terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Coisas de Almada e de Gente Que Vive Almada

Para avaliar o que é "o progresso" compare-se esta imagem com a do "post" anterior. São do mesmo local e só as separa quase 45 anos. Esta é de Dezembro 2018. Local: Praceta Sebastião da Gama e Av. 25 Abril (ex-Av. Frederico Ulrich).
Como se vê pelo aspecto das mesmas construções, numa foto e noutra, nesta fotografia sobressai a "harmonia" das varandas - fruto do progresso, dos novos tempos, do individualismo e da luta pela sobrevivência - em todas e destacadamente nos prédios em fundo.
Onde está o antigo e o moderno?
Onde está a harmonia e a desarmonia?
Onde está o "bonito " e o "feio"?
Onde está o "bom gosto" e o "mau gosto"?

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Restos do desfile do 1º de Maio de 1974 pelo eixo rodoviário da cidade de Almada, aqui, na Av. Frederico Ulrich e Praceta Sebastião da Gama, depois da desmobilização na Praça de Gil Vicente.
Sobressaem  na  fotografia os cidadãos, os modelos de viaturas (antigas para  actualidade), o 2CV com pelo menos 11  pessoas e a harmonia das construções (prédios), sem alumínios (gaiolas), nas varandas. 
O 2CV veio integrado no desfile.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

 
Imagem de construções e casario existente no Olho de Boi, junto ao cais da Companhia Portuguesa de Pesca, em Setembro de 1979.

sábado, 15 de dezembro de 2018

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Uma turma de alunos do Externato Frei Luís de Sousa, na primeira metade dos anos 60, numa aula de Francês com o seu professor, M. Etienne Pourtallés.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Alunos da Infantil do Externato Frei Luís de Sousa com a sua Educadora em Outubro de 1985

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Coisas de Gente de Almada

Dia 24 de Novembro pelas 15 horas, Luís Bayó Veiga  apresenta o livro "Crónicas d´agora sobre Cacilhas d´outrora", Vol. II,  na Biblioteca da Escola Secundária Cacilhas-Tejo.
Aqui fica o convite a todos os interessados em conhecer melhor Cacilhas.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Costa de Caparica, fachada sul do antigo estabelecimento de banhos Paraíso já desactivado, na última versão antes de ser demolido.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Trecho da Ponte sobre o Rio Tejo no lado da margem sul em final de um dia nos anos 70, pós 1974, quando a denominação Ponte Salazar já havia sido retirada  para passar a ser designada Ponte 25 de Abril.
Como se pode ver a imagem e estrutura da Ponte eram outras (ainda não havia sido reforçada ) e o movimento de viaturas muito menor do que actualmente se verifica.

sábado, 3 de novembro de 2018

Gente Que Viveu Almada

Maria Guinot, cantora, pianista, autora, compositora e intérprete, faleceu hoje com 73 anos, Em 1965 integra o Coro da Fundação Calouste Gulbenkian. Escreveu poemas, contos e ensaio. Em 1984 venceu o Festival da RTP com a  canção "Silêncio e Tanta Gente"  Colaborou em vários programas de Televisão e realizou espectáculos não só em Portugal como no estrangeiro.
Era natural de Lisboa mas viveu em Almada desde tenra idade, onde frequentou o Externato Frei Luís de Sousa em final dos anos 50 início dos anos 60, onde era conhecida por Adelaide Guinot.
Em 1988 publicou o livro de canções e poemas " Esta Palavra Mulher", de que reproduzimos "Mea Culpa - 1":
 
Por tudo o que não fiz
por tudo o que não quis
Mea culpa
por tudo o que perdi
por tudo o que esqueci
Mea culpa
E por esse caminho p´lo qual não vou
mas sobretudo por ser como sou
Mea culpa
p´los anos que desperdicei
por tudo o que não dei
Mea culpa
p´la dôr que não sofri
p´lo remorso que não senti
Mea culpa
E por esse caminho p´lo qual não vou
mas sobretudo por ser quem sou
Mea culpa
P´las palavras que não soube dizer
p´la mão que não quis estender
Mea culpa
p´la ternura que não pude dar
p´lo riso em jeito de esgar
Mea culpa
E por esse caminho p´lo qual não vou
mas sobretudo por ser como sou
Mea culpa
 

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio  em final dos anos 60 da cervejaria Barca d´Alva situada na Praça da República - R. Capitão  Leitão.
Anteriormente, anos 50, era o Café Atlético muito frequentado por almadenses porque em frente situava-se a sede do Almada Atlético Clube no 1º andar do prédio onde existia a carvoaria e taberna do galego Marçal. Neste estabelecimento, Abel Rosa era o homem dos petiscos, no seu local de trabalho à esquerda quando se entrava.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Coisas de Gente Que Viveu Almada

Placa existente na Tôrre da Paz anteriormente denominada Tôrre Salazar, existente na aldeia de Benfeita, concelho de Arganil. Esta Torre foi mandada construir  no início de 1945  por iniciativa de Mário Mathias, natural de Benfeita, com o propósito de anunciar o fim da 2ª Guerra Mundial tocando  um sino a assinalar o fim do conflito armado. Assim aconteceu, no dia 7 de Maio de 1945 quando às 14 horas soaram 1620 badaladas. Um empregado de uma empresa inglesa casado com uma mulher natural de Benfeita telefonou para a aldeia  anunciando o fim da Guerra e na aldeia e arredores todos ficaram a saber que a PAZ era realidade.
O sino, recebeu o nome de Sino da Paz, e segundo a inscrição na placa da fotografia foi fabricado em Almada por Manuel Francisco Cousinha, dono da "Boa Construtora", a Fábrica Nacional de Relógios Monumentais, de Almada. Nele consta a inscrição "ESTE SINO TOCOU PELA PRIMEIRA VEZ A ANUNCIAR O FIM DA GUERRA DA EUROPA EM 1945". Um relógio mecânico especial, construído também por Manuel Francisco Cousinha, acoplado ao sino da Paz faz com que todos anos às 14 horas de 7 de Maio se iniciem as 1620 badaladas, tantas quantos os dias que durou a 2ª Guerra Mundial.
Em peças do  relógio encontram-se gravadas frases alusivas à PAZ tais como: "BENDIGAMOS A PAZ" , "A PAZ SEJA COMNOSCO" e "BENDIGAMOS A VICTÓRIA".
O primeiro nome da torre foi "Tôrre Salazar" já com o propósito de assinalar o fim da Guerra e homenagear o Prof. Oliveira Salazar pela posição que adoptou durante o conflito armado. Pós 25 de Abril de 1974 mudaram-lhe o nome.
 
Manuel Francisco Cousinha era natural de Sobral Magro, freguesia de Pomares, concelho de Arganil. Tinha a sua  Fábrica na Rua Capitão Leitão, em Almada.
 

Para ler  a inscrição na placa basta ampliar a fotografia.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio de 1968 do Café Tropical, no nº 1 da Avenida de Cristo Rei, hoje renovado e com outros proprietários, mais Cervejaria com a sua grande e agradável esplanada de Verão, do que Café, continua a ser uma referência em Almada. É talvez o único café/cervejaria localizado no eixo rodoviário  da cidade que não viu a sua área de esplanada afectada pelas obras para a implantação do comboio MST que destruiu Almada

domingo, 5 de agosto de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

A antiga Av. Bento Gonçalves no sentido descendente, com três faixas de rodagem e no trecho correspondente ao desvio, à direita,  para a antiga Rua de Lopes de Mendonça.
Na fotografia é visível o separador  central com a vegetação então existente.
É uma fotografia de Junho 2006.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Coisas de Gente Que Destruiu Almada

Imagem da destruição avançada da Praça de Gil Vicente em 30 de Março de 2007, que se concretizou no estado actual em que se encontra, como consequência da "adaptação" e configuração da cidade ao despesista e perigoso para a saúde dos almadenses, MST.

terça-feira, 24 de julho de 2018

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

 
Realizou-se hoje pelas 13 h 30m para o cemitério de Vale Flores no Feijó, onde o corpo foi cremado, o funeral da almadense Maria Teresa Almeida Santos Simões Negrão, residente em Cacilhas, antiga aluna do Externato Frei Luís de Sousa no final dos anos 50 e início dos anos 60.
Era sobrinha da Dr.ª Maria  Alice, a professora de Português e Francês.
A Teresa faleceu no dia 22 de Julho de 2018.

terça-feira, 10 de julho de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

A Bento Gonçalves quando ainda era avenida em Agosto de 2007,  com três faixas de rodagem em cada sentido e arborizada no separador central. Constituía então uma boa e agradável via de entrada em Almada.
Na imagem em primeiro plano temos a via descendente, sentido Almada-Centro Sul.

sábado, 23 de junho de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

No dia 23 de Junho de 1991 a procissão em honra de S. João Baptista, vinda da Igreja matriz junto ao Castelo  chegava à Capela da Ramalha, no cumprimento da tradição no concelho.
O local tinha este aspecto com terrenos livres para construção e ainda sem o comboio.
Era muito o povo que então se juntava na procissão e a aguardar no local a chegada do andor.
Actualmente menos pessoas acompanham  e presenciam a procissão, sinal de que os almadenses mais idosos vão desaparecendo e dos que ficam por cá só alguns, cada vez menos, vão aparecendo.
Os que aparecem são talvez aqueles que ainda sentem alguma coisa pela manutenção desta tradição local, religiosa e popular, ou que por  vivências familiares sempre acompanharam, viram ou ouviram falar da procissão do S. João Baptista, também designada procissão do S. João da Ramalha para os almadenses, que se realiza em dois dias 23 e 24 de Junho com percursos inversos.

domingo, 3 de junho de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio dos anos 40-50 do séc. XX do estabelecimento comercial "Fonte da Alegria" que existiu no local onde actualmente funciona a Cervejaria Farol, em Cacilhas. Foi propriedade inicial de J.Alvarez como Casa de Pasto, depois de  Joaquim Mendes e José Pinto Gonçalves, tendo este posteriormente adquirido a parte de Joaquim Mendes. Em 1961 Carlos Alberto Pinto Durão, neto de José Pinto Gonçalves, adquiriu a casa e a firma e abriu a Cervejaria Farol que manteve em funcionamento até Dezembro de 1974, quando vendeu aos actuais proprietários.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

No portão nº 3-A, em frente da Incrível Almadense na Av. Heliodoro Salgado, que vê à direita na fotografia ( actual ), funcionou na segunda metade do séc. XX o estabelecimento e armazém de ferro velho  - compra e venda de toda qualidade de mobílias e sucata - de Raul Ferreira Branco, mais conhecido em Almada por Raul "Ferro-Velho".

domingo, 27 de maio de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Imagem de parte da assistência à missa celebrada por S.Exª  o Arcebispo de Mitilene, na garagem da Beira-Rio na Cova da Piedade, quando da vinda da imagem de Nossa Senhora de Fátima ao concelho de Almada no início dos anos 60 (63 ?).
Reconhecem-se na fotografia João Zagalo e Melo, o Vice-Presidente da Câmara Municipal, António Zagalo e Melo e o Presidente da Câmara Municipal de Almada Dr. José Valeriano da Glória Pacheco, o civil de óculos à direita do oficial do Exército.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Rotários almadenses em fotografia da segunda metade do séc. XX. O 1º a partir da esquerda é o Dr. Luís Álvaro, o 2º é João Costa Artur que tinha armazém de mercearia em Cacilhas próximo do local onde está actualmente o burro em ferro e o 5º é  Rodrigo António Zagalo e Melo.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada

Rosto da bolsa em papel para fotografias da Fotarte - uma loja dedicada à fotografia - que existiu na ex-Av. de D. Afonso Henriques. Este estabelecimento era de um ex-trabalhador da Fotal, que deixou de trabalhar para o Faustino Fernandez Pombar e decidiu abrir uma loja concorrente dentro da cidade.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Vive Almada

Organizado pela Universidade Sénior Unisaber, de Lisboa, realizou-se esta tarde um passeio guiado ao Ginjal, para gente de Lisboa, em que foi cicerone Luís Filipe Bayó Veiga .

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Coisas de Gente Que Vive Almada

 
Luís Filipe Bayó Veiga, cacilhense e  membro da SCALA, recorrendo aos seus arquivos na matéria, realiza no próximo dia 12 de Maio pelas 16 horas mais um evento cultural que certamente despertará o interesse de muitos de nós e especialmente  dos amantes e fans da banda desenhada.

terça-feira, 1 de maio de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Depois da passagem da manifestação do 1º de Maio de 1974 em Almada, os almadenses tiveram a oportunidade de ver e ouvir a actuação da Banda da Armada desde a Praça da Renovação, descendo a Av. de D. Afonso Henriques até à Praça de Gil Vicente.
Nessa data o prédio onde está o "Faraó" ainda estava em construção e já se anunciavam aí as futuras instalações do Banco Português do Atlântico - depois virou BCP e Millennium - que se encontravam no lado oposto, onde hoje existe uma operadora de telecomunicações.
Como se vê na foto, na data ainda não estavam construídos todos os prédios do lado esquerdo no sentido ascendente da Av. de D. Nuno Álvares Pereira.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Aspecto da frente da manifestação, que se realizou em Almada no dia 27 de Abril de 1974, de apoio ao Movimento das Forças Armadas de 25 de Abril de 1974 (à Junta Militar e ao «Socialismo», segundo a convocatória popular afixada na parede exterior do Café Central em Almada). Também foi apelidada de "Marcha da Alegria". Esta manifestação teve início em concentração na Cova da Piedade às 16 horas.
A fotografia foi captada na ex-Av. D. Nuno Álvares Pereira frente ao Café Condestável que ficava à esquerda.
À direita vê-se um autocarro de transportes públicos da empresa Transul e um pouco mais adiante, o prédio onde estava localizada a agência do Banco Borges & Irmão.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio de 1959 da  Fábrica Nacional de Relógios Monumentais  "A Boa Construtora" de Manuel Francisco Cousinha & Filhos, que existiu em Almada, na Rua Capitão Leitão frente à Academia Almadense.
Esta fábrica que "dava horas a Almada" foi uma referência da vila. Encerrou pós 25 de Abril de 1974, mas deixou relógios pelo território nacional em muitas torres, campanários, igrejas e edifícios públicos.
O prédio onde funcionou a fábrica já foi vendido.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Cacilhas respeitava o ambiente em Março de 2007 com estas duas edificações em ruínas, mas naturalmente ornamentadas, com vegetação espontânea. Ficavam na Rua Comandante António Feio.
 

domingo, 8 de abril de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Imagem parcial da zona da Cova da Piedade no final da década de 60 início de 70, em que se vêem fumos, empurrados por vento de leste, das indústrias corticeiras que então laboravam nesta freguesia.
A área das Barrocas está escondida pelos fumos. 

domingo, 1 de abril de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

 
 
Américo Carvalho dos Santos, o Américo "da Estância", pois era assim conhecido na vila de Almada, tinha a sua loja/armazém mais ou menos a meio do troço da Rua Bernardo Francisco da Costa, entre a Rua José Fontana e a Av. Heliodoro Salgado, nas décadas de 50, 60 e início de 70 do século passado.
Este comerciante almadense fazia parte do grupo de pessoas que regularmente nas manhãs dos dias úteis, por volta das  9 horas, se juntavam para tomar a bica no antigo Café Central, com o então presidente da Câmara Municipal de Almada, o Dr. José Valeriano da Glória Pacheco e com o funcionário da CMA Engº Macieira Dias.
O anúncio é de Dezembro de 1965.