sexta-feira, 28 de junho de 2019

Coisas de Gente Que Não Viveu Almada

O Repuxo" foi mandado destruir em Março de 2007 por gente que não viveu  Almada, para implantar na cidade um comboio que não dignifica Almada e consequentemente descaracterizou a  Praça de Gil Vicente e a cidade.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive almada


No fim da tarde de 23 de Junho de um dos anos da década de 90, a procissão com a imagem de S. João Baptista chega à Capela da Ramalha, descendo a Rua Cidade de Ostrava, vinda da Igreja de Santiago (a Igreja velha de Almada) cumprindo  a tradição.
Antes da urbanização da Ramalha a Procissão chegava à Capela descendo do Pragal, através de uma azinhaga.
A  fachada da Capela da Ramalha vê-se à direita na fotografia.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

O almadense Fernando José Pereira  D´Almeida Ramos, o Faneca, faleceu no dia 02 de Junho de 2019.
O corpo esteve a partir das 17 h do dia 3 na Igreja Nova de Alma, onde muitos jovens dos anos 60 lhe foram prestar a última homenagem, tendo o funeral sido realizado pelas 13h 30m do dia 4 para o cemitério de Vale Flores, no Feijó, onde foi cremado.
O Faneca foi aluno do Externato Frei Luís de Sousa. Tinha 69 anos. Nasceu a 14 de Fevereiro de 1950.

sábado, 1 de junho de 2019

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Mês de Junho é mês de S. João Baptista no concelho de Almada. Em tempos passados , no início da segunda metade do Séc. XX, o programa das Festas era vasto e variado.
Em cima temos a capa e contracapa do Programa das Festas de Junho de 1970.
No interior do Programa lia-se:
- Na noite do dia 21 deste mês de Junho de 1970, pelas vinte e duas horas passa pelas ruas de Almada o GRANDE CORTEJO  "DA  NASCENTE À FOZ DO TEJO".
- Dia 15, Segunda-feira, às 22 horas NOITE DO FADO - O Mondego Saúda o Tejo.
- Dia 18, Quinta-feira, às 22 horas Eleição da "NOIVA DO TEJO".

sábado, 25 de maio de 2019

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Praça da Renovação em 1966. Na imagem temos à esquerda a Avenida de D. Afonso Henriques e à direita o acesso ao Externato Frei Luís de Sousa. Entre estas referências, temos as instalações primeiras do Banco Nacional Ultramarino, com entrada pela Av. de D. Afonso Henriques e para a direita a Estação dos Correios e depois o Café Snack-Bar Arcada e o Radiolar  (estabelecimento de electrodomésticos).

domingo, 19 de maio de 2019

Coisas de Almada e de Gente Que não vive Almada

Almada acompanha os últimos avanços do progresso e desenvolvimento sustentável em imagem suburbana, preservação e conservação do património edificado, público e privado.
Um exemplo do que melhor se faz para tornar uma cidade agradável e atractiva para os cidadãos.
Almada parece ser o que os autarcas desejam que seja. Está na imagem.
 

domingo, 14 de abril de 2019

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Porque estamos em Abril, aqui deixamos uma fotografia feita no dia 27 de Abril de 1974 em Almada, dia de uma manifestação local de apoio ao Golpe de Estado  de 25 de Abril que desencadeou uma posterior revolução política e social em Portugal.
A imagem é na antiga Avenida de D. Nuno Álvares Pereira, junto ao Café Condestável de que se vê esquerda o toldo da antiga esplanada.
A manifestação vinha da Cova da Piedade (Largo 5 de Outubro) subindo a antiga Rua Dr. Oliveira Salazar (com nome já mudado para Rua da Liberdade) entre os dois prédios mais claros que se vêem à esquerda.
De notar na fotografia modelos de automóveis de então: minis e Fiat 600 à direita, Ford Cortina, imagem parcial ao centro e Volkswagen "Carocha" em primeiro plano.

domingo, 31 de março de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

António Alberto Gonçalves Lourenço, o Amigo Lourenço, para quem se  sentava à mesa na esplanada do Rifera na Praça da Renovação  pelas manhãs para tomar a bica, faleceu inesperadamente na sua casa em Almada, no passado dia 24 de Março de 2019 com 67 anos.
Figura simpática a todos cativava pela moderação nas conversas que se estabeleciam entre os presentes na mesa da habitual tertúlia matinal. Normalmente era um dos primeiros a chegar e a sua falta ou ausência era notada já que se tornava frequente perguntar "o Lourenço hoje não veio"?
O Amigo Lourenço comprava sempre um jornal diário que passava aos presentes para ler, depois de fazer  a sua primeira leitura.
Cumpriu o serviço militar na Força Aérea, era frequente contar-nos episódios passados  quer na metrópole quer no ultramar onde esteve em missão de serviço.
Não era natural de Almada, nasceu em Abrantes em 25 de Abril de 1951, mas em Almada granjeou naturais amizades.
O velório realizou-se na Igreja Nova de Almada  a partir das 17 horas do dia 27 de Março de 2019 e o funeral no dia seguinte.

A fotografia é de Luís Filipe Bayó Veiga

quinta-feira, 14 de março de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Na imagem perante a população que se encontrava no local, o Cónego António Gonçalves Pedro à esq e o Padre Manuel Alves Louro à direita acompanham o Arcebispo de Mitilene à Igreja Paroquial da Cova da Piedade onde ia presidir às cerimónias religiosas com a presença da imagem de Nossa Senhora de Fátima quando da sua visita a Almada em 1962.
Os dois edifícios visíveis na imagem ainda existem. O da esquerda (vista parcial) é o palácio de António José Gomes actualmente ocupado por uma colectividade da Cova da Piedade

sábado, 9 de março de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada


Aula prática demonstrativa para alunos do 2º ciclo liceal (provavelmente o 5ºano de 63-64) com a Professora de Ciências Físico-Químicas, Drª Maria Leonor, nos laboratórios do Externato Frei Luís de Sousa.
Reconhecem-se entre outros: Muxagata; António Luís da Silva (Toninho); Jacques Cascais; José António da Costa Esteves;  Costa Leite; José Manuel Fonseca (filho do Eurico da Fonseca), Mário Gonçalves Domingos; Ferraz e Catalão.

terça-feira, 5 de março de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Jorge Coelho da Silva com 90 anos faleceu no dia 4 de Março de 2019. O corpo encontra-se na Igreja Nova de Almada, realizando-se o funeral amanhã 6 de Março de 2019 pelas 14h 30m para o cemitério de Vale Flores, no Feijó.
Jorge Coelho da Silva nasceu em 3 de Junho de 1928. Jogou andebol de 11 no Almada Atlético Clube onde também foi treinador nesta modalidade.
Nos últimos anos foi frequentador habitual da esplanada do estabelecimento Rifera, na Praça da Renovação, onde ia regularmente tomar o seu chá de limão e conviver com amigos e gente conhecida. Era actualmente o sócio nº 1 do Clube de Campismo de Almada.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Transportada numa viatura dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas, a imagem de Nossa Senhora de Fátima chega à Igreja da Cova da Piedade, por ocasião da visita ao concelho de Almada no início dos anos 60.
De costas na fotografia e envergando uma capa preta está o Padre Manuel Louro.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Fotografia de jovens almadenses que tinham por ponto de encontro o antigo Café Central de Almada na segunda década dos anos 60 e primeiros anos 70s, onde estudavam pós período de aulas e que com alguma frequência organizavam jogos de futebol como forma de convívio e camaradagem,  se bem que por vezes até se jogava duro fisicamente.
A fotografia é de 16 de Junho de 1970 no campo de futebol do Clube Desportivo da Cova da Piedade  (Parque Silva Nunes), tempo em que os jovens se juntavam e quotizavam para alugar um campo de futebol partilhar uma bola, interagirem como equipa e com a equipa adversária.
Actualmente, atendendo ao culto do individualismo e competitividade para sobrevivência que vem sendo fomentado, a juventude também é capaz de se juntar em grupo mas cada um a interagir com o seu smartphone ou trocando  mensagens com o companheiro ao lado.
Dos não identificados na fotografia são: em segundo plano da esquerda para a direita 2º Mário O´; 6º Matos, em primeiro plano 5º Anibal.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Ex-alunos do Externato Frei Luís de Sousa confraternizando  nas instalações do Externato por ocasião da comemoração do 10º aniversário deste estabelecimento de ensino.
Da esquerda para a direita: Rodolfo Henriques, João Coelho, Segorbe Luís (Paquito), Magda Pinheiro e Óscar Mascarenhas.
Foto dos anos 60.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Coisas de Almada e de Gente Que Vive Almada

Para avaliar o que é "o progresso" compare-se esta imagem com a do "post" anterior. São do mesmo local e só as separa quase 45 anos. Esta é de Dezembro 2018. Local: Praceta Sebastião da Gama e Av. 25 Abril (ex-Av. Frederico Ulrich).
Como se vê pelo aspecto das mesmas construções, numa foto e noutra, nesta fotografia sobressai a "harmonia" das varandas - fruto do progresso, dos novos tempos, do individualismo e da luta pela sobrevivência - em todas e destacadamente nos prédios em fundo.
Onde está o antigo e o moderno?
Onde está a harmonia e a desarmonia?
Onde está o "bonito " e o "feio"?
Onde está o "bom gosto" e o "mau gosto"?

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Restos do desfile do 1º de Maio de 1974 pelo eixo rodoviário da cidade de Almada, aqui, na Av. Frederico Ulrich e Praceta Sebastião da Gama, depois da desmobilização na Praça de Gil Vicente.
Sobressaem  na  fotografia os cidadãos, os modelos de viaturas (antigas para  actualidade), o 2CV com pelo menos 11  pessoas e a harmonia das construções (prédios), sem alumínios (gaiolas), nas varandas. 
O 2CV veio integrado no desfile.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

 
Imagem de construções e casario existente no Olho de Boi, junto ao cais da Companhia Portuguesa de Pesca, em Setembro de 1979.

sábado, 15 de dezembro de 2018

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Uma turma de alunos do Externato Frei Luís de Sousa, na primeira metade dos anos 60, numa aula de Francês com o seu professor, M. Etienne Pourtallés.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Alunos da Infantil do Externato Frei Luís de Sousa com a sua Educadora em Outubro de 1985

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Coisas de Gente de Almada

Dia 24 de Novembro pelas 15 horas, Luís Bayó Veiga  apresenta o livro "Crónicas d´agora sobre Cacilhas d´outrora", Vol. II,  na Biblioteca da Escola Secundária Cacilhas-Tejo.
Aqui fica o convite a todos os interessados em conhecer melhor Cacilhas.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Costa de Caparica, fachada sul do antigo estabelecimento de banhos Paraíso já desactivado, na última versão antes de ser demolido.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Trecho da Ponte sobre o Rio Tejo no lado da margem sul em final de um dia nos anos 70, pós 1974, quando a denominação Ponte Salazar já havia sido retirada  para passar a ser designada Ponte 25 de Abril.
Como se pode ver a imagem e estrutura da Ponte eram outras (ainda não havia sido reforçada ) e o movimento de viaturas muito menor do que actualmente se verifica.

sábado, 3 de novembro de 2018

Gente Que Viveu Almada

Maria Guinot, cantora, pianista, autora, compositora e intérprete, faleceu hoje com 73 anos, Em 1965 integra o Coro da Fundação Calouste Gulbenkian. Escreveu poemas, contos e ensaio. Em 1984 venceu o Festival da RTP com a  canção "Silêncio e Tanta Gente"  Colaborou em vários programas de Televisão e realizou espectáculos não só em Portugal como no estrangeiro.
Era natural de Lisboa mas viveu em Almada desde tenra idade, onde frequentou o Externato Frei Luís de Sousa em final dos anos 50 início dos anos 60, onde era conhecida por Adelaide Guinot.
Em 1988 publicou o livro de canções e poemas " Esta Palavra Mulher", de que reproduzimos "Mea Culpa - 1":
 
Por tudo o que não fiz
por tudo o que não quis
Mea culpa
por tudo o que perdi
por tudo o que esqueci
Mea culpa
E por esse caminho p´lo qual não vou
mas sobretudo por ser como sou
Mea culpa
p´los anos que desperdicei
por tudo o que não dei
Mea culpa
p´la dôr que não sofri
p´lo remorso que não senti
Mea culpa
E por esse caminho p´lo qual não vou
mas sobretudo por ser quem sou
Mea culpa
P´las palavras que não soube dizer
p´la mão que não quis estender
Mea culpa
p´la ternura que não pude dar
p´lo riso em jeito de esgar
Mea culpa
E por esse caminho p´lo qual não vou
mas sobretudo por ser como sou
Mea culpa
 

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio  em final dos anos 60 da cervejaria Barca d´Alva situada na Praça da República - R. Capitão  Leitão.
Anteriormente, anos 50, era o Café Atlético muito frequentado por almadenses porque em frente situava-se a sede do Almada Atlético Clube no 1º andar do prédio onde existia a carvoaria e taberna do galego Marçal. Neste estabelecimento, Abel Rosa era o homem dos petiscos, no seu local de trabalho à esquerda quando se entrava.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Coisas de Gente Que Viveu Almada

Placa existente na Tôrre da Paz anteriormente denominada Tôrre Salazar, existente na aldeia de Benfeita, concelho de Arganil. Esta Torre foi mandada construir  no início de 1945  por iniciativa de Mário Mathias, natural de Benfeita, com o propósito de anunciar o fim da 2ª Guerra Mundial tocando  um sino a assinalar o fim do conflito armado. Assim aconteceu, no dia 7 de Maio de 1945 quando às 14 horas soaram 1620 badaladas. Um empregado de uma empresa inglesa casado com uma mulher natural de Benfeita telefonou para a aldeia  anunciando o fim da Guerra e na aldeia e arredores todos ficaram a saber que a PAZ era realidade.
O sino, recebeu o nome de Sino da Paz, e segundo a inscrição na placa da fotografia foi fabricado em Almada por Manuel Francisco Cousinha, dono da "Boa Construtora", a Fábrica Nacional de Relógios Monumentais, de Almada. Nele consta a inscrição "ESTE SINO TOCOU PELA PRIMEIRA VEZ A ANUNCIAR O FIM DA GUERRA DA EUROPA EM 1945". Um relógio mecânico especial, construído também por Manuel Francisco Cousinha, acoplado ao sino da Paz faz com que todos anos às 14 horas de 7 de Maio se iniciem as 1620 badaladas, tantas quantos os dias que durou a 2ª Guerra Mundial.
Em peças do  relógio encontram-se gravadas frases alusivas à PAZ tais como: "BENDIGAMOS A PAZ" , "A PAZ SEJA COMNOSCO" e "BENDIGAMOS A VICTÓRIA".
O primeiro nome da torre foi "Tôrre Salazar" já com o propósito de assinalar o fim da Guerra e homenagear o Prof. Oliveira Salazar pela posição que adoptou durante o conflito armado. Pós 25 de Abril de 1974 mudaram-lhe o nome.
 
Manuel Francisco Cousinha era natural de Sobral Magro, freguesia de Pomares, concelho de Arganil. Tinha a sua  Fábrica na Rua Capitão Leitão, em Almada.
 

Para ler  a inscrição na placa basta ampliar a fotografia.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio de 1968 do Café Tropical, no nº 1 da Avenida de Cristo Rei, hoje renovado e com outros proprietários, mais Cervejaria com a sua grande e agradável esplanada de Verão, do que Café, continua a ser uma referência em Almada. É talvez o único café/cervejaria localizado no eixo rodoviário  da cidade que não viu a sua área de esplanada afectada pelas obras para a implantação do comboio MST que destruiu Almada

domingo, 5 de agosto de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

A antiga Av. Bento Gonçalves no sentido descendente, com três faixas de rodagem e no trecho correspondente ao desvio, à direita,  para a antiga Rua de Lopes de Mendonça.
Na fotografia é visível o separador  central com a vegetação então existente.
É uma fotografia de Junho 2006.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Coisas de Gente Que Destruiu Almada

Imagem da destruição avançada da Praça de Gil Vicente em 30 de Março de 2007, que se concretizou no estado actual em que se encontra, como consequência da "adaptação" e configuração da cidade ao despesista e perigoso para a saúde dos almadenses, MST.

terça-feira, 24 de julho de 2018

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

 
Realizou-se hoje pelas 13 h 30m para o cemitério de Vale Flores no Feijó, onde o corpo foi cremado, o funeral da almadense Maria Teresa Almeida Santos Simões Negrão, residente em Cacilhas, antiga aluna do Externato Frei Luís de Sousa no final dos anos 50 e início dos anos 60.
Era sobrinha da Dr.ª Maria  Alice, a professora de Português e Francês.
A Teresa faleceu no dia 22 de Julho de 2018.

terça-feira, 10 de julho de 2018

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

A Bento Gonçalves quando ainda era avenida em Agosto de 2007,  com três faixas de rodagem em cada sentido e arborizada no separador central. Constituía então uma boa e agradável via de entrada em Almada.
Na imagem em primeiro plano temos a via descendente, sentido Almada-Centro Sul.