingo, 30 de março de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada


Participantes do passeio a Sevilha em 1912, na Semana Santa, na hora da partida em Cacilhas junto à antiga Casa de Pasto "Fonte da Alegria". Actualmente neste edifício funciona a Cervejaria "Farol".
A "Fonte da Alegria" foi propriedade de J.Alvarez, de nacionalidade espanhola, até cerca de 1935, quando foi adquirida por José Pinto Gonçalves e Joaquim Mendes, os quais constituíram a firma Mendes & Pinto Lda. Por volta de 1940, José Pinto Gonçalves comprou a quota a Joaquim Mendes, ficando como único proprietário da taberna "Fonte da Alegria".
Após a morte de José Pinto Gonçalves em 1956,  José Melo, dono da Floresta do Ginjal, quis comprar a "Fonte da Alegria" aos herdeiros, mas em 12 de Junho de 1961, o Sr. Carlos Alberto Pinto Durão, neto de José Pinto Gonçalves, comprou o edifício e a firma, - Mendes & Pinto Lda - abrindo no local a Cervejaria "Farol" com a mesma firma, a qual vendeu em 18 de Dezembro de 1974, 
O automóvel era propriedade de D. José de Anadia, o primeiro à esquerda na viatura, seguem-se José Lencatres ou Lencastre (?), Júlio Pires e o mecânico Armando Garranho.
O personagem mais à direita é um desconhecido.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

O antigo Banheiro Tarquínio, na última versão antes da moderna edição - especial Polis - dos contentores-caixotes, modelo único, que poluem visualmente a paisagem na orla da Costa da Caparica.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Foto de pessoal e amigos da firma José Pinto Gonçalves, Armazéns de Mercearias e Vinhos com última sede na antiga Av. D. Afonso Henriques - Almada, em foto nos anos 40  algures na freguesia de Almada.
Esta empresa organizava anualmente um passeio no país, para seus colaboradores e amigos. Para lá disto, o seu pessoal reunia-se por vezes em almoços de confraternização com amigos, algures por locais do concelho de Almada, de que é prova esta foto. 
Descendentes dos fotografados poderão identificar os convivas. 

sexta-feira, 14 de março de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Quando isto ainda era avenida - a Bento Gonçalves - e Almada ainda revelava alguns sinais de cidade, embora já em acelerado passo, a trote camarário, para a extinção.

sábado, 8 de março de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Como nos mostra este prospecto, há  44 anos a Companhia do Teatro Nacional Dona Maria II, apresentou na Incrível Almadense  "O Cravo Vermelho" de Romeu Correia.

terça-feira, 4 de março de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Praça da Portagem, no Pragal, da Ponte sobre o Rio Tejo, no final da década de 80 do séc. XX quando se pagava  portagem uma única vez e no sentido de Lisboa para Almada. Esta modalidade de pagamento teve o objectivo de evitar os congestionamentos na margem sul pela manhã, facilitando a fluidez do tráfego em direcção a Lisboa
Após a inauguração da Ponte Salazar em Agosto de 1966,  a portagem era paga em cada viagem num e outro sentido, isto é, havia duas portagens. A esta modalidade seguiu-se a da imagem e posteriormente a situação inverteu-se para evitar a paragem dos veículos em cima do tabuleiro da ponte, quando havia grandes filas com congestionamento para pagamento.
Ao centro na imagem, após o primeiro candeeiro de iluminação, vê-se a estrutura circular onde funcionava o posto da Polícia de Viação e Trânsito.

sábado, 1 de março de 2014

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Delfim Fernandes nasceu na aldeia de Granjinha, freguesia de Vale de Anta no concelho de Chaves, distrito de Vila Real a 6 de Janeiro de 1925. Veio para Almada em 1950 onde casou em Março de 1951 e passou a viver.
Um cidadão que para lá das  actividades profissionais se dedicou ao colecionismo - numismática, obras de arte, medalhística, objectos e serviços de porcelana, ourivesaria, relógios, esferográficas, lapiseiras, canetas e outras. Era possuidor de uma vasta biblioteca com mais de 5.000 livros e publicações.
Delfim Fernandes também se dedicou à pintura.
Trabalhou na Sociedade Nacional de Armadores da Pesca do Bacalhau - SNAB e andou embarcado no navio-hospital "Gil Eanes".
Era Técnico de Contas/contabilista e como tal trabalhou  em várias empresas na área de Lisboa e margem sul.
Foi sócio de várias colectividades/associações culturais, desportivas, humanitárias, profissionais e clubes, em Lisboa, Almada e Setúbal, tendo integrado os corpos sociais de algumas.
Em Almada também foi sócio da SCALA.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Costa da Caparica em Setembro de 1979, sem a poluição ambiental que dá pelo nome "Polis".
Era uma Costa da Caparica ainda não mutilada, ainda não danificada, ainda não destruída pelo Polis...ainda natural.
Na imagem em fundo vêem-se da esquerda para a direita os restaurantes "O Bento" e "O Barbas", este ainda sem o primeiro andar. À direita as casas de veraneio em madeira pintadas em diferentes cores, que foram ex-libris da orla da Costa da Caparica.
De realçar ainda na imagem a "bola Nívea" e à direita os postes para os altifalantes da instalação sonora. A praia neste trecho "tinha som" de apoio aos veraneantes, principalmente ao fim de semana e feriados (dias de multidões no Verão). A cabine de som ficava para a direita da foto e atrás das casas que vemos ao fundo.
Na fotografia caminhando temos dois pescadores de cana.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Rótulo de garrafa de vinho rosé "POMBAL" produzido e comercializado pela Sociedade Comercial Thetónio Pereira, Lda na Quinta do Pombal, então propriedade da família Teotónio Pereira,  em Almada.
No rótulo vemos o portão da entrada principal da quinta. Esta tinha um comprimento daí até ao lado ponte da actual Rua Eça de Queiroz.
A quinta teve por caseiros até meados da década 50 João Matosa (também conhecido por João Maçaroca) e sua esposa.
A João Matosa sucedeu o último caseiro Francisco Cristino detentor de um grande bigode e daí a quinta ser conhecida  nos últimos anos da sua existência por Quinta do Bigodes.
Esta quinta também era conhecida por Quinta do Plantier, designação derivada do nome do antigo proprietário Paulo Plantier.
A entrada principal da quinta pela Rua Dr. Oliveira Salazar (agora designada Rua da Liberdade), localizava-se aproximadamente onde hoje está o prédio que tem um restaurante, lado sul da Rua Luís António Verney.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Um passado recente e longínquo da principal praça pública de Almada, a ex-Praça da Renovação, criada na segunda metade do século passado, em imagem deste século na foto, quando Almada ainda tinha vestígios de cidade e possuía alguma actividade comercial e vida pública, liquidadas depois definitivamente, quando os autarcas a resgaram para introduzir no meio das suas principais avenidas uma dupla via férrea por onde se arrasta um comboio denominado MST, que diziam ser o Futuro.
Esse Futuro revelou ser um desastre ambiental para a cidade e para as pessoas.
Foi a desertificação e a morte de Almada.
Até almadenses dela fugiram por já não reconhecerem a sua terra.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Início da Estrada Nova, depois denominada Av. Alfredo da Silva, que ligava Cacilhas à Cova da Piedade. Cacilhas começava então um pouco antes das instalações dos Estaleiros  H. Parry & Son, vendo-se  precisamente na foto a placa indicadora do início do território denominado Cacilhas (que ainda não era freguesia).
À direita na imagem vê-se um pouco da Fragata D. Fernando II e Glória fundeada no Tejo como navio-escola.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Costa da Caparica, as Terras da Costa e a parte final da Via Rápida aqui numa imagem dos anos 70 do século XX.
Vemos as Terras da Costa à esquerda e à direita da Via Rápida, então organizadamente cultivadas. De notar que à esquerda ainda não existia o vergonhoso "bairro da lata", que actualmente lá está, erguido por geração espontânea após Abril de 1974, sobre a existência do qual, várias entidades e os autarcas lavam as mãos, como se da sua construção barraco a barraco, existência e crescimento ninguém seja responsável ou possa ser responsabilizado.
Uma originalidade da democracia, da gestão democrática e do socialismo à portuguesa.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


A Adega das Andorinhas, propriedade de José Maria Borges, mais conhecido entre os almadenses por Zé das Andorinhas, estava localizada no Largo das Andorinhas, daí a designação, ocupando o edifício da Ermida de S.Sebastião, apelidada pelo povo almadense "igreja das Andorinhas". 
Era, pois, nesta "igreja" que existia a adega ou taberna do Zé das Andorinhas, no termo ou cabo da Vila, para a época um pouco afastada do centro da Vila de Almada, daí o apelo a um passeio.
O anúncio é da primeira metade do Séc. XX. 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio de Junho 1970, de conhecidas casas comerciais ao tempo existentes na Rua dos Pescadores, Costa da Caparica.
Já pertencem ao passado, tal como "o formigueiro" das pessoas passeando, para cima e para baixo na Rua dos Pescadores, nas tardes e noites quentes de Verão.
Foi a Costa da Caparica que já não é, porque a destruíram.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada

O concelho de Almada durante as últimas décadas do séc. XIX e mais de metade do séc. XX foi terra de muitos migrantes de várias regiões de Portugal que vinham à conquista de melhores condições de vida, em parte devido à proximidade da capital. Muitos deles empregaram-se em tarefas árduas, como descarregadores das fragatas que faziam transportes e transbordos no Rio Tejo. A indústria corticeira, as actividades agrícolas, o pequeno comércio, as muitas  actividades marítimas no Tejo, a venda porta-a-porta, a panificação, a actividade naval e o alistamento na Marinha de Guerra, depois da instalação da Base Naval de Lisboa no Alfeite, bem como a reparação e construção naval, mais recentemente na última metade do Séc. XX, foram ancoradouro de muitos portugueses  do  Portugal rural existente para lá das grandes cidades. 
Muitos, neste concelho criaram raízes por cá ficaram e deixaram descendentes. Eles e estes, foram quem muito contribuíram para o crescimento e desenvolvimento do concelho, que agora se encontra num impasse preocupante.
Na imagem, o cartão nos anos 40 do Séc. XX de um trabalhador sócio da Caixa de Previdência do Pessoal da Indústria Corticeira.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada

Entrada da casa onde viveu e morreu o poeta Raimundo António de Bulhão Pato, no Largo da Torre, Monte de Caparica - Almada.
A placa sobre a porta foi uma homenagem da Câmara Municipal de Almada em 1948 ao poeta.
No dia 20 de Novembro de 2012, ano centenário da sua morte, foi apresentado no Auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova no Monte  de Caparica, o livro "Bulhão Pato na Outra Banda" da autoria de Alexandre Magno Flores.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Foto, possivelmente com cerca de 72 anos, de um grupo de democratas almadenses, que marcaram a vida política e social almadense muitos anos, durante o Governo do Dr. Oliveira Salazar.
Da esquerda para a direita temos, sentados:  Manuel Avelar- um dos irmãos Avelar;  ( ? ) - um amigo do Dr. Henrique Barbeitos; o médico Dr.Henrique Barbeitos; Dr. José Carlos Pinto Gonçalves - advogado (filho de José Pinto Gonçalves); Horácio Coelho, dono de uma "Fábrica" de Cortiça na Cova da Piedade - irmão do maestro da Incrível Almadense Joaquim Coelho (Fevereiro 1941- Julho 1946).
De pé e pela mesma ordem: Américo Carvalho Santos ?; Felizardo Sanches Artur - jornalista, director de "o almadense", "Notícias de Almada", "A Margem Sul"  e depois dono da Casa Artur com representação da Lusalite; Dr. Viriato Gomes - advogado Chefe da Secretaria do Tribunal de Almada;  ( ? ) ; um irmão do Miguel Cantinho Lopes; Mário Fernandes.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Cerimónia do hastear a bandeira, quando da inauguração do Externato Frei Luís de Sousa em 2 de Dezembro de 1956.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Cartaz da autoria do Pintor almadense Louro Artur, alusivo à I Exposição de Poesia Ilustrada realizada no antigo  Dragão Vermelho - Café e Pastelaria - em Almada de 17 a 27 de Janeiro de 1960.