domingo, 2 de agosto de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Não Vive Almada


A circulação do comboio MST em Almada está sendo extremamente danosa para os almadenses e especialmente para os moradores nas margens do espaço canal, em consequência do enorme, agressivo e perturbador barulho que faz, desrespeitando as normas ambientais relativas ao ruído, sem que os progressistas defensores do ambiente (ecologistas municipais ou não) e dos animais, de esquerda ou de direita, venham em defesa dos humanos que circulam, passeiam ou residem ao longo do designado espaço canal ferroviário.
A Câmara Municipal de Almada tem um Provedor dos Animais (aprovado em Assembleia Municipal) mas infelizmente não sabe ser Provedor dos Humanos, das pessoas, dos almadenses vítimas do barulho e ruído provocados pelo comboio MST!!!
Situação insólita e tanto mais preocupante quando temos um executivo municipal que revela não ter sensibilidade para as perturbações e danos na saúde que esta anormalidade está provocando nos seres humanos, só admissível nos que andam de costas voltadas  para a população, que optam por não contactar ou ouvir os almadenses, talvez por timidez ou por falta de  à vontade em fazê-lo. Se o fizessem seria um bom procedimento (ficava-lhes bem), motivo para aprendizagem, conhecer Almada e os almadenses.
Não se conhece pela Europa uma cidade com este meio de transporte que faça barulho e ruído como o de Almada. Mesmo em países antigos satélites da URSS nada disto se verifica.
Almada ficou desconfigurada com este desnecessário e despesista (para  os contribuintes) meio de transporte. A actividade comercial e a vida na cidade foram gravemente afectadas. 
Como se tal já não seja extremamente negativo e penoso, o desleixo e a insensibilidade  do executivo municipal a esta anormalidade na cidade  constitui uma violência, falta de respeito e agressão ao bem-estar e vivência da população.

domingo, 12 de julho de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

No Externato Frei Luís de Sousa os presentes nas Festas de Finalistas (Bailes de Finalistas) tinham de ser convidados dos finalistas, mas mesmo assim selecionados e obedecendo a critérios definidos pela Direcção do Externato, conforme o exemplar do documento exibido. Foi um critério aplicado a Bailes de Finalistas que se realizaram antes ou depois deste (1965).
Nos anos 60 os valores e a moral que davam sentido à vida ou que estruturavam as vivências de então eram substancialmente diferentes daqueles que hoje fazem ou dão outro sentido à vida. As vivências actuais são (ou terão que ser ) menos fruto do contexto em que crescemos e mais dos contextos em que estamos inseridos ou nos vamos inserindo, já que há uma tendência prevalecente para o improviso do salve-se quem puder. 

domingo, 21 de junho de 2020

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Aproxima-se o dia 24 de Junho, dia de S.João Baptista e feriado Municipal em Almada
Na imagem o povo incorporado na procissão de S. João Baptista no dia 24 de Junho de 1991, acompanha a imagem no regresso à Igreja Matriz (Igreja de Santiago), junto ao Castelo de Almada.
O trajecto aqui mostrado integra a actual Travessa da Ramalhinha à direita na foto (entre a antiga Avenida Bento Gonçalves) e a actual Rua Ramiro Ferrão, seguindo depois pela Rua das Terras dos Cortes Reais, no Bairro das Casas Económicas, em direcção à actual rua da Liberdade (antiga Rua Dr. Oliveira Salazar).
É notório nesta imagem o grande número de pessoas que em 1991 ainda se incorporava na procissão quando comparado com a actualidade. Muitas das pessoas que viveram e viviam esta manifestação religiosa de Almada já morreram e as novas gerações, na generalidade, já não cultivam estas tradições e cultos religiosos do concelho.
Será que este ano o S. João Baptista ainda virá no dia 23 de Junho "dormir" à Capela da Ramalha, para no dia 24 regressar à Igreja Matriz?

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Turma do Externato Frei Luís de Sousa, com uma professora, na primeira metade dos anos 60 (provavelmente ano lectivo 64-65) em fotografia feita no recreio da ala feminina.
Na época a separação entre raparigas e rapazes era rigorosa e devidamente controlada pelas contínuas e professores. Só a partir do 6º ano (da época) é que as turmas seriam mistas
À esquerda na imagem e em plano posterior vêem-se as obras de prolongamento do edifício. Este acrescento também foi feito na ala masculina, ficando o edifício simétrico.

sábado, 30 de maio de 2020

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Muitos almadenses e não só, que frequentaram o ensino primário na Escola Conde de Ferreira em Almada nos anos 40 e 50 do séc. XX têm associado a suas recordações desse período de vida, um professor que deixou marca indelével na memória de cada um - o Professor Câncio - que era o Director da Escola e que ficou referência entre todos pelo uso que fazia da palmatória para "premiar" os alunos que não sabiam a tabuada, não faziam os trabalhos de casa ou não respondiam acertadamente às perguntas do professor na matéria de ensino.
Os alunos, salvo devidas excepções,  não tinham hipótese de escolher que professor queriam. Quem estivesse na sala do Prof. Câncio já sabia o que esperava:  estudava/aprendia ou seria candidato à palmatória.
Para avaliar a aprendizagem da tabuada, o Prof. Câncio dispunha os alunos a inquirir na frente da turma e ia perguntando a  um por um: por exemplo: 3x6; a outro 4x6; a outro 5x6;... . e assim sucessivamente.  Aluno que não respondesse acertadamente tinha de estender a mão, com a palma voltada para cima e recebia o dolorosa "reguada" da palmatória do professor, que não era nada meigo no assunto.
O Professor Câncio está nesta fotografia com seus alunos. Naquele tempo as turmas eram muito grandes ( não é a primeira fotografia desta Escola que vemos com tantos alunos e o professor).
Na fotografia está uma contínua da Escola Conde Ferreira, a Srª Adelina, que residia próximo do Seminário de Almada. Das duas funcionárias, é a da esquerda 

terça-feira, 26 de maio de 2020

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Nos anos 60 e princípio da década de 70 (antes de Abril 74) os jovens de Almada que frequentavam o ensino universitário e os Institutos Industrial e Comercial  em Lisboa, tinham o hábito de estudar nos cafés. Em Almada,  o Café Central na Praça da Renovação e posteriormente o Café Repuxo na Praça de Gil Vicente, onde havia a Fonte Luminosa, foram os dois locais mais frequentados pelos estudantes. 
Naturalmente, entre os estudantes foram-se enraizando empatias, amizades e afinidades por pontos de interesse comuns em disciplinas dos cursos ou porque estudavam na mesma mesa do Café e outras,  e,  assim constituíam-se pequenos grupos que no final de semana, normalmente ao Domingo, iam ao cinema ou teatro (matinées) e esporadicamente organizavam passeios por Lisboa e arredores ou um pouco mais a norte da capital.
Quando a deslocação era mais longe (100 -150 Km) e com grupo maior, alugava-se um autocarro à Piedense ou Beira-Rio (mais a esta) mesmo não enchendo - automóvel próprio  ninguém tinha - desde que o custo fosse suportável e lá ia o pessoal descontrair e conviver de manhã à noite.
Esta fotografia é de um desses passeios, talvez a Peniche e nela ainda se identifica o José Sérgio, o Miguel Fernandes mais conhecido por Miguel Junot e o Romba. O José Sérgio, estudante de Medicina morreu prematuramente. Morava na Rua Cte António Feio, em Cacilhas, próximo do Colégio "O Gato". Era sobrinho da Drª Maria Alice, Professora de Português e Francês no Externato Frei Luís de Sousa.
Dos elementos femininos já não lembramos os nomes.
Atrás do grupo da foto está o autocarro com outros integrantes do passeio.

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada


Faleceu hoje com 96 anos pelas 10 h 30 m o almadense  Fernando Miranda Barão. Figura muito conhecida no concelho pela sua ligação a várias colectividades associativas, foi fundador do Clube de Campismo do Concelho de Almada, de que era actualmente o sócio nº1, da SCALA (Associação Cultural de Artes e Letras de Almada e da Associação de Cidadania de Cacilhas "O Pharol".
Integrou os corpos gerentes de outras colectividades, nomeadamente da Incrível Almadense e do Ginásio Clube do Sul, colectividade  onde era presentemente o sócio nº 1.
Fernando Barão nasceu em Cacilhas.
Deixou-nos em livros algumas das suas memórias e vivências no movimento associativo e do concelho, principalmente de Cacilhas.
Nesta fotografia Fernando Barão já tinha completado 96 anos.

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Algumas alunas de uma turma do Externato Frei Luís de Sousa na primeira metade dos anos 60 (talvez 63-64), com a Professora de Geografia (?)  Drª Almerinda Teixeira (recentemente falecida).

sábado, 16 de maio de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Porque o Ginásio Clube do Sul completa amanhã, 17 de Maio de 2020, o seu centésimo aniversário, aqui deixamos a saudação dirigida aos associados pela Direcção de 1967 no programa/convite dos festejos, por  ocasião do 47º Aniversário.

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

José Alaíz à frente da manifestação  realizada a 27 de Abril de 1974 em Almada, de apoio ao Movimento Revolucionário de 25 de Abril de 1974.
Faz hoje 46 anos.

sexta-feira, 24 de abril de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Recordando a data 25 de Abril de 1974.
O almadense José Alaíz já debilitado fisicamente  em 27 de Abril de 1974, chega à Av. D. Nuno Álvares Pereira amparado por amigos, para se incorporar na manifestação, vinda da Cova da Piedade, realizada nesse dia em apoio ao Movimento Revolucionário do dia 25 de Abril.
Os prédios à esquerda são da Rua S. Salvador da Baía onde à data ainda havia vivendas.
A meio da fotografia descortina-se (aumentando a foto) a pala e o anúncio da Estação de Serviço de combustíveis da Sacor na avenida, no local onde hoje estão as instalações de designada Oficina da Cultura, que aliás ocupou as instalações daquela, quando foi desactivada.
José Alaíz faleceu com 80 anos em 25 de Novembro de 1974

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Documento de despesa efectuada na Cervejaria Cabrinha, em Cacilhas, na primeira metade dos anos 70, com um consumo diversificado de marisco: cadelinhas, canilhas e gambas. Tudo 147$00 (cento e quarenta e sete escudos) com taxa de serviço incluída.
Tempo da vida barata?

sábado, 11 de janeiro de 2020

Gente de Almada, Gente Que Vive Almada


Acompanhado pela esposa, filho, nora, netos, muitos familiares e amigos, o Almadense Sr. Carlos Alberto Pinto Durão comemorou hoje num restaurante do concelho de Almada os seus 90 anos de idade, que completou no passado dia 26 de Dezembro de 2019.
Votos de felicidade e saúde para o Sr. Carlos Durão e esposa.

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada


Anos 60, alunos do Externato Frei Luís de Sousa  em confraternização com corpo directivo e professores.
Na foto identificam-se os alunos: Maria Luísa Alves dos Santos, Victor Santos Neves, Maria João Moreira  Lemos Correia, José Riachos de Melo Cardoso, Luís Filipe Jobling Adão e Silva, António Alberto Rodrigues Vidinha, Eduardo Lima Valente de Almeida. Os dois alunos cujo rosto se vê parcialmente ao fundo na fotografia, julgamos serem José Carlos Gouveia Pereira e o Luís Filipe Marques Pereira dos Santos
Da direcção, temos o Director, Cónego António Gonçalves Pedro e um Sub-Director, o Dr. Francisco Taborda. Entre estes encontra-se um Professor de Química cujo nome desconhecemos, o qual deu aulas  no Frei num curto período do ano lectivo (64-65) em substituição, por impedimento, da professora de Química.

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Faleceu no passado dia 21 de Outubro a Drª Almerinda Teixeira, casada com o Dr. Cláudio Teixeira.
Era natural de Arouca mas residia em Almada (Cacilhas) há muitas  décadas, tendo leccionado no Externato Frei Luís de Sousa nos anos 60.
A Drª Almerinda sempre teve um sentido cívico invulgar, o que a levou a ter uma valiosa intervenção e acção política a favor de Almada e dos almadenses ao longo da sua vida.
Quando a Câmara Municipal liderada pelo PCP  começou a manifestar intenções  de introduzir o comboio MST no concelho com o traçado e inserção conhecidos, a Drª Almerinda Teixeira foi das pessoas que mais criticou e contestou construtivamente com factos e dados reais as argumentações do executivo municipal, quer em sessões do Forum MST quer em Assembleias Municipais, a ponto de ser considerada pela Presidente de então e acólitos, persona non grata.
O funeral realizou-se para a terra de natalidade.

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Convite para conhecer ou descobrir mais sobre Cacilhas. 

domingo, 6 de outubro de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada


No final da década de 60, início dos anos 70 era frequente em Almada a juventude nos tempos livres organizar jogos de futebol de confraternização entre duas equipas espontâneas, por exemplo entre solteiros e casados, técnicos e não técnicos ou outras,
Na imagem temos os solteiros e casados de um encontro no início dos anos 70 no campo do Ginásio Clube do Sul, acompanhados de "orientadores" e massagistas.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Coisas de Gente Que Não Viveu Almada

O Repuxo" foi mandado destruir em Março de 2007 por gente que não viveu  Almada, para implantar na cidade um comboio que não dignifica Almada e consequentemente descaracterizou a  Praça de Gil Vicente e a cidade.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive almada


No fim da tarde de 23 de Junho de um dos anos da década de 90, a procissão com a imagem de S. João Baptista chega à Capela da Ramalha, descendo a Rua Cidade de Ostrava, vinda da Igreja de Santiago (a Igreja velha de Almada) cumprindo  a tradição.
Antes da urbanização da Ramalha a Procissão chegava à Capela descendo do Pragal, através de uma azinhaga.
A  fachada da Capela da Ramalha vê-se à direita na fotografia.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

O almadense Fernando José Pereira  D´Almeida Ramos, o Faneca, faleceu no dia 02 de Junho de 2019.
O corpo esteve a partir das 17 h do dia 3 na Igreja Nova de Alma, onde muitos jovens dos anos 60 lhe foram prestar a última homenagem, tendo o funeral sido realizado pelas 13h 30m do dia 4 para o cemitério de Vale Flores, no Feijó, onde foi cremado.
O Faneca foi aluno do Externato Frei Luís de Sousa. Tinha 69 anos. Nasceu a 14 de Fevereiro de 1950.

sábado, 1 de junho de 2019

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Mês de Junho é mês de S. João Baptista no concelho de Almada. Em tempos passados , no início da segunda metade do Séc. XX, o programa das Festas era vasto e variado.
Em cima temos a capa e contracapa do Programa das Festas de Junho de 1970.
No interior do Programa lia-se:
- Na noite do dia 21 deste mês de Junho de 1970, pelas vinte e duas horas passa pelas ruas de Almada o GRANDE CORTEJO  "DA  NASCENTE À FOZ DO TEJO".
- Dia 15, Segunda-feira, às 22 horas NOITE DO FADO - O Mondego Saúda o Tejo.
- Dia 18, Quinta-feira, às 22 horas Eleição da "NOIVA DO TEJO".

sábado, 25 de maio de 2019

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Praça da Renovação em 1966. Na imagem temos à esquerda a Avenida de D. Afonso Henriques e à direita o acesso ao Externato Frei Luís de Sousa. Entre estas referências, temos as instalações primeiras do Banco Nacional Ultramarino, com entrada pela Av. de D. Afonso Henriques e para a direita a Estação dos Correios e depois o Café Snack-Bar Arcada e o Radiolar  (estabelecimento de electrodomésticos).

domingo, 19 de maio de 2019

Coisas de Almada e de Gente Que não vive Almada

Almada acompanha os últimos avanços do progresso e desenvolvimento sustentável em imagem suburbana, preservação e conservação do património edificado, público e privado.
Um exemplo do que melhor se faz para tornar uma cidade agradável e atractiva para os cidadãos.
Almada parece ser o que os autarcas desejam que seja. Está na imagem.
 

domingo, 14 de abril de 2019

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Porque estamos em Abril, aqui deixamos uma fotografia feita no dia 27 de Abril de 1974 em Almada, dia de uma manifestação local de apoio ao Golpe de Estado  de 25 de Abril que desencadeou uma posterior revolução política e social em Portugal.
A imagem é na antiga Avenida de D. Nuno Álvares Pereira, junto ao Café Condestável de que se vê esquerda o toldo da antiga esplanada.
A manifestação vinha da Cova da Piedade (Largo 5 de Outubro) subindo a antiga Rua Dr. Oliveira Salazar (com nome já mudado para Rua da Liberdade) entre os dois prédios mais claros que se vêem à esquerda.
De notar na fotografia modelos de automóveis de então: minis e Fiat 600 à direita, Ford Cortina, imagem parcial ao centro e Volkswagen "Carocha" em primeiro plano.

domingo, 31 de março de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

António Alberto Gonçalves Lourenço, o Amigo Lourenço, para quem se  sentava à mesa na esplanada do Rifera na Praça da Renovação  pelas manhãs para tomar a bica, faleceu inesperadamente na sua casa em Almada, no passado dia 24 de Março de 2019 com 67 anos.
Figura simpática a todos cativava pela moderação nas conversas que se estabeleciam entre os presentes na mesa da habitual tertúlia matinal. Normalmente era um dos primeiros a chegar e a sua falta ou ausência era notada já que se tornava frequente perguntar "o Lourenço hoje não veio"?
O Amigo Lourenço comprava sempre um jornal diário que passava aos presentes para ler, depois de fazer  a sua primeira leitura.
Cumpriu o serviço militar na Força Aérea, era frequente contar-nos episódios passados  quer na metrópole quer no ultramar onde esteve em missão de serviço.
Não era natural de Almada, nasceu em Abrantes em 25 de Abril de 1951, mas em Almada granjeou naturais amizades.
O velório realizou-se na Igreja Nova de Almada  a partir das 17 horas do dia 27 de Março de 2019 e o funeral no dia seguinte.

A fotografia é de Luís Filipe Bayó Veiga

quinta-feira, 14 de março de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Na imagem perante a população que se encontrava no local, o Cónego António Gonçalves Pedro à esq e o Padre Manuel Alves Louro à direita acompanham o Arcebispo de Mitilene à Igreja Paroquial da Cova da Piedade onde ia presidir às cerimónias religiosas com a presença da imagem de Nossa Senhora de Fátima quando da sua visita a Almada em 1962.
Os dois edifícios visíveis na imagem ainda existem. O da esquerda (vista parcial) é o palácio de António José Gomes actualmente ocupado por uma colectividade da Cova da Piedade

sábado, 9 de março de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada


Aula prática demonstrativa para alunos do 2º ciclo liceal (provavelmente o 5ºano de 63-64) com a Professora de Ciências Físico-Químicas, Drª Maria Leonor, nos laboratórios do Externato Frei Luís de Sousa.
Reconhecem-se entre outros: Muxagata; António Luís da Silva (Toninho); Jacques Cascais; José António da Costa Esteves;  Costa Leite; José Manuel Fonseca (filho do Eurico da Fonseca), Mário Gonçalves Domingos; Ferraz e Catalão.

terça-feira, 5 de março de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Jorge Coelho da Silva com 90 anos faleceu no dia 4 de Março de 2019. O corpo encontra-se na Igreja Nova de Almada, realizando-se o funeral amanhã 6 de Março de 2019 pelas 14h 30m para o cemitério de Vale Flores, no Feijó.
Jorge Coelho da Silva nasceu em 3 de Junho de 1928. Jogou andebol de 11 no Almada Atlético Clube onde também foi treinador nesta modalidade.
Nos últimos anos foi frequentador habitual da esplanada do estabelecimento Rifera, na Praça da Renovação, onde ia regularmente tomar o seu chá de limão e conviver com amigos e gente conhecida. Era actualmente o sócio nº 1 do Clube de Campismo de Almada.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Transportada numa viatura dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas, a imagem de Nossa Senhora de Fátima chega à Igreja da Cova da Piedade, por ocasião da visita ao concelho de Almada no início dos anos 60.
De costas na fotografia e envergando uma capa preta está o Padre Manuel Louro.