quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada


O panorama que se descortina do Miradouro Luís Queiroz continua uma das maravilhas de Almada.
É de Almada (exceptuando a vista de avião) que  se tem os melhores panoramas de Lisboa voltada para o Tejo, quer seja deste miradouro, do Jardim do Castelo ou de outro ponto sobranceiro ao Rio Tejo, apesar se ter perdido o movimento de embarcações e navios no rio.
Um panorama que os autarcas de Almada nunca quiseram ou souberam promover turisticamente.
Esta é uma imagem de postal ainda com a antiga estrutura deste miradouro, localizado na Boca do Vento e por isso também conhecido por Miradouro da Boca do Vento.


sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Não Vive Almada


Quatro árvores da mesma espécie, no mesmo local como se vê na imagem, cortadas recentemente  pela Câmara Municipal de Almada, com que critério ?
Técnico?
Estético?
Poda técnica?
Ornamental?
Decorativo?
Contraste em altura?
Corte racional?
Corte aleatório?
Simplesmente corte?
Corte sem critério?
ou
Corte à vontade do executante ou do mandante?
Será mesmo assim que se devem cortar/podar árvores?

Actualmente é preciso tentar descobrir e compreender como está/vai Almada.



terça-feira, 15 de setembro de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Bilhetes para sessão de cinema no séc XX, nas duas grandes e centenárias colectividades de cultura do concelho de Almada: A  Sociedade Filarmónica Incrível Almadense e a Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense, ambas situadas então e actualmente na Rua Capitão Leitão.
O bilhete da Academia ainda é da sala antiga. A actual e grande sala de cinema foi inaugurada em 1974.

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Realizou-se hoje uma homenagem ao almadense  Henrique Leonardo Dias Mota por ocasião do centenário do seu nascimento, junto a uma das placas que assinalam o seu nome atribuído a uma das ruas do concelho de Almada, no Feijó, À cerimónia estiveram presentes muitos amigos, os filhos, familiares e alguns autarcas.
Depois de breves palavras referentes ao homenageado proferidas pela presidente da SCALA, autarcas e Henrique Mota (filho), procedeu-se à colocação de um ramo de  flores na base da placa identificadora do nome da rua.
Henrique Mota não era natural de Almada. Nasceu em Mafra em 1920 mas veio viver para Almada aos 9 anos de idade. Aqui trabalhou, viveu e aqui morreu em 2001.
Envolveu-se na vida do concelho, dedicando grande parte da sua vida ao associativismo  e ao desporto onde foi não só atleta, mas também treinador, Juíz-árbitro e dirigente. No Ginásio Clube do Sul desempenhou vários cargos nos corpos dirigentes.
Foi sócio fundador da SCALA (Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada) e seu Presidente da Assembleia Geral.
Foi colaborador de vários jornais (entre estes o Jornal de Almada) e revistas.
Henrique Mota prestou um serviço notável a Almada e ao concelho ao deixar em livros (Desportistas Almadenses) a biografia dos inúmeros desportistas do concelho ou que aqui viveram. É um trabalho muito importante que só poderia ter sido feito por quem ao desporto e ao associativismo dedicou parte da sua vida. Sem o seu trabalho, a sua determinação, o seu empenho e objectividade, Almada não teria documentos tão preciosos para a sua história na área do desporto.
Henrique Mota na década de 90 e até ao limite da sua saúde era presença de uma tertúlia de amigos almadenses que se encontravam  com frequência no Café Central e depois na esplanada do Rifera onde pontificavam António Calado, Arménio Reis, Carlos Durão, Fernando Coelho, Francisco Bastos, Jaime Feio, João Samorrinha, Ludgero Braz, Manuel Machaqueiro e Miguel Cantinho, além de outros.
Nesta tertúlia, Almada e seu concelho eram o tema mais frequente da conversa.
Foi galardoado pela Câmara Municipal de Almada com a Medalha de Ouro "Mérito e Dedicação"
"Os Belenenses" era o clube de Henrique Mota. 

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Coisas de Almada e de Gente que Viveu e Vive Almada

Um aspecto parcial da ex-Av. Bento Gonçalves - sentido descendente - com o separador central em vegetação, ainda antes da implantação daquilo que foi designado "o futuro chega a Almada" e que tanto mal estar tem causado à população e aos residentes (a autarquia continua a assobiar para o lado), sem falar no prejuízo económico para todos os contribuintes - o comboio MST.
Perdeu as características de Avenida. Agora com o tal "futuro" tem um corredor ferroviário a meio com incaracterísticas faixas de  circulação rodoviária lateralmente.
A fotografia é de 2006.

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Faleceu no passado dia 25 de Agosto o "Vasco da Farmácia", como popularmente era conhecido na comunidade almadense.
De seu nome Vasco Mário Xavier de Vasconcelos, nasceu a 29 de Julho de 1950, trabalhou ao longo de grande parte da sua vida profissional em Cacilhas, na bem conhecida Farmácia Reis.
Reunindo qualidades de espírito altruísta, simpatia, seriedade e de relacionamento fácil e amistoso para com todos os clientes que atendia e os demais com que se relacionava, desde cedo angariou na comunidade cacilhense respeito e admiração.
Para além do atendimento ao balcão no aviamento de receituário e venda de medicamentos ou outro material específico da área, como Técnico de Farmácia tinha sempre para todos os utentes que o procuravam na Farmácia Reis, um conselho, uma sugestão ou uma recomendação sobre a posologia indicada na receita, sem esquecer a bonomia de um sorriso e votos de melhoras.
Com os mais idosos, especialmente de situação precária na saúde e com posses limitadas tinha uma especial atenção, muitas vezes aviando os medicamentos receitados, suportando o pagamento de parte deles, até ao dia que o paciente recebesse a sua pensão ou reforma para os poder pagar.
Uma das suas grandes paixões era o golfe, que praticava muitas vezes com o seu amigo Luís Paulino, que curiosamente era um dos membros da sua entidade patronal.
Demonstrando ao longo dos anos boa saúde, foi acometido de doença grave desde há pouco mais de um ano, à qual não resistiu. Tinha recentemente  completado 70 anos em 29 de Julho.
Deixou viúva Dª Teresa Vasconcelos, sua grande companheira da vida e dois filhos, o Vasco e a Rita.
Foi sempre ao longo da vida um homem bom.
Até sempre Vasco!

C/ a colaboração e texto de Luís Bayó Veiga 

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Não Vive Almada


Este painel que tem relógio, termómetro e mapa já indecifrável está transfigurado num mono municipal à entrada da Costa da Caparica pela IC20 - HÁ QUANTO TEMPO? - a poluir visualmente o ambiente e o concelho de Almada, embora os almadenses e a população não tenham qualquer responsabilidade  no estado de degradação e abandono em que se encontra. 
Só a Câmara Municipal não vê a má imagem que tal e inútil espantalho dá do concelho e da Costa da Caparica.
Relógio e termómetro não funcionam, tal qual provavelmente os serviços que devem cuidar e promover uma boa  imagem do concelho.
A fotografia foi feita em Junho 2020, num dia de 30 graus C  cerca das 16 horas. O painel indicava 10 graus C  e a posição dos ponteiros do relógio  é a que vemos e assim tem estado até à data.

sábado, 8 de agosto de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Não Viveu e Não Vive Almada





Entrada na Costa da Caparica pela Via Rápida, agora  IC20, em Setembro de 1979, sem separadores, sem palmeiras entre os dois sentidos de trânsito  e sem viaduto para peões. 
De salientar que  nesta área à  esquerda ainda não havia o degradante bairro de barracas e outras construções precárias, que actualmente se vê a ocupar  terras de cultura. Este bairro constitui uma nódoa social e política e é fruto da democracia vigente.
Para democratas e esquerdistas que criticavam e criticam os bairros de lata do anterior regime o que se observa hoje à entrada da Costa da Caparica não credencia favoravelmente os gestores que têm passado pelos órgãos autárquicos (já vem da gestão  do PCP há muitos anos).  
Será que tal foi e é permitido porque é considerado por autarcas e outros, "politicamente correcto" e é  uma revelação de progresso nesta democracia ?
Por que foram  permitidas tais construções e por quanto tempo ainda vai continuar aquela mancha social e política? 

domingo, 2 de agosto de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Não Vive Almada


A circulação do comboio MST em Almada está sendo extremamente danosa para os almadenses e especialmente para os moradores nas margens do espaço canal, em consequência do enorme, agressivo e perturbador barulho que faz, desrespeitando as normas ambientais relativas ao ruído, sem que os progressistas defensores do ambiente (ecologistas municipais ou não) e dos animais, de esquerda ou de direita, venham em defesa dos humanos que circulam, passeiam ou residem ao longo do designado espaço canal ferroviário.
A Câmara Municipal de Almada tem um Provedor dos Animais (aprovado em Assembleia Municipal) mas infelizmente não sabe ser Provedor dos Humanos, das pessoas, dos almadenses vítimas do barulho e ruído provocados pelo comboio MST!!!
Situação insólita e tanto mais preocupante quando temos um executivo municipal que revela não ter sensibilidade para as perturbações e danos na saúde que esta anormalidade está provocando nos seres humanos, só admissível nos que andam de costas voltadas  para a população, que optam por não contactar ou ouvir os almadenses, talvez por timidez ou por falta de  à vontade em fazê-lo. Se o fizessem seria um bom procedimento (ficava-lhes bem), motivo para aprendizagem, conhecer Almada e os almadenses.
Não se conhece pela Europa uma cidade com este meio de transporte que faça barulho e ruído como o de Almada. Mesmo em países antigos satélites da URSS nada disto se verifica.
Almada ficou desconfigurada com este desnecessário e despesista (para  os contribuintes) meio de transporte. A actividade comercial e a vida na cidade foram gravemente afectadas. 
Como se tal já não seja extremamente negativo e penoso, o desleixo e a insensibilidade  do executivo municipal a esta anormalidade na cidade  constitui uma violência, falta de respeito e agressão ao bem-estar e vivência da população.

domingo, 12 de julho de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

No Externato Frei Luís de Sousa os presentes nas Festas de Finalistas (Bailes de Finalistas) tinham de ser convidados dos finalistas, mas mesmo assim selecionados e obedecendo a critérios definidos pela Direcção do Externato, conforme o exemplar do documento exibido. Foi um critério aplicado a Bailes de Finalistas que se realizaram antes ou depois deste (1965).
Nos anos 60 os valores e a moral que davam sentido à vida ou que estruturavam as vivências de então eram substancialmente diferentes daqueles que hoje fazem ou dão outro sentido à vida. As vivências actuais são (ou terão que ser ) menos fruto do contexto em que crescemos e mais dos contextos em que estamos inseridos ou nos vamos inserindo, já que há uma tendência prevalecente para o improviso do salve-se quem puder. 

domingo, 21 de junho de 2020

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Aproxima-se o dia 24 de Junho, dia de S.João Baptista e feriado Municipal em Almada
Na imagem o povo incorporado na procissão de S. João Baptista no dia 24 de Junho de 1991, acompanha a imagem no regresso à Igreja Matriz (Igreja de Santiago), junto ao Castelo de Almada.
O trajecto aqui mostrado integra a actual Travessa da Ramalhinha à direita na foto (entre a antiga Avenida Bento Gonçalves) e a actual Rua Ramiro Ferrão, seguindo depois pela Rua das Terras dos Cortes Reais, no Bairro das Casas Económicas, em direcção à actual rua da Liberdade (antiga Rua Dr. Oliveira Salazar).
É notório nesta imagem o grande número de pessoas que em 1991 ainda se incorporava na procissão quando comparado com a actualidade. Muitas das pessoas que viveram e viviam esta manifestação religiosa de Almada já morreram e as novas gerações, na generalidade, já não cultivam estas tradições e cultos religiosos do concelho.
Será que este ano o S. João Baptista ainda virá no dia 23 de Junho "dormir" à Capela da Ramalha, para no dia 24 regressar à Igreja Matriz?

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Turma do Externato Frei Luís de Sousa, com uma professora, na primeira metade dos anos 60 (provavelmente ano lectivo 61-62/62-63) em fotografia feita no recreio da ala feminina.
Na época a separação entre raparigas e rapazes era rigorosa e devidamente controlada pelas contínuas e professores. Só a partir do 6º ano (da época) é que as turmas seriam mistas
À esquerda na imagem e em plano posterior vêem-se as obras de prolongamento do edifício. Este acrescento também foi feito na ala masculina, ficando o edifício simétrico.

sábado, 30 de maio de 2020

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Muitos almadenses e não só, que frequentaram o ensino primário na Escola Conde de Ferreira em Almada nos anos 40 e 50 do séc. XX têm associado a suas recordações desse período de vida, um professor que deixou marca indelével na memória de cada um - o Professor Câncio - que era o Director da Escola e que ficou referência entre todos pelo uso que fazia da palmatória para "premiar" os alunos que não sabiam a tabuada, não faziam os trabalhos de casa ou não respondiam acertadamente às perguntas do professor na matéria de ensino.
Os alunos, salvo devidas excepções,  não tinham hipótese de escolher que professor queriam. Quem estivesse na sala do Prof. Câncio já sabia o que esperava:  estudava/aprendia ou seria candidato à palmatória.
Para avaliar a aprendizagem da tabuada, o Prof. Câncio dispunha os alunos a inquirir na frente da turma e ia perguntando a  um por um: por exemplo: 3x6; a outro 4x6; a outro 5x6;... . e assim sucessivamente.  Aluno que não respondesse acertadamente tinha de estender a mão, com a palma voltada para cima e recebia o dolorosa "reguada" da palmatória do professor, que não era nada meigo no assunto.
O Professor Câncio está nesta fotografia com seus alunos. Naquele tempo as turmas eram muito grandes ( não é a primeira fotografia desta Escola que vemos com tantos alunos e o professor).
Na fotografia está uma contínua da Escola Conde Ferreira, a Srª Adelina, que residia próximo do Seminário de Almada. Das duas funcionárias, é a da esquerda 

terça-feira, 26 de maio de 2020

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Nos anos 60 e princípio da década de 70 (antes de Abril 74) os jovens de Almada que frequentavam o ensino universitário e os Institutos Industrial e Comercial  em Lisboa, tinham o hábito de estudar nos cafés. Em Almada,  o Café Central na Praça da Renovação e posteriormente o Café Repuxo na Praça de Gil Vicente, onde havia a Fonte Luminosa, foram os dois locais mais frequentados pelos estudantes. 
Naturalmente, entre os estudantes foram-se enraizando empatias, amizades e afinidades por pontos de interesse comuns em disciplinas dos cursos ou porque estudavam na mesma mesa do Café e outras,  e,  assim constituíam-se pequenos grupos que no final de semana, normalmente ao Domingo, iam ao cinema ou teatro (matinées) e esporadicamente organizavam passeios por Lisboa e arredores ou um pouco mais a norte da capital.
Quando a deslocação era mais longe (100 -150 Km) e com grupo maior, alugava-se um autocarro à Piedense ou Beira-Rio (mais a esta) mesmo não enchendo - automóvel próprio  ninguém tinha - desde que o custo fosse suportável e lá ia o pessoal descontrair e conviver de manhã à noite.
Esta fotografia é de um desses passeios, talvez a Peniche e nela ainda se identifica o José Sérgio, o Miguel Fernandes mais conhecido por Miguel Junot e o Romba. O José Sérgio, estudante de Medicina morreu prematuramente. Morava na Rua Cte António Feio, em Cacilhas, próximo do Colégio "O Gato". Era sobrinho da Drª Maria Alice, Professora de Português e Francês no Externato Frei Luís de Sousa.
Dos elementos femininos já não lembramos os nomes.
Atrás do grupo da foto está o autocarro com outros integrantes do passeio.

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada


Faleceu hoje com 96 anos pelas 10 h 30 m o almadense  Fernando Miranda Barão. Figura muito conhecida no concelho pela sua ligação a várias colectividades associativas, foi fundador do Clube de Campismo do Concelho de Almada, de que era actualmente o sócio nº1, da SCALA (Associação Cultural de Artes e Letras de Almada e da Associação de Cidadania de Cacilhas "O Pharol".
Integrou os corpos gerentes de outras colectividades, nomeadamente da Incrível Almadense e do Ginásio Clube do Sul, colectividade  onde era presentemente o sócio nº 1.
Fernando Barão nasceu em Cacilhas.
Deixou-nos em livros algumas das suas memórias e vivências no movimento associativo e do concelho, principalmente de Cacilhas.
Nesta fotografia Fernando Barão já tinha completado 96 anos.

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Algumas alunas de uma turma do Externato Frei Luís de Sousa na primeira metade dos anos 60 (talvez 63-64), com a Professora de Geografia (?)  Drª Almerinda Teixeira (recentemente falecida).

sábado, 16 de maio de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Porque o Ginásio Clube do Sul completa amanhã, 17 de Maio de 2020, o seu centésimo aniversário, aqui deixamos a saudação dirigida aos associados pela Direcção de 1967 no programa/convite dos festejos, por  ocasião do 47º Aniversário.

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

José Alaíz à frente da manifestação  realizada a 27 de Abril de 1974 em Almada, de apoio ao Movimento Revolucionário de 25 de Abril de 1974.
Faz hoje 46 anos.

sexta-feira, 24 de abril de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Recordando a data 25 de Abril de 1974.
O almadense José Alaíz já debilitado fisicamente  em 27 de Abril de 1974, chega à Av. D. Nuno Álvares Pereira amparado por amigos, para se incorporar na manifestação, vinda da Cova da Piedade, realizada nesse dia em apoio ao Movimento Revolucionário do dia 25 de Abril.
Os prédios à esquerda são da Rua S. Salvador da Baía onde à data ainda havia vivendas.
A meio da fotografia descortina-se (aumentando a foto) a pala e o anúncio da Estação de Serviço de combustíveis da Sacor na avenida, no local onde hoje estão as instalações de designada Oficina da Cultura, que aliás ocupou as instalações daquela, quando foi desactivada.
José Alaíz faleceu com 80 anos em 25 de Novembro de 1974

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Documento de despesa efectuada na Cervejaria Cabrinha, em Cacilhas, na primeira metade dos anos 70, com um consumo diversificado de marisco: cadelinhas, canilhas e gambas. Tudo 147$00 (cento e quarenta e sete escudos) com taxa de serviço incluída.
Tempo da vida barata?

sábado, 11 de janeiro de 2020

Gente de Almada, Gente Que Vive Almada


Acompanhado pela esposa, filho, nora, netos, muitos familiares e amigos, o Almadense Sr. Carlos Alberto Pinto Durão comemorou hoje num restaurante do concelho de Almada os seus 90 anos de idade, que completou no passado dia 26 de Dezembro de 2019.
Votos de felicidade e saúde para o Sr. Carlos Durão e esposa.

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada


Anos 60, alunos do Externato Frei Luís de Sousa  em confraternização com corpo directivo e professores.
Na foto identificam-se os alunos: Maria Luísa Alves dos Santos, Victor Santos Neves, Maria João Moreira  Lemos Correia, José Riachos de Melo Cardoso, Luís Filipe Jobling Adão e Silva, António Alberto Rodrigues Vidinha, Eduardo Lima Valente de Almeida. Os dois alunos cujo rosto se vê parcialmente ao fundo na fotografia, julgamos serem José Carlos Gouveia Pereira e o Luís Filipe Marques Pereira dos Santos
Da direcção, temos o Director, Cónego António Gonçalves Pedro e um Sub-Director, o Dr. Francisco Taborda. Entre estes encontra-se um Professor de Química cujo nome desconhecemos, o qual deu aulas  no Frei num curto período do ano lectivo (64-65) em substituição, por impedimento, da professora de Química.

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Faleceu no passado dia 21 de Outubro a Drª Almerinda Teixeira, casada com o Dr. Cláudio Teixeira.
Era natural de Arouca mas residia em Almada (Cacilhas) há muitas  décadas, tendo leccionado no Externato Frei Luís de Sousa nos anos 60.
A Drª Almerinda sempre teve um sentido cívico invulgar, o que a levou a ter uma valiosa intervenção e acção política a favor de Almada e dos almadenses ao longo da sua vida.
Quando a Câmara Municipal liderada pelo PCP  começou a manifestar intenções  de introduzir o comboio MST no concelho com o traçado e inserção conhecidos, a Drª Almerinda Teixeira foi das pessoas que mais criticou e contestou construtivamente com factos e dados reais as argumentações do executivo municipal, quer em sessões do Forum MST quer em Assembleias Municipais, a ponto de ser considerada pela Presidente de então e acólitos, persona non grata.
O funeral realizou-se para a terra de natalidade.

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Convite para conhecer ou descobrir mais sobre Cacilhas. 

domingo, 6 de outubro de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada


No final da década de 60, início dos anos 70 era frequente em Almada a juventude nos tempos livres organizar jogos de futebol de confraternização entre duas equipas espontâneas, por exemplo entre solteiros e casados, técnicos e não técnicos ou outras,
Na imagem temos os solteiros e casados de um encontro no início dos anos 70 no campo do Ginásio Clube do Sul, acompanhados de "orientadores" e massagistas.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Coisas de Gente Que Não Viveu Almada

O Repuxo" foi mandado destruir em Março de 2007 por gente que não viveu  Almada, para implantar na cidade um comboio que não dignifica Almada e consequentemente descaracterizou a  Praça de Gil Vicente e a cidade.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive almada


No fim da tarde de 23 de Junho de um dos anos da década de 90, a procissão com a imagem de S. João Baptista chega à Capela da Ramalha, descendo a Rua Cidade de Ostrava, vinda da Igreja de Santiago (a Igreja velha de Almada) cumprindo  a tradição.
Antes da urbanização da Ramalha a Procissão chegava à Capela descendo do Pragal, através de uma azinhaga.
A  fachada da Capela da Ramalha vê-se à direita na fotografia.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

O almadense Fernando José Pereira  D´Almeida Ramos, o Faneca, faleceu no dia 02 de Junho de 2019.
O corpo esteve a partir das 17 h do dia 3 na Igreja Nova de Alma, onde muitos jovens dos anos 60 lhe foram prestar a última homenagem, tendo o funeral sido realizado pelas 13h 30m do dia 4 para o cemitério de Vale Flores, no Feijó, onde foi cremado.
O Faneca foi aluno do Externato Frei Luís de Sousa. Tinha 69 anos. Nasceu a 14 de Fevereiro de 1950.

sábado, 1 de junho de 2019

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Mês de Junho é mês de S. João Baptista no concelho de Almada. Em tempos passados , no início da segunda metade do Séc. XX, o programa das Festas era vasto e variado.
Em cima temos a capa e contracapa do Programa das Festas de Junho de 1970.
No interior do Programa lia-se:
- Na noite do dia 21 deste mês de Junho de 1970, pelas vinte e duas horas passa pelas ruas de Almada o GRANDE CORTEJO  "DA  NASCENTE À FOZ DO TEJO".
- Dia 15, Segunda-feira, às 22 horas NOITE DO FADO - O Mondego Saúda o Tejo.
- Dia 18, Quinta-feira, às 22 horas Eleição da "NOIVA DO TEJO".