sexta-feira, 16 de setembro de 2022

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada


Anúncio em 1968 da antiga pastelaria "Dragão Vermelho" que existiu na Praça da Renovação ao lado do Café Central  e que tal como este no Verão, desde que o estado do tempo permitisse, dia ou noite tinha sempre a esplanada cheia  de clientes.
No primeiro andar deste estabelecimento realizaram-se nos anos 60 importantes eventos culturais organizados por almadenses.
Foi também uma referência de Almada entre o final dos anos 50 e a década de 70.


quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada


 Faleceu há poucos meses o almadense Carlos Portela, companheiro de uma Tertúlia que se reunia, antes da "incursão Covid-19", quase diariamente na esplanada do Rifera, na Praça do M.F.A. ( antiga Praça da Renovação), onde geralmente também estavam presentes Carlos Durão, Mestre Zé, António Alberto Lourenço, "Nisa" (agente da PSP reformado) e Jorge Coelho da Silva, para além de outros almadenses.
 Residia em Cacilhas.

domingo, 26 de junho de 2022

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada


 Imagem da Rua de Alvalade na Ramalha, em final de 2005 princípio de 2006,  antes da implantação dos carris para a passagem da linha 2 do comboio apelidado Metro Sul do Tejo (MST).
A fotografia foi feita de poente para nascente.

quarta-feira, 22 de junho de 2022

Coisas de Almada e de Gente que Viveu e Vive Almada


Aproxima-se o dia 24 de Junho, dia de S. João Baptista, o dia de Almada segundo a tradição, também designado pelos almadenses dia de S. João da Ramalha, porque neste dia o Santo sai da Capela da Ramalha regressando à Igreja Matriz - a Igreja de Santiago - junto ao Jardim do Castelo.
É ainda dia feriado municipal.
Em tempos passados e relativamente recentes o 24 de Junho em Almada e no concelho foi sempre um dia muito especial para o povo deste concelho. Por todo o concelho havia festas, bailes, arraiais com ou sem fogueiras e piqueniques familiares ou não. Estes tinham o seu ponto alto nas quintas junto à Capela da Ramalha partilhando os farnéis, de onde saíam ao fim da tarde marchas improvisadas pelos participantes, depois de "bem comidos e bebidos", cantarolando, cujos arcos eram feitos por duas canas verdes enlaçadas no topo  dirigindo-se ao centro da vila, normalmente à Rua Direita, actual Rua Capitão Leitão.
O desaparecimento de naturais do concelho aliado à urbanização, a migração de gente sem raízes no concelho e "a visão" de outras gentes, levaram ao "esquecimento" de tradições e manifestações que eram património deste povo.
Actualmente até a procissão não só perdeu a participação de pessoas acompanhantes como também  de elementos sociais/públicos que se desligaram do povo e de colectividades que então participavam nesta genuína festa do povo. 
A imagem é de 24 de Junho de 2004 na preparação para o início da procissão à saída da Capela da Ramalha.

sábado, 11 de junho de 2022

Coisas de Almada e de Gente Que Não é de Almada



 O estado de degradação do espaço público a que esta autarquia tem votado Almada e o concelho é de um grande desprezo. 
Almada virou lixeira "ecológica".  Para além do lixo nas ruas e no que resta de avenidas, a sujidade de muros, paredes, edifícios públicos e privados com grafitagens, as ruas e zonas residenciais estão ficando cada vez mais "verdes".

É um novo conceito de progresso, "o progressismo", desta "esquerda" que domina Almada, desprezando Almada e o concelho com militante falta de respeito pelos munícipes.
Sim, porque não cuidar da limpeza urbana do concelho é isso mesmo.

Os munícipes elegeram autarcas para gerirem e cuidarem do Concelho. 

Afinal temos autarcas ou administradores-delegados que desconhecem os seus deveres e obrigações?

sábado, 21 de maio de 2022

Coisas de Almada e de Gente Que Não é de Almada

Imagens significativas de um dos muitos subúrbios dentro da cidade Almada, as quais são representativas e traduzem bem o cuidado com que a limpeza urbana no concelho é assumida pela Câmara Municipal de Almada.
Imagens que impressionam quem as vê uma vez e que são de espaço público presumivelmente usado (deveria ser) por seres humanos.
Será que se está a enveredar por uma desumanização dos espaços públicos devolvendo-os ao estado de vida selvagem?
Aqui se caldeia em revoltante promiscuidade (para quem sabe que uma cidade, vila ou aldeia devem ser devidamente cuidadas pelos eleitos)   lixo, ervas secas, espaços verdes(?) e árvores por cuidar, muros sujos e excrementos de animais, com o desleixo/ausência de responsabilidade autárquica...logo, espaços impróprios para serem frequentados e usufruídos  por seres humanos numa urbe.
Almada e o concelho não devem ser só música, folclore político, nem festivais de "Sol da Caparica".
Para Almada ser "Território de Muitos", os moradores e os seres humanos não podem nem devem ser ostracizados e tratados assim.













Mais palavras ou imagens para quê?
Basta circular a pé por Almada e o concelho, com os olhos abertos e não vendados, sem lentes selectivas ou de conveniência. 

terça-feira, 8 de março de 2022

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Acesso a Almada a partir do Centro Sul  - o que foi designado depois por Av. Bento Gonçalves - até à Av. D. Nuno Álvares Pereira. Estávamos na primeira metade da década de 70 do Séc. XX.

Fotografia:  J.Santos

 

quinta-feira, 3 de março de 2022

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada


Faleceu hoje com 92 anos o  Senhor Carlos Alberto Pinto Durão.
Ilustre cidadão e Almadense, grande conhecedor da vida e vivências de Almada dedicou parte da sua vida a esta sua terra, quer através da sua actividade comercial, quer  da participação no Ginásio Clube do Sul, em associações culturais e na Santa Casa da Misericórdia de Almada onde integrou os  primeiros primeiros Corpos Gerentes  pós 25 de Abril de 1974.
Mercê dos seus conhecimentos, suas vivências, relações e contactos sociais e de sua extraordinária memória, foi para muitos de nós uma pessoa fundamental para ficarmos a conhecer mais e melhor boa parte do passado e vida de Almada, do concelho e suas gentes. Por isso mesmo, seu nome ficou registado em alguns livros e publicações como fonte,  onde quem  escreveu foi buscar informação.
Obrigado Senhor Carlos Durão.
Até sempre.

O corpo encontra-se na Igreja de Nossa Senhora de Fátima (a nova Igreja da Cova da Piedade - Rua Amélia Rey Colaço 2810-268  Laranjeiro) de onde o funeral sairá às 15.00 horas de sábado, precedido de missa às 14h 30m, para o Cemitério de Almada, no Campo de S. Paulo.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio do ano 1968 de uma casa comercial que já não existe. Muito provavelmente até a sua localização ou numeração de então (embora o prédio lá esteja) já não corresponda à designação actual, uma vez que em 1968 não havia rotunda nem a Praça Comandante José Bráz. 
A Rua Cabo da Boa Esperança começava mais próximo da então Rua Dr. Oliveira Salazar renomeada após Abril de 1974, Rua da Liberdade.
Duas curiosidades deste anúncio:
- "Bebidas frescas no Poço". Era mesmo isso. As garrafas de bebidas eram colocadas num cesto de verga que descia por uma corda através de uma roldana ao fundo do poço e aí permaneciam durante algum tempo até refrescarem. Uma frescura natural...na falta de frigorífico.
- "1ª Paragem do Bairro", Refere-se à paragem à entrada Bairro de Nossa Senhora da Piedade, também apelidado de Bairro da Piedade da carreira da Beira-Rio  Cacilhas-Bairro-Cacilhas via Cova da Piedade
(havia também a carreira Cacilhas-Bairro-Cacilhas via Almada efectuada pela Piedense). As duas carreiras tinham como destino final no Bairro a Praceta frente à Igreja do Bairro, uma de cada lado da dita praceta.