Costa de Caparica, fachada sul do antigo estabelecimento de banhos Paraíso já desactivado, na última versão antes de ser demolido.
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada
Trecho da Ponte sobre o Rio Tejo no lado da margem sul em final de um dia nos anos 70, pós 1974, quando a denominação Ponte Salazar já havia sido retirada para passar a ser designada Ponte 25 de Abril.
Como se pode ver a imagem e estrutura da Ponte eram outras (ainda não havia sido reforçada ) e o movimento de viaturas muito menor do que actualmente se verifica.
sábado, 3 de novembro de 2018
Gente Que Viveu Almada
Maria Guinot, cantora, pianista, autora, compositora e intérprete, faleceu hoje com 73 anos, Em 1965 integra o Coro da Fundação Calouste Gulbenkian. Escreveu poemas, contos e ensaio. Em 1984 venceu o Festival da RTP com a canção "Silêncio e Tanta Gente" Colaborou em vários programas de Televisão e realizou espectáculos não só em Portugal como no estrangeiro.
Era natural de Lisboa mas viveu em Almada desde tenra idade, onde frequentou o Externato Frei Luís de Sousa em final dos anos 50 início dos anos 60, onde era conhecida por Adelaide Guinot.
Em 1988 publicou o livro de canções e poemas " Esta Palavra Mulher", de que reproduzimos "Mea Culpa - 1":
Por tudo o que não fiz
por tudo o que não quis
Mea culpa
por tudo o que perdi
por tudo o que esqueci
Mea culpa
E por esse caminho p´lo qual não vou
mas sobretudo por ser como sou
Mea culpa
p´los anos que desperdicei
por tudo o que não dei
Mea culpa
p´la dôr que não sofri
p´lo remorso que não senti
Mea culpa
E por esse caminho p´lo qual não vou
mas sobretudo por ser quem sou
Mea culpa
P´las palavras que não soube dizer
p´la mão que não quis estender
Mea culpa
p´la ternura que não pude dar
p´lo riso em jeito de esgar
Mea culpa
E por esse caminho p´lo qual não vou
mas sobretudo por ser como sou
Mea culpa
terça-feira, 9 de outubro de 2018
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Anúncio em final dos anos 60 da cervejaria Barca d´Alva situada na Praça da República - R. Capitão Leitão.
Anteriormente, anos 50, era o Café Atlético muito frequentado por almadenses porque em frente situava-se a sede do Almada Atlético Clube no 1º andar do prédio onde existia a carvoaria e taberna do galego Marçal. Neste estabelecimento, Abel Rosa era o homem dos petiscos, no seu local de trabalho à esquerda quando se entrava.
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
Coisas de Gente Que Viveu Almada
Placa existente na Tôrre da Paz anteriormente denominada Tôrre Salazar, existente na aldeia de Benfeita, concelho de Arganil. Esta Torre foi mandada construir no início de 1945 por iniciativa de Mário Mathias, natural de Benfeita, com o propósito de anunciar o fim da 2ª Guerra Mundial tocando um sino a assinalar o fim do conflito armado. Assim aconteceu, no dia 7 de Maio de 1945 quando às 14 horas soaram 1620 badaladas. Um empregado de uma empresa inglesa casado com uma mulher natural de Benfeita telefonou para a aldeia anunciando o fim da Guerra e na aldeia e arredores todos ficaram a saber que a PAZ era realidade.
O sino, recebeu o nome de Sino da Paz, e segundo a inscrição na placa da fotografia foi fabricado em Almada por Manuel Francisco Cousinha, dono da "Boa Construtora", a Fábrica Nacional de Relógios Monumentais, de Almada. Nele consta a inscrição "ESTE SINO TOCOU PELA PRIMEIRA VEZ A ANUNCIAR O FIM DA GUERRA DA EUROPA EM 1945". Um relógio mecânico especial, construído também por Manuel Francisco Cousinha, acoplado ao sino da Paz faz com que todos anos às 14 horas de 7 de Maio se iniciem as 1620 badaladas, tantas quantos os dias que durou a 2ª Guerra Mundial.
Em peças do relógio encontram-se gravadas frases alusivas à PAZ tais como: "BENDIGAMOS A PAZ" , "A PAZ SEJA COMNOSCO" e "BENDIGAMOS A VICTÓRIA".
O primeiro nome da torre foi "Tôrre Salazar" já com o propósito de assinalar o fim da Guerra e homenagear o Prof. Oliveira Salazar pela posição que adoptou durante o conflito armado. Pós 25 de Abril de 1974 mudaram-lhe o nome.
Manuel Francisco Cousinha era natural de Sobral Magro, freguesia de Pomares, concelho de Arganil. Tinha a sua Fábrica na Rua Capitão Leitão, em Almada.
Para ler a inscrição na placa basta ampliar a fotografia.
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada
Anúncio de 1968 do Café Tropical, no nº 1 da Avenida de Cristo Rei, hoje renovado e com outros proprietários, mais Cervejaria com a sua grande e agradável esplanada de Verão, do que Café, continua a ser uma referência em Almada. É talvez o único café/cervejaria localizado no eixo rodoviário da cidade que não viu a sua área de esplanada afectada pelas obras para a implantação do comboio MST que destruiu Almada
domingo, 5 de agosto de 2018
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
A antiga Av. Bento Gonçalves no sentido descendente, com três faixas de rodagem e no trecho correspondente ao desvio, à direita, para a antiga Rua de Lopes de Mendonça.
Na fotografia é visível o separador central com a vegetação então existente.
É uma fotografia de Junho 2006.
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
Coisas de Gente Que Destruiu Almada
Imagem da destruição avançada da Praça de Gil Vicente em 30 de Março de 2007, que se concretizou no estado actual em que se encontra, como consequência da "adaptação" e configuração da cidade ao despesista e perigoso para a saúde dos almadenses, MST.
terça-feira, 24 de julho de 2018
Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada
Realizou-se hoje pelas 13 h 30m para o cemitério de Vale Flores no Feijó, onde o corpo foi cremado, o funeral da almadense Maria Teresa Almeida Santos Simões Negrão, residente em Cacilhas, antiga aluna do Externato Frei Luís de Sousa no final dos anos 50 e início dos anos 60.
Era sobrinha da Dr.ª Maria Alice, a professora de Português e Francês.
A Teresa faleceu no dia 22 de Julho de 2018.
terça-feira, 10 de julho de 2018
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
A Bento Gonçalves quando ainda era avenida em Agosto de 2007, com três faixas de rodagem em cada sentido e arborizada no separador central. Constituía então uma boa e agradável via de entrada em Almada.
Na imagem em primeiro plano temos a via descendente, sentido Almada-Centro Sul.
sábado, 23 de junho de 2018
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
No dia 23 de Junho de 1991 a procissão em honra de S. João Baptista, vinda da Igreja matriz junto ao Castelo chegava à Capela da Ramalha, no cumprimento da tradição no concelho.
O local tinha este aspecto com terrenos livres para construção e ainda sem o comboio.
Era muito o povo que então se juntava na procissão e a aguardar no local a chegada do andor.
Actualmente menos pessoas acompanham e presenciam a procissão, sinal de que os almadenses mais idosos vão desaparecendo e dos que ficam por cá só alguns, cada vez menos, vão aparecendo.
Os que aparecem são talvez aqueles que ainda sentem alguma coisa pela manutenção desta tradição local, religiosa e popular, ou que por vivências familiares sempre acompanharam, viram ou ouviram falar da procissão do S. João Baptista, também designada procissão do S. João da Ramalha para os almadenses, que se realiza em dois dias 23 e 24 de Junho com percursos inversos.
Actualmente menos pessoas acompanham e presenciam a procissão, sinal de que os almadenses mais idosos vão desaparecendo e dos que ficam por cá só alguns, cada vez menos, vão aparecendo.
Os que aparecem são talvez aqueles que ainda sentem alguma coisa pela manutenção desta tradição local, religiosa e popular, ou que por vivências familiares sempre acompanharam, viram ou ouviram falar da procissão do S. João Baptista, também designada procissão do S. João da Ramalha para os almadenses, que se realiza em dois dias 23 e 24 de Junho com percursos inversos.
domingo, 3 de junho de 2018
Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada
Anúncio dos anos 40-50 do séc. XX do estabelecimento comercial "Fonte da Alegria" que existiu no local onde actualmente funciona a Cervejaria Farol, em Cacilhas. Foi propriedade inicial de J.Alvarez como Casa de Pasto, depois de Joaquim Mendes e José Pinto Gonçalves, tendo este posteriormente adquirido a parte de Joaquim Mendes. Em 1961 Carlos Alberto Pinto Durão, neto de José Pinto Gonçalves, adquiriu a casa e a firma e abriu a Cervejaria Farol que manteve em funcionamento até Dezembro de 1974, quando vendeu aos actuais proprietários.
quarta-feira, 30 de maio de 2018
Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada
No portão nº 3-A, em frente da Incrível Almadense na Av. Heliodoro Salgado, que vê à direita na fotografia ( actual ), funcionou na segunda metade do séc. XX o estabelecimento e armazém de ferro velho - compra e venda de toda qualidade de mobílias e sucata - de Raul Ferreira Branco, mais conhecido em Almada por Raul "Ferro-Velho".
domingo, 27 de maio de 2018
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Imagem de parte da assistência à missa celebrada por S.Exª o Arcebispo de Mitilene, na garagem da Beira-Rio na Cova da Piedade, quando da vinda da imagem de Nossa Senhora de Fátima ao concelho de Almada em 1963.
Reconhecem-se na fotografia João Zagalo e Melo, o Vice-Presidente da Câmara Municipal, António Zagalo e Melo e o Presidente da Câmara Municipal de Almada Dr. José Valeriano da Glória Pacheco, o civil de óculos à direita do oficial do Exército.
sexta-feira, 18 de maio de 2018
Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada
Rotários almadenses em fotografia da segunda metade do séc. XX. O 1º a partir da esquerda é o Dr. Luís Álvaro, o 2º é João Costa Artur que tinha armazém de mercearia em Cacilhas próximo do local onde está actualmente o burro em ferro e o 5º é Rodrigo António Zagalo e Melo.
quinta-feira, 10 de maio de 2018
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada
Rosto da bolsa em papel para fotografias da Fotarte - uma loja dedicada à fotografia - que existiu na ex-Av. de D. Afonso Henriques. Este estabelecimento era de um ex-trabalhador da Fotal, que deixou de trabalhar para o Faustino Fernandez Pombar e decidiu abrir uma loja concorrente dentro da cidade.
quarta-feira, 9 de maio de 2018
Coisas de Almada e de Gente Que Vive Almada
Organizado pela Universidade Sénior Unisaber, de Lisboa, realizou-se esta tarde um passeio guiado ao Ginjal, para gente de Lisboa, em que foi cicerone Luís Filipe Bayó Veiga .
sexta-feira, 4 de maio de 2018
Coisas de Gente Que Vive Almada
Luís Filipe Bayó Veiga, cacilhense e membro da SCALA, recorrendo aos seus arquivos na matéria, realiza no próximo dia 12 de Maio pelas 16 horas mais um evento cultural que certamente despertará o interesse de muitos de nós e especialmente dos amantes e fans da banda desenhada.
terça-feira, 1 de maio de 2018
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Depois da passagem da manifestação do 1º de Maio de 1974 em Almada, os almadenses tiveram a oportunidade de ver e ouvir a actuação da Banda da Armada desde a Praça da Renovação, descendo a Av. de D. Afonso Henriques até à Praça de Gil Vicente.
Nessa data o prédio onde está o "Faraó" ainda estava em construção e já se anunciavam aí as futuras instalações do Banco Português do Atlântico - depois virou BCP e Millennium - que se encontravam no lado oposto, onde hoje existe uma operadora de telecomunicações.
Como se vê na foto, na data ainda não estavam construídos todos os prédios do lado esquerdo no sentido ascendente da Av. de D. Nuno Álvares Pereira.
quarta-feira, 25 de abril de 2018
Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada
Aspecto da frente da manifestação, que se realizou em Almada no dia 27 de Abril de 1974, de apoio ao Movimento das Forças Armadas de 25 de Abril de 1974 (à Junta Militar e ao «Socialismo», segundo a convocatória popular afixada na parede exterior do Café Central em Almada). Também foi apelidada de "Marcha da Alegria". Esta manifestação teve início em concentração na Cova da Piedade às 16 horas.
A fotografia foi captada na ex-Av. D. Nuno Álvares Pereira frente ao Café Condestável que ficava à esquerda.
À direita vê-se um autocarro de transportes públicos da empresa Transul e um pouco mais adiante, o prédio onde estava localizada a agência do Banco Borges & Irmão.
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