sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Coisas nesta Almada

Promessas dos candidatos a autarcas do PCP.
Cuidado! 
Não esqueçamos o que fizeram no passado e como deixaram Almada e o concelho ao fim de 40 anos com a arrogância e prepotência do seu trabalho, honestidade e competência.
Sempre com uma competência acima de todas as críticas construtivas dos almadenses e da população residente. 


Depois de o PCP ter estado à frente do município durante 40 anos mas de costas para o desenvolvimento do concelho e da cidade de Almada, é preciso não haver vergonha para os seus candidatos   afixarem agora  em campanha de propaganda autárquica, cartazes ou  painéis publicitários como este, prometendo obras, Popularmente dir-se-á ."é preciso ter uma grande lata"!
A candidata do PCP à Câmara Municipal até disse que " pretende lutar no sentido de retirar o metro de superfície do centro de Almada para que possa circular debaixo de terra", 

Quem o pôs a circular à superfície e defendeu sempre esta opção não foram os autarcas do PCP? 
Já se esqueceram?
- Foram os autarcas do PCP liderados pela "grande timoneira" do Município Almadense, da Margem Sul e das suas populações, Maria Emília de Sousa.

A Câmara Municipal de Almada/os autarcas do PCP, justificavam então e assim a implantação do metro à superfície:
"Porque é um transporte ligeiro de inserção e requalificação urbana. Porque a análise de viabilidade económica que equaciona o número de passageiros e o traçado define esta opção como a decisão  acertada. Além de que a análise de experiências de metros de superfície em cidades com características idênticas a Almada aponta igualmente  esta como a melhor opção".

A mudança agora de opinião pode-se justificar com aquela sábia expressão de homenagem aos burros, que algumas pessoas usam para revelarem a sua "douta sabedoria" : "Só os burros é que não mudam de opinião".
Não deixa contudo de ser uma traição à "grande timoneira", justificada porque para certa gente que está na política a ética nos seus actos e decisões, bem como a defesa do interesse público são o que menos lhes interessa

Disse também a actual candidata querer "acabar com as barracas",  " resolver os problemas da habitação e lançar medidas de apoio a idosos, famílias e crianças". ....lindo! 
Foi sempre com  retóricas como esta que foram conseguindo os votos de cidadãos mais carentes e vulneráveis.
Veja-se o número de barracas que floresceram à entrada da Costa da Caparica nas designadas "terras da Costa" durante a gerência do PCP no município.

Durante os anos que antecederam a implantação  do comboio que designam por MST (Metro Sul do Tejo) e mesmo durante a obras, nos designados Fórum MST e em Assembleias Municipais, muitos munícipes foram alertando a Presidente do Município, Vereadores e outros autarcas, também dos partidos da oposição, para os graves erros que estavam e iriam ser cometidos na mobilidade e no espaço público dentro de  Almada e no golpe de morte na vida social e na actividade comercial no centro de Almada e não só, com  consequências muito negativas na qualidade de vida e bem-estar das pessoas.
Os então autarcas camarários, por falta de qualidades pessoais e notória carência de humildade para avaliarem os avisos, menosprezaram tudo e todos. Eles é que estavam certos. Com a sua arrogância política, o seu desconhecimento ou desinteresse do que é a boa política para servir as populações e o seu autoritarismo básico, rejeitaram avisos e críticas construtivas de almadenses e residentes.

- Criaram ridículas zonas pedonais  onde o comboio tem prioridade sobre as pessoas sem haver semáforos nem passadeiras para peões.
- Destruíram o centro de Almada e as principais avenidas, dividindo Almada ao meio.
- Fecharam ruas ao trânsito de veículos, que posteriormente tiveram de abrir, algumas sem piso adequado para veículos.
- Obrigaram automobilistas a fazer grandes percursos para acederem a uma rua que estava ali ao lado.
- Estreitaram faixas de rodagem, criando condições para frequentes engarrafamentos de trânsito e agravar  a deslocação de viaturas dos bombeiros em emergência.
- Limitaram drasticamente os estacionamentos e criaram uma empresa para multar os automobilistas "mal" estacionados.
- Obrigaram os residentes ao longo das linhas do comboio a viver e dormir em permanência 24/24  horas com o insuportável ruído ferroviário e trepidação dos edifícios, cujas consequências na saúde mental e não só, só a médio e longo prazo serão notórias ou não se chegarão sequer a conhecer por falta de correlação causa/efeito .
- Obrigaram com o ruído do comboio e as piores condições de vida criadas no centro de Almada, muitas pessoas e famílias a deixarem a cidade.
- Ao fim de 14 anos a circular (iniciou em 30/04/2007) o número de passageiros transportados anualmente pelo comboio MST está em pouco mais de 50% dos 28 milhões anunciados pelos "peritos", Câmara Municipal, Maria Emília Neto de Sousa e seus acólitos. O Estado transfere anualmente para a Concessionária MTS (Metro Transportes do Sul)  alguns milhões de euros dos impostos pagos pelos contribuintes, como compensação de aquele número "previsto" ainda não ter sido atingido. Dinheiro este que muita falta faz na Saúde e na Educação.
- Além destes milhões que o Estado paga à Concessionária para a ressarcir, os municípios de Almada e Seixal de acordo com o Plano de Comparticipações para a 1ª Fase da Rede do MST vêm pagando anualmente ao Estado desde 2003 montantes crescentes até 2013, que de 2014 até 2029 são fixos, respectivamente 1.108.987,59 €  e  312.791,37 €. (Fonte: Protocolo para Cooperação Técnica e Financeira entre o Estado/Concedente e os Municípios de Almada e do Seixal para a Concretização da 1ª Fase do MST, celebrado em 30/07/2002 )
- Levaram com o seu progressismo tolo, muitas mesmo muitas lojas a fecharem e muita gente a ficar sem emprego e trabalho.
- Almada ficou sem vida urbana, sem alegria e com uma população cada vez mais mais idosa, porque os mais novos  procuraram outros locais para residir longe deste desolador quadro.
-Votaram ao abandono a Costa da Caparica não só como cidade mas também como a grande e melhor praia dos arredores de Lisboa e da Margem Sul.
As potencialidade turísticas de Almada ter o monumento a Cristo Rei no Pragal  nunca foram aproveitadas, a ponto de os turistas que vêm de Lisboa em autocarros e viaturas visitar o monumento nem sequer visitam Almada e os seus miradouros para Lisboa (Jardim do Castelo e Boca do Vento)
- Coincidindo com a implantação - obras e início da circulação do MST -  no principal eixo viário de Almada, entre 2001 e 2011 a população residente nas então freguesias de Almada e Cacilhas caiu respectivamente de 19.513 para 16.586 (15,01%)  e de 6.970 para 6017 (13,67% ), continuando a cair  até ao presente no somatório das 4 freguesias que constituem a actual União  Freguesias com Cova da Piedade e Pragal. 
- Com a gestão do PCP as 4 freguesias urbanas da União vieram sempre a perder residentes o que revela que os  autarcas com a sua criatividade de ditos progressistas e de progresso nunca foram capazes de criar condições para fixar e atrair pessoas.

É este o quadro herdado  e o futuro consequente da gestão dos autarcas do PCP com que premiaram Almada, quando referindo-se ao seu designado MST diziam:
- " Almada a um metro do futuro "
- " O MST constitui um excelente instrumento de valorização do espaço público, do ambiente e da qualidade de vida das populações ".
- " O comércio em Almada ficará beneficiado (com o MST). Prevê-se que o Metro transporte cerca de 28 milhões de passageiros por ano. Este número traduz.se em milhares de pessoas (cerca de 80.000 diziam) a passar, todos os dias, pelas ruas do concelho. Com a requalificação urbana que se irá  operar em simultâneo, haverá mais espaço para os peões e mais estacionamento rotativo. Estes factores vão criar condições para potenciar o comércio local."
Pergunta-se :Que requalificação urbana?
Os estragos infelizmente são notoriamente visíveis.
Foram anos de música de embalar.....

Eis um folheto exemplar da propaganda do tempo de meter à força na cabeça dos almadenses e da população o MST daqueles autarcas. Uma pequena amostra da mentalização então em curso e usada pelos autarcas do PCP.
Almada Centro  Shopping a Céu Aberto
Pág 1 e 4
Pág 2 e 3


Todos nós, os que assistimos a esse tempo de delírio patético daqueles que impuseram ditatorialmente o combóio à população e sobrevivemos até à data, conhecemos a triste realidade em que Almada se encontra, fruto dos devaneios mentais daquela gente sem sentido de servir  com dignidade a população, as pessoas  e o concelho.

Virem agora com paínéis de propaganda de rua, prometer e anunciar obras remendeiras e demagogas  cheira a falta de sentido ético e falsidade.
Assim não! Obrigado.

"É preciso ter uma GRANDE LATA!"

sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Coisas de "Uma Almada"

Encontrada  explicação para o enigma da proliferação, existência e persistência das ervas nos passeios, espaços públicos e canteiros de árvores nesta Almada, como nunca visto. 
O PS apostou em tornar Almada Mais Verde..."VÊ-SE A DIFERENÇA"... "Almada está mais verde" sem agravamento de custos, "sente-se a diferença na qualidade de vida".


Painel promocional do PS junto ao Mercado Municipal de Almada
(o destaque a verde  é meu)





São 5 fotografias de hoje, que mostram os efeitos do objectivo  Almada Mais Verde , iguais a tantas outras que se podem captar por Almada e pelo concelho, onde nem os canteiros de árvores escapam à "Onda Verde" municipal, aplicada a esta Almada, de mistura com lixo.
Percebe-se agora também porque as árvores não são podadas nesta Almada e têm crescimento descontrolado: quantos maiores e mais ramos, maior o volume de verde e Almada será mais verde.

sábado, 14 de agosto de 2021

Coisas desta Almada

COMO VAI OU ESTÁ A MINHA ALMADA



Escolheu Almada para viver?
Óptimo!

Uma Almada...onde se vive cada vez melhor!

...realmente é bom viver em Almada


é mesmo bom...



Duas imagens de uma "sala de espera" das urgências do Hospital Garcia de Orta, em Almada.
As outras duas salas, são 2 contentores de reduzida lotação.
Estas duas imagens nada têm a ver com o município, mas não deixam de ser imagens de "uma Almada onde se vive cada vez melhor".
Dirá um "amenizador social": sempre é melhor do que não ter serviço de urgência ou Hospital!





Quatro imagens como exemplo de como se limpa e cuida dos espaços públicos e zonas verdes em Almada.
Com este zelo é muito agradável viver em Almada...porque se vive cada vez melhor!










Numa cidade - Almada - onde se tolera ou permite (?) a vandalização da propriedade privada e espaços públicos.... então vive-se cada vez melhor!
Quando os proprietários são obrigados a limpar e conservar os edifícios, perante o que se observa permanentemente... então é mais uma razão para se viver cada vez melhor em Almada.


e por fim obras que duram...duram ...duram.. (por inactividade) meses e meses a fio!

(Pode-se aumentar as imagens clicando sobre as mesmas)

Foram fotografias captadas entre 31 JULHO e 07 AGOSTO de 2021 em Almada, mas que são também, representativas do que se vê pelo concelho.

Durante o longo período de  gestão de Almada pelo PCP, Almada foi-se degradando, fragilizando, perdendo vida, vivência social e vivências. O espaço público deixou de ser partilhado e vivido pelos almadenses e por quem escolhera Almada para viver.
 Almada vem adquirindo cada vez mais um estatuto de deserto, dormitório ou mesmo de subúrbio, parecendo que está abandonada, onde deixou de ser agradável passear pelas ruas (Almada por força do PCP perdeu as suas avenidas para um inútil e despesista combóio ) tal a vandalização dos edifícios e degradação do espaço público. Chega  a ser um triste espectáculo o que observamos.
A gestão ( durante 40 anos) do PCP não é a única responsável pela situação em que Almada se encontra. PS, PSD e BE, também têm a sua quota parte de responsabilidade, principalmente os dois primeiros, pela acolhedora colaboração que deram ao PCP, esquecendo o seu dever  democrático de serem oposição para defenderem os interesses da população e da cidade.
Para muita gente natural de Almada ou não e aqui residente, em Outubro 2017 surgiu a esperança de que Almada entraria num ciclo de dignificação da Cidade e do concelho. Foi só um sonho. A realidade é aquilo que qualquer pessoa, qualquer almadense - sem lentes partidárias - poderá observar, circulando como peão por ruas e passeios (mal cuidados) do concelho e de Almada. 
Não conheço cidade, vila ou aldeia de Portugal tão sujas e com tanto lixo nas ruas quanto Almada.
Parece que foi dado continuidade ao trabalho do PCP.
Almada e o concelho pelas suas condições naturais e por devido respeito para com as suas gentes, não podem continuar a ser geridos - como o PCP o fez -  por um distanciamento dos autarcas relativamente aos residentes, às pessoas, aos seus interesses colectivos, ao seu bem-estar, ao cuidado pelo espaço público..
Os autarcas são eleitos para servir o interesse público e os munícipes, proporcionando-lhes melhores condições de vida no espaço público. O poder democrático encontra-se nas acções quotidianas ao serviço da comunidade, promovendo o maior bem.

Não basta dizer "escolho uma Almada onde se vive cada vez melhor"
Escolho "uma Almada ou Almada". Afinal qual Almada?
Escolher para quê?
Para viver?
Vive mesmo ou é só propaganda de ocasião?
"uma Almada",  não é a Almada real ou a que as imagens mostram, as quais não são nada agradáveis para os residentes e para os naturais de Almada.

Nasci em Almada e sempre aqui vivi.
Presentemente não escolheria  (com alguma mágoa)  para viver, esta Almada que vejo e observo no dia a dia.  
P.S. : Só espero que não venham com a cassete usada pelos obstinados e intrépidos paladinos do PCP (mesmo não sendo naturais de Almada) quando ouviam críticas dos almadenses à sua arrogante gestão:
"Se não estás bem muda-te"

quinta-feira, 22 de abril de 2021

Coisas de almaDalmada e coisas de outra Gente

Não é caso isolado.
Muitas fotografias/documentos retirados deste blog aparecem por aí publicadas quer noutros, quer em páginas do facebook sem qualquer referência à fonte onde foram colhidos. Para mim não advém qualquer problema por isso, já que o meu propósito ao lançar este blog almaDalmada foi divulgar fotos ou documentos que possuo desta minha terra, para conhecimento geral. 
Nunca tive nem manifestei com amigos qualquer grande preocupação por ver  publicado noutro local sem referência à fonte, excepto a referência que fiz no post de 22 de Janeiro de 2017 a propósito de "autor desconhecido" para uma fotografia minha do Miradouro da Boca do Vento, em 1978. Mas, se alguém publicar as fotos ou documentos juntamente com o meu texto (total ou parcial) como se fosse seu, isso parece-me um caso de desonestidade intelectual, que nada dignifica quem o pratica.
Constatei uma situação destas com um autarca de um concelho próximo a quem enviei um email e escrevi no seu blog mostrando o meu desagrado por subscrever o meu texto como se fosse seu. Nem sequer se dignou responder.
Infelizmente têm sido muitas estas ocorrências de plágio de texto como tenho constatado, o que me levou a partir de certo momento a marcar as fotos com o nome do blog, bem como em outras anteriormente publicadas. 
Como não sou egoísta, tenho dito a quem me conhece e visita o blog se pretender  fotografias ou documentos sem a marca, cedê-los-ei sem qualquer contrapartida, o que já fiz.

Há uma fotografia minha da GNR junto ao antigo Pão de Açúcar na Cova da Piedade publicada, com  Crédito Wolfbast Paulo Brito, que um senhor de Almada diz "acho que fui eu que  tirei a fotografia"

A situação que hoje reporto e por causa do texto é do ALMADA PATRIMÓNIO MATERIAL E IMATERIAL (Facebook), que não sendo caso isolado, esta está publicada como
Crédito: Wolfpasb  Paulo Brito, outras não.
Não sei quem é o Sr. Paulo Brito, creditado.

Para fundamentar o que escrevi reproduzo uma de entre outras dessas publicações no ALMADA PATRIMÓNIO MATERIAL E IMATERIAL (que não está só) em 15 de Março de 2012
 e  o Original do almaDalmada publicado em 2 de Março de 2009.



Foto de Cacilhas, Rua Cândido dos Reis em dia de Procissão (ano ?). De notar que os edifícios mais baixos à direita na foto já não existem. Neste local foram construídos prédios mais recuados relativamente à rua. O outro edifício é onde funciona actualmente o Restaurante Peralta. O edifício mais alto e o mais baixo à esquerda ainda se conservam.

Crédito: Wolfpasb Paulo Brito 

segunda-feira, 2 de março de 2009

Coisas de Almada e da Gente de Almada

Foto de Cacilhas, Rua Cândido dos Reis em dia de Procissão (ano ?). De notar que os edifícios mais baixos à direita na foto já não existem. Neste local foram construídos prédios mais recuados relativamente à rua. O outro edifício é onde funciona actualmente o Restaurante Peralta. O edifício mais alto e o mais baixo à esquerda ainda se conservam.

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


O Padre Manuel Alves Louro, na imagem de costas, e o Arcebispo de Mitilene D. Manuel dos Santos Rocha junto à Igreja Paroquial da Cova da Piedade, por ocasião da visita da imagem de Nossa Senhora de Fátima a Almada, no início dos anos 60.
À direita na fotografia está o Pároco de Almada Pe Francisco Ferreira, (o Pe Chico) como era conhecido.

quarta-feira, 31 de março de 2021

Coisas de Almada e de Gente que não era de Almada


Com esta  criativa e composta imagem da revirada Praça da Renovação (actual Praça do MFA) publicada no Boletim Municipal de Julho-Agosto 2007, a Câmara Municipal de Almada de então (PCP/CDU) encantou, iludiu, convenceu e enganou muitos almadenses, de que Almada se modernizaria e iria ter uma vida nova francamente futurista com o seu comboio apelidado de MST.
É verdade que só enganou quem andava distraído e se deixou enganar.
A realidade após o comboio ter começado a circular revelou-se outra. O futuro prometido foi um embuste. Almada parou no tempo e a vida urbana entrou num pântano - que ainda perdura - com muitas lojas a fechar, perda de habitantes e de vida pública.
Muito embora estas penalizações, os moradores do eixo central da cidade foram premiados com um extraordinário, intenso, continuo e anormal ruído, provocado pela  circulação ferroviária, que o actual executivo camarário (PS+PSD) ainda não se atreveu a resolver, para bem-estar e saúde dos residentes.
Quem quiser, pode fazer desta imagem um passatempo comparando-a com o estado actual desta Praça, "tentando descobrir" as diferenças e verificará que  não são só "sete".


Imagem do Boletim Municipal de Julho-Agosto 2007

segunda-feira, 22 de março de 2021

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada


No passado dia 17 de Março de 2021 em consequência de um AVC, faleceu com 95 anos Fernando Paiva Moura. 
Natural de Almada, fez o Curso Industrial na Escola Fonseca Benevides tendo começado a trabalhar aos 16 anos  como Ajudante de 3ª Classe no Arsenal do Alfeite de onde se reformou como Contra-Mestre de 1ª.
Desde jovem se integrou no movimento associativo e cooperativista na  Sociedade Cooperativa Almadense, primeiro  como sócio e depois como sócio e dirigente, tendo passado por vários cargos dos corpos gerentes.
Como almadense e grande conhecedor da sua terra de naturalidade pelas suas vivências, sempre se interessou pelos problemas, ocorrências, vida social e associativa de Almada, do concelho e das suas associações, colectividades, clubes ou agremiações.
Com ele e outros almadenses, uns já falecidos, outros ainda entre nós, partilhámos alguns agradáveis e bons momentos de   conversas sobre as alterações e estado (situação) de Almada ao sabor de interesses partidários, ocultos, outros ou pessoais e não da cidade ou do concelho.
Era também associado de longa data  da Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense.
O funeral realizou-se para o Cemitério de Almada.

Sentidas condolências à família e especialmente à esposa, filho e neta.

A fotografia é de Maio 2004

terça-feira, 2 de março de 2021

Gente Que Viveu Almada


O Padre Jacinto Gonçalves Pedro nasceu a 28 de Agosto de 1922 na Freguesia de Mouriscas, concelho de Abrantes.
Foi pároco no Monte de Caparica de 24 de Setembro de 1958 até final de Setembro, princípio de Outubro de 1962, para exercer as mesmas funções a partir de 6 de Outubro de 1962  em Barquinha, no Ribatejo.
Quando deixou suas funções no Monte de Caparica, a Câmara Municipal de Almada prestou-lhe uma homenagem na pessoa do Presidente do Município Dr. José Valeriano da Glória Pacheco, cerimónia essa que contou com a presença do Reitor do Seminário de Almada e do Santuário de Cristo Rei Padre António Gonçalves Pedro, de António Correia Director do Jornal Praia do Sol, de paroquianos, amigos e gente do povo.
Enquanto pároco do Monte de Caparica foi coadjuvado por seu irmão também Padre, o Coronel Capelão da Força Aérea Portuguesa Manuel Gonçalves Pedro.
O Padre Jacinto Gonçalves Pedro foi um dos 106 signatários de uma carta dirigida ao Núncio Apostólico, em 25 de Dezembro de 1967, solicitando  ao Papa Paulo VI a substituição do Cardeal Cerejeira ( que havia pedido a resignação e não havia ainda aceitação do Papa ) e sugerindo para o substituir, D. Manuel Falcão, então Bispo titular de Telepte e Auxiliar do Cardeal Patriarca, com qualidades reconhecidas para não comprometer a Igreja face ao Estado.
Assinaram também essa carta os Padres Albino Mamede Cleto (chegou a Bispo), António Gonçalves Pedro e António Augusto Sobral, bem conhecidos em Almada onde estavam em exercício de funções.
O Padre Jacinto Pedro foi também pároco em Pinhal Novo, Atalaia, Tancos, Praia do Ribatejo, Riachos e Torres Novas.
Faleceu com  91 anos a 6 de Junho de 2014 em Santarém, onde foi sepultado em campa rasa como sua manifestada vontade.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Gente de Almada, Gente Que Vive e Gente Que Viveu Almada

Um grupo de ginastas  na Sala Dr. Aquiles Monteverde do Ginásio Clube do Sul, nos anos 60.
Reconhecem-se alunos do Externato Frei Luís de Sousa: os irmãos Agostinhos (Raúl e Eduardo), Mário
Simões Fernandes, Idalino Franco, Segorbe Luís (o Paquito mais novo), e Fernando Ramos (Faneca).

O Dr. Aquiles Monteverde foi  Presidente da Câmara Municipal de Almada nos anos 50. Antecedeu o Dr. José Valeriano da Glória Pacheco.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


No tempo dos idos anos 50-60, quando a Praia da Costa da Caparica atraía muitos veraneantes, o agradável  Bar da Estalagem Rosa dos Ventos, situada na Rua Dr. Castro Freire, com mobiliário da época e vista para o exterior. 
No exterior e localizada no topo do bar, para hóspedes ou visitantes havia uma pequena e atraente esplanada com chapéus de sol.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada


Vista geral da Costa da Caparica no séc. passado, em postal "Passaporte", onde ainda é visível a extensão do areal, desde a entrada na praia até ao mar e o edifício do Hotel Praia do Sol à direita na foto, na Rua dos Pescadores.
Em primeiro plano sobressaem as designadas "terras da Costa" sem os sinais de progresso e desenvolvimento - as barracas - tão características no local, que  nasceram nos anos pós 25 de Abril de 1974.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada


Por antigo aluno e companheiro recebemos a notícia do falecimento da Drª Maria da Graça, no dia 9 de Fevereiro de 2021.
Foi Professora de Matemática e desempenhou o cargo de Sub-Directora do Externato Frei Luís de Sousa para a área feminina.
Leccionou aquela disciplina durante os anos 60 e 70 no Frei, quer a alunos quer a alunas e turmas mistas no 3º ciclo. 
Tinha 96 anos e residia em Almada.
Sentida Homenagem a quem se dedicou aos alunos, contribuindo para a sua formação e vivência escolar, com os quais teve e manteve sempre uma boa relação pessoal, mesmo após deixar de leccionar.

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


 Em tempo de Carnaval em confinamento - sem festas, desfiles e bailes  - com a maior parte do país de máscaras, as pessoas mascaradas por força das circunstâncias conforme as autoridades, aqui fica o programa das Festas de Carnaval no Ginásio Clube do Sul em 1972, há 49 anos.

Como curiosidade e quase coincidência, nesse ano a terça-feira de Carnaval foi a 15 de Fevereiro - esta ano é a 16.
Este ano as noites de Carnaval são em  auto prisão domiciliar vigiada.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada


O Amigo  José Carlos Alves d`Almeida faleceu no passado dia 3 de Fevereiro de 2021 no Hospital Lusíadas. Nasceu em Cacilhas a 26 de Abril de 1945.
Companheiro de mais de meio século de vivências quer  no Café Central, quer na casa dos sogros (Jaime Feio e D. Suzete) com a sua mulher, a Juca e filhas deles, a mãe dele D. Gabriela e a irmã do sogro a Lé Lé para os amigos ( de seu nome Nazaré ), onde os visitávamos também em algumas tardes de Natal, quer na casa do José Carlos, nas Barrocas, quando morava na Cova da Piedade, em Belverde ou no Algarve quando nos encontrávamos em férias, ou na  nossa casa, sobretudo nos anos 70 e 80 pela noite fora em fins de semana e com outros amigos e, ultimamente nos almoços com amigos ou vizinhos seus, o José Carlos revelou sempre ser possuidor de uma natural  disposição  para partilhar agradáveis momentos de convívio onde  os presentes não se sentiam estranhos.
Depois do falecimento da Juca em Fevereiro de 2018,  rara era a semana que o José Carlos não nos telefonava para dar notícias e nos encontrarmos num almoço ou nos dizer por que numa semana ou  outra, não poderia estar presente.
Foi uma relação de amizade construída ao longo de muitos anos com camaradagem e vivências partilhadas com seus familiares e amigos dele e da Juca, porque o José Carlos com facilidade construía pontes entre conhecidos e  desconhecidos.
O funeral realizou-se no passado dia 7 de Fevereiro pelas 14.00 horas para o Cemitério de Vale Flores, no Feijó, onde o corpo foi cremado.

Sentida Homenagem 
Até Sempre Amigo

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

No final dos anos sessenta, após a constituição da Transul Empresa de Transportes Lda, autocarros da Beira Rio e da Piedense  ainda com as cores de cada uma, no ponto de partida da carreira para a Costa da Caparica (Praia do Sol ), no Centro Sul, Cova da Piedade.
 

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Na segunda metade dos anos 60, alunos e alunas do Externato Frei Luís de Sousa em visita de estudo numa tarde a Lisboa, pousam em grupo para a fotografia, tendo por fundo o Rio Tejo e o Monumento a Cristo-Rei. 
 

sábado, 9 de janeiro de 2021

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio de 1932 de dois estabelecimentos comerciais de Domingos Cortez, conhecido em Almada e Cacilhas por " o Espanhol". 
Este cidadão era o mestre-sala do Restaurante "A Estrela do Ginjal" Lda, (a afamada Casa das Conchas) de Albino Pereira & José Rodrigues do Vale  ( o Zé da Avó ) - pai da Madalena Iglésias, no Ginjal.
 

sábado, 2 de janeiro de 2021

Coisas de Almada, de Gente Que Não Vive Almada


A Fragata D. Fernando II e Glória, tal qual antes de rumar à EXPO 98 num cais da Base Naval de Lisboa - Alfeite, Almada.
O que representa aquilo que actualmente se vê em Cacilhas?
Que imagem do nosso Património Naval e Histórico quer o País transmitir e passar aos visitantes com o que está exposto em Cacilhas ?
- Talvez uma fracção da Fragata D. Fernando II e Glória sem adequada conservação e manutenção.
Uma vergonha!


quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Anúncio nos Estados Unidos da América, de  vinho Rosé  da  marca POMBAL proveniente da Quinta do Pombal propriedade da família Theotónio Pereira, localizada em Almada no local designado por Pombal. Administrativamente a quinta estava na freguesia da Cova da Piedade.
O rótulo da garrafa exibe o portão da entrada na quinta, localizado na então Rua Dr. Oliveira Salazar, depois denominada Rua da Liberdade, após 25 de Abril de 1974.
A Sociedade Comercial Theotónio Pereira, Lda tinha os seus armazéns no Ginjal e escritórios em Lisboa.



quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Anúncio de 1970 de muito conhecidas lojas de móveis neste concelho, no século XX, propriedades de um almadense.
 

sábado, 19 de dezembro de 2020

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada


Almada anos 70/71 numa imagem onde se vê parte da Escola D. António da Costa, inaugurada em 1971 e terrenos envolventes de parte das Quintas do José Lourenço (ainda com árvores) e do Aires Coelho. A construção antiga à esquerda e terreno das traseiras desta construção em linha recta  tangente à empena sul, pertenciam à Quinta de António Marques. Esta nada tinha a ver com outro cidadão que morava mais a sul e com o mesmo nome.
Note-se que quando foi feita esta fotografia ainda não havia o prédio do Centro Comercial Faraó na Praça da Renovação, nem os prédios  do Bica, tal como os prédios da actual Praça de S. João Baptista, onde já funcionava o Liceu de Almada (anterior secção do Liceu D. João de Castro de Oeiras) de  que ainda se descortinam as construções em madeira.
Os edifícios em primeiro plano, de cor branca, pertenciam à Quinta do Aires Coelho.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


 A propósito dos festejos natalícios publica-se esta colaboração de leitores no extinto (neste século) Jornal de Almada em Dezembro de 1977.

domingo, 6 de dezembro de 2020

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada


Nos anos 60 e 70 do séc. XX este popular restaurante da Cova da Piedade, mais conhecido por "o Sousa", era muito frequentado pelas gentes de Almada. Servia bem e com qualidade, a preços nada excessivos.
Nas tardes de fim de semana era casa cheia e muito movimentada para petiscar ou comer mariscos acompanhados da devida cerveja ou outra bebida consoante o gosto ou preferência dos fregueses. 


segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Num período crítico do PREC para as forças em confronto, pós 25 de Abril de 1974, trabalhadores revolucionários regressam pela Av. D. Afonso Henriques ao local de origem, numa viatura usada para transporte de material pesado utilizado com a mesma para bloquear o acesso terrestre ao Forte de Almada pelas apelidadas "forças da reacção", perante o olhar de cidadãos que se encontravam em frente ao Café Central na citada Avenida.