domingo, 18 de dezembro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Electro-Globo, Lda foi um estabelecimento de electrodomésticos  muito conhecido que existiu em Almada nos anos 50 e 60 do século passado.
Os almadenses mais velhos certamente recordam-se desta casa que ficava logo à esquerda de quem se dirigia da Praça da Renovação para o mercado de Almada, pela Rua de Olivença.
Este cartão anúncio é de 1962.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Durante a missa celebrada na garagem da Beira-Rio, na Cova da  Piedade, pelo Arcebispo de Mitilene, por ocasião da vinda da imagem de Nossa Senhora de Fátima a Almada nos primeiros anos de segunda metade do séc. XX, vêem-se na fotografia o Padre Louro (Manuel Alves Louro) falando aos fiéis presentes e, junto à coluna à direita, sentado, o Cónego Gonçalves Pedro que foi reitor do Seminário de Almada e Director do Externato Frei Luís de Sousa. 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

"Calhandra", cervejaria, café e snack-bar que existiu nos anos 60 na Praça da Renovação, tinha também uma grande esplanada, muito frequentada por clientes/tertúlias almadenses com interesses sócio-comunitários comuns, principalmente durante as tardes e noites quentes de Verão.
No local, actualmente existe uma ourivesaria. Quando encerrou deu lugar ao snack-bar "Xiró".
É um anúncio de 1968.

sábado, 12 de novembro de 2016

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada


Salvador Félix Martins nasceu na Costa da Caparica a 1 de Agosto de 1932 onde viveu. Foi jogador do Sport Lisboa e Benfica ao lado de  Costa Pereira, Palmeiro, Coluna, José Águas e Jacinto, com Otto Glória como treinador.Pelo  Sport Lisboa e Benfica foi campeão Nacional nas épocas de 1954-55 e 1956-57. Ficou conhecido pelo seu potente remate com o pé esquerdo.
Ainda representou as equipas da Cuf , do Belenenses e do Atlético. Após deixar os campos como jogador, foi treinador do Grupo Desportivo dos Pescadores da Costa de Caparica, do Almada, do Cova da Piedade, do Monte de Caparica, do Sesimbra, do Marinhense e do Sintrense.
Salvador não se dedicou só ao futebol. Também teve tempo  para escrever dois livros dedicados à sua Costa de Caparica: “Lanços do Mar Que Arde, da Costa de Caparica à Fonte da Telha", em 2001 e "Caparica Doutros Tempos", em 2004.
Faleceu no dia 23 de Abril de 2013 com 80 anos.
O actual Presidente da Junta de Freguesia da Costa de Caparica, José Ricardo Martins, é seu filho.

domingo, 30 de outubro de 2016

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Vive Almada

Finalistas do Externato Frei Luís de Sousa  de 1964-1965 em Coimbra, no Penedo da Saudade, no dia 9 de Maio de 1965.
À esquerda estão os professores  de Filosofia, Dr. João Afonso Viana da Costa "o Ginjas" e  de Matemática, Drª Maria da Graça.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Lisboa, o Tejo e telhados do Ginjal, tudo visto do miradouro Luís de Queiroz (miradouro da Boca do Vento) em 1978.
Hoje, 38 anos depois, do mesmo local continuamos a observar Lisboa e o Tejo. Telhados do Ginjal já não observamos. Vemos sim, só ruínas, incúria, lixo e degradação no Ginjal.
Foi o resultado de um poder local autointitulado democrático de esquerda, arrogante e autoritário, mais interessado em manter-se no poder do que no desenvolvimento económico e turístico de Almada e do concelho.

domingo, 23 de outubro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Átrio da entrada principal do Seminário de Almada  num postal dos anos 40. O portão que dá entrada a este átrio é o da Rua D. Álvaro Abranches da Câmara. Este grande arco que se vê na imagem fica à esquerda de quem entra pelo citado portão. Através deste arco que dá acesso à quinta, entrava-se num comprido e largo corredor, sempre ladeado com canteiros de flores, acompanhando o muro do Seminário ao longo das Ruas Francisco Foreiro e Fernão Lourenço.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

"Leão das Chaves", uma casa comercial de Almada que resistiu ao efeito triturador dos anos, do falso progresso, desenvolvimento económico e má gestão da cidade de Almada pela autarquia, continuando apesar de tudo, aberta no mesmo local, a servir a população almadense.
É um anúncio de 1968.

domingo, 16 de outubro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Cartão de associado do Club Columbófilo "Os Águias" de Almada, cuja sede ficava por cima da Farmácia Magalhães e ao lado da sede do Clube de Campismo do Concelho de Almada, na Rua Capitão Leitão nº14, frente à sede da Incrível Almadense. A entrada para estes dois clubes era feita pela mesma porta de rua. À data, a numeração dos prédios foi diferente da actual. Hoje aquela entrada tem o nº 8.
Por cá a columbofilia teve muitos adeptos nos anos em que em Almada predominavam as quintas e os cidadãos residentes tinham quintais junto a suas habitações.
Realizavam-se anualmente campeonatos dos columbófilos com largadas semanais de pombos correios dos associados, geralmente aos domingos, em várias cidades do país e em Espanha - Vitória, Burgos, Saragoça, Sória, Lérida.
Na Cova da Piedade também existia um clube congénere.
O cartão é de Março 1958.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada

A equipa de futebol do antigo Clube José Avelino (Cacilhas) no antigo campo de futebol (Parque Silva Nunes) do Clube Desportivo da Cova da Piedade.
Por trás da equipa. vê-se parcialmente a bancada do campo, à esquerda e à direita temos antigas edificações pertencentes à quinta então existente. Estas foram posteriormente demolidas em parte na sequência da construção do acesso ao Centro Sul e IC20 e o que restou, depois.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Almada, local onde foi construído o designado Teatro Azul, na segunda metade dos anos 70. Esta imagem foi captada anteriormente a outra aqui divulgada em 23 de Maio de 2012. Para além de diferenças nas construções em fundo, nesta vê-se o pórtico da Lisnave à direita.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Trafaria em postal da década de 50 junto ao cais fluvial de embarque/desembarque de passageiros e de onde partiam as camionetas da Piedense que faziam a carreira Trafaria-Costa da Caparica-Trafaria.
Actualmente esta área já não dispõe dos estabelecimentos que se vêem à direita, nem tem este aspecto.

domingo, 18 de setembro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada

A fábrica de moagem Gomes no Caramujo, Cova da Piedade, num postal de princípios do Séc XX.

sábado, 17 de setembro de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada


Muros limpos na Rua Cidade de Ostrava - Almada em Fevereiro de 1994. Um contraste com o que vemos agora no local e por todo o concelho de Almada onde não há parede, muro ou fachada de prédio que não esteja vandalizado por gente que manifesta uma  necessidade de auto-afirmação social e um certo narcisismo, poluindo e conspurcando a paisagem.

sábado, 3 de setembro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada



Bar Ondeando e respectiva esplanada, ficavam junto ao restaurante Barbas, na orla da praia da Costa de Caparica. Embora não dispondo das melhores condições de acordo com padrões exigíveis para o caso, constituíam um lugar simpático e agradável espaço para desfrutar, em fim de tarde, de momentos agradáveis em pleno paredão da praia, observando os passantes, a praia, o Atlântico e o pôr-de-Sol da Caparica.
A imagem foi captada quando o desastrado  programa Polis já fazia o cerco ao local.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Durante muitos anos do século passado a recolha e distribuição da correspondência postal no concelho de Almada  era feita por uma viatura dos CTT de cor vermelha - a auto-ambulância postal - com itinerário e horário pré-estabelecido. 
Certamente muitos almadenses ainda se recordam de ver essa viatura estacionar na Praça da Renovação, junto ao marco (de cor vermelha) de depósito de correspondência aí existente, frente à Estação dos CTT. 
Aqui temos o itinerário e horário em vigor  no ano de 1968.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Jantar de rotários de Almada no Restaurante Floresta do Ginjal em Cacilhas, nos anos 50.
Reconhecem-se na imagem os rotários Sr. Azevedo que era dono dos estabelecimentos "Oculista Azevedo", na Praça da Renovação 7-B, esquina da Rua Fernão Lopes e Papelaria Azevedo com entrada pela Rua Fernão Lopes e, o Sr. Rodrigo António Zagallo e Melo, sócio gerente da empresa  Transportes Beira-Rio Lda, na Cova da Piedade.

domingo, 7 de agosto de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Aspecto parcial da Praça de Gil Vicente em Março de 2007 já em agonia, para substituição de toda a sua zona verde e da fonte luminosa pelo trambolho de pedra que serve de apeadeiro ao comboio MST.
O útil deu lugar ao inútil e inestético, que alterou as condições climatéricas e ambientais na zona.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada



Esta ponte, que liga Almada a Lisboa sobre o rio Tejo, completa amanhã,  dia 6 de Agosto de 2016, 50 anos ao serviço dos utilizadores e do país. Foi mandada construir pelo governo de então da República Portuguesa, presidido pelo Prof. Dr. António de Oliveira Salazar e inaugurada no dia 6 de Agosto de 1966 pelo Presidente da República Almirante Américo de Deus Rodrigues Tomás, na presença do Presidente do Conselho de Ministros, de todo o Governo, do Cardeal Gonçalves Cerejeira e outras entidades civis e militares, bem como muito povo.
Foi-lhe dado o nome do Chefe do Governo à data. Portanto ficou a ser designada por Ponte Salazar.
É esta ponte na imagem, embora tendo já recebido posteriormente obras de adaptação para receber via férrea, então baptizada por  Ponte Salazar naquele dia 6 de Agosto de 1966 que completa amanhã 50 anos, os quais estão a ser comemorados.
A designação Ponte 25 de Abril foi-lhe dada após o Movimento das Forças Armadas de 25 de Abril de 1974 ter saído vitorioso.
Portanto, em verdade, não se comemoram 50 anos de uma Ponte 25 de Abril mas, sim, 50 anos da ponte sobre o rio Tejo, inaugurada a 6 de Agosto de 1966, baptizada de Ponte Salazar cujo nome foi mudado depois de Abril de 1974 para Ponte 25 de Abril. 
A futura passagem de comboios nesta ponte sobre o rio Tejo já estava prevista aquando da inauguração. Sob a Praça da Portagem ficou construído o túnel para a passagem de comboios.

domingo, 31 de julho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Os estabelecimentos SPAR de géneros alimentícios e outros produtos para o lar, correspondiam ao que as antigas mercearias vendiam, foram talvez os primeiros ou dos primeiros auto-serviços do género em Almada.
Eram propriedade de Joaquim Cabral que foi um bom enfermeiro, de profissão, antes de se dedicar a esta actividade.
Previamente aos estabelecimentos SPAR, Joaquim Cabral foi dono de uma mercearia localizada onde depois abriu a Pastelaria Páscoa na Av. de D. Nuno Álvares Pereira.
O anúncio é dos anos 60.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada

A banhos na Costa da Caparica, a praia do concelho de Almada,  nos anos 40 do séc. XX quando a "Praia do Sol"  como  então se apelidava a praia da Costa da Caparica era estância de turismo no Verão e atracção para portugueses de qualquer ponto do território nacional gozarem férias.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Folheto anúncio do restaurante "Gonçalves" no Ginjal em Cacilhas e do tempo em que esta zona do concelho ainda conseguia atrair gente de Lisboa, para almoçar ou jantar na margem esquerda do Tejo com uma fabulosa vista para a capital.
Veio o poder democrático local e Almada começou a perder atractivos, a Costa da Caparica a deixar de ser a "Praia do Sol" de outros tempos e o Ginjal a degradar-se, os seus restaurantes a fecharem, até que ficou em ruínas tal qual hoje o vemos.
Não foi por acaso que o centro de Almada deixou de ter vida, grande número de lojas fecharam, os almadenses não se vêem no espaço público e muitos até deixaram Almada.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Vista parcial da Trafaria em postal do início do séc XX - primeira década - onde vê à direita parte da estrada de acesso vindo da Costa de Caparica. Ao fundo é perfeitamente visível a torre da Igreja. 

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Gente de Almada Gente Que Viveu Almada



Realizou-se hoje o funeral do agente da PSP reformado "Nisa", que prestou serviço na esquadra de Almada desde 29 de Abril de 1954  servindo a vila, depois cidade e sua população até à passagem à reforma.
"Nisa" não era seu nome, mas foi com o nome da terra de origem que este cidadão ficou conhecido entre os camaradas da PSP e a população do concelho de Almada, terra que abraçou e onde sempre viveu desde que aqui chegou.
Até há pouco tempo encontrava-se regularmente com almadenses pelas manhãs, na Praça da Renovação, em tertúlia à volta de uma mesa de café.
Tinha 86 anos.

domingo, 26 de junho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Piscina da SFUAP, na Cova da Piedade, em 1966 vendo-se as traseiras do Palácio de António José Gomes, industrial moageiro nascido na Cova da Piedade. Nas traseiras do Palácio ficava a quinta do Palácio. Localmente ainda se podem ver construções da quinta  e duas noras, tudo votado a um lamentável estado de abandono por parte da Câmara Municipal de Almada.
 Após Abril de 1974 o Palácio foi ocupado por forças populares e consta, saqueado parte do recheio.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Há vinte e cinco anos a Procissão de S. João ainda se fazia aqui numa avenida. Depois gente (in)capacitada da inteligência política, achou por muito bem destruir as grandes avenidas de Almada onde decorriam os eventos festivos da cidade.
Actualmente, neste local e em outros da cidade a Procissão percorre corredores de veículos automóveis, porque Almada deixou de ter Avenidas por decisão do município para dilacerar a cidade com uma via férrea dupla no centro do seu eixo rodoviário.

domingo, 19 de junho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Postal fotográfico da margem esquerda do Rio Tejo, anterior a 1981, mostrando uma vasta área com a Praça da Portagem da Ponte Salazar e o monumento a Cristo-Rei. Muitas diferenças quando comparado com uma fotografia actual abrangendo a mesma zona.
A praça da portagem ainda tinha as portagens nos dois sentidos, tendo sido retirado o pagamento no sentido Lisboa-Almada (passou a pagar-se em duplicado no sentido Almada-Lisboa) na governação de Francisco Pinto Balsemão iniciada em 1981.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu Almada

Refeitório do Seminário de Almada em postal enviado por um seminarista a estudar aqui, a um seu superior hierárquico do Seminário de Santarém. Estávamos em Novembro de 1947.

domingo, 5 de junho de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio  publicado no Jornal de Almada em Abril de 1977 a este auto-serviço que foi muito útil à população de Almada de então e não destruiu o comércio local, como actualmente acontece com as grandes superfícies comerciais. Funcionava na cave do Centro Comercial Sommer.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Postal com imagem parcial  onde está hoje a Praça de Gil Vicente em final dos anos 50/início dos anos 60. Todas as construções  em primeiro plano já desapareceram. O edifício ao centro corresponde mais ou menos ao local onde estiveram até há poucos anos os Grandes Armazéns de Almada (tecidos e vestuário) e  uma estação de combustíveis.
À direita onde caminham duas pessoas, o acesso à Rua D. Maria da Silva e Rua Cte António Feio. À esquerda vê-se a entrada da Rua Bernardo Francisco da Costa.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Costa da Caparica, ano 2007, local onde os pescadores guardavam, armazenavam e consertavam os apetrechos de pesca antes da intervenção Polis.

sábado, 14 de maio de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Luís Filipe Bayó e Modesto Viegas apresentam mais um Documentário Multimédia sobre Lisboa no próximo dia 19 de Maio na FNAC - Chiado.
Luís Filipe Bayó vive em Almada e Modesto Viegas residiu e estudou o secundário em Almada.
 
"Não há futuro sem memória!
 
Caminhando pelas ruas das zonas mais tradicionais de Lisboa, olhemos os prédios e as lojas de comércio antigas que ainda sobrevivem, com o respeito que merecem!
Transmitem-nos carácter e uma identidade própria de uma época, através das suas fachadas de azulejos, da singularidade das suas varandas e marquises, da harmonia das suas janelas e portas, das lápides evocativas, das caixas de correio, dos registos religiosos, das placas foreiras, dos números de polícia, das bandeiras de porta, dos “entalados”, dos batentes e campainhas, dos respiradouros, das placas publicitárias, dos relógios de rua, etc…
Sobre este conjunto de pormenores, ameaçados a desaparecerem pela lei inexorável dos tempos modernos, registaram-se milhares de imagens para memória futura.
Mesmo que já conheça alguns, terá agora a oportunidade de conhecer muitos mais."
 
Aqui fica o convite.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Fotografia de Setembro 1979, quando este local, a Fonte da Pipa e envolvente, estava a ser intervencionado com obras de reabilitação e conservação.
Esta fonte secular do concelho de Almada, próxima ao Olho de Boi, teve uma grande intervenção no séc. XVIII (reinado de D. João V), que lhe deu o aspecto actual com as quatro bicas e o brasão.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Vive Almada

Na próxima 4ª Feira, 11 de Maio às 16 horas na ARPIFC em Cacilhas, José António Santos faz mais uma apresentação da sua Magia do Vinil - "Uma viagem pela música dos anos 60".
Uma oportunidade a não perder por quem viveu (e não só) esses gloriosos anos, para lembrar factos, cantores, cantoras e ouvir  música que marcou uma época da geração nascida na e após a 2ª Guerra Mundial - a geração  "Baby Boomer"
A entrada é livre.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Festa de lançamento do Renault 19, na garagem/oficina do então concessionário para o concelho de Almada - Beira Rio Comércio e Industria de Automóveis, Lda - na Cova da Piedade em 1988.
Na fotografia à esquerda está o Sr. Rodrigo Zagallo e Melo, sócio-gerente do concessionário.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

A Rua de Lopes de Mendonça no Pragal, em Julho de 2007, antes de ser mutilada pelo comboio municipal - o apelidado MST - que veio destruir a cidade de Almada e consome anualmente milhões de euros aos contribuintes em indemnização compensatória à concessionária, por falta de passageiros.

domingo, 1 de maio de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Imagem em Almada, na rua Dr. Oliveira Salazar actual rua da Liberdade, da manifestação popular do 1º de Maio de 1974.
A fotografia foi captada a meio do percurso da rua, que fica actualmente após a rotunda do Pombal, no sentido Cova da Piedade-Almada (ascendente). Na época era esse o sentido do tráfego rodoviário.
À esquerda bem como à direita vêem-se edificações que já não existem.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Quando a frente urbana de praias da Costa da Caparica era colorida, natural e não tinha uma paisagem monótona clonada de contentores.
Era a praia das pessoas onde a unicidade de construção não poluía a paisagem nem a mente.
Estávamos  em 1977, quando ainda muitos cidadãos acreditavam em algumas virtudes vendidas por  subinteligências .

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Não deixa de ser uma curiosidade intrigante a diferença entre as fotografias feitas em 1978 à esquerda e 2016 à direita. O local é o mesmo , nº da porta é o mesmo, a entrada do Pátio do Prior  está lá, mas algumas coisas mudaram. Isto é, há coisas que não são as mesmas. A côr da porta é o menos importante, a beneficiação em  torno dos azulejos também não é importante, os cabos de energia eléctrica ou de outra coisa qualquer também não.
O que sobressai é que os azulejos não são os mesmos!
Quem foi o (a) interessado (a) ou zelador (a) pelo património que tomou a decisão de fazer substituir o original por uma má réplica/cópia?
Onde foi parar o original?
Não deixa de ser intrigante como em plena (?) democracia haja quem cuide assim do que é de todos, quando havia muitos anos que aqueles lá estavam.
Terá sido porque os ladrões aumentaram com a democracia? e então ..há que guardar o que  antes nunca tinha sido roubado? Que democracia?
Disseram-nos que após 25 de Abril de 1974 alguém ou um poder democrático de Abril quis tirar de lá os azulejos sem dar cavaco ao proprietário do imóvel. Este avisado fez esse alguém/poder democrático voltar atrás e repor o conjunto que não lhe pertencia? Foi assim? O remate de corte em torno parece sugerir isso.
Não afirmo nada. Digo parece, questiono, faço perguntas, mas isto passa despercebido a muita gente, não existisse/tenhamos visto esta foto de 1978 divulgada agora.
Com as duas fotos lado a lado, 1978-2016, é possível que as diferenças encontradas sejam mais do que sete.
No século passado o vespertino Diário Popular publicava um passatempo com dois desenhos que pareciam iguais, para os leitores descobrirem as sete diferenças entre eles.
Aqui, não há sete, parece ser mais. Será?
Quais terão sido as motivações?

domingo, 3 de abril de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Entrada do Pátio do Prior do Crato, o Pátio da Boca do Vento como foi e é conhecido este local pelos naturais de Almada mais idosos, em fotografia de 1978.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Na Costa da Caparica o estabelecimento de banhos Paraíso, na versão pouco tempo antes das obras do famoso, polémico e inteligente programa Polis.

terça-feira, 22 de março de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

 
 
No final dos anos 60 a Cervejaria Crisógono, na Cova da Piedade, foi ponto de encontro e referência de muita gente do concelho de Almada para refeições e convívio pela noite dentro, a pretexto de beber umas imperiais a acompanhar bitoques, cachorros, pregos, um bife ou mariscos.
Dispunha de um salão no primeiro andar, o salão de banquetes e casamentos, onde em datas carnavalescas ou de fim de ano, eram por vezes organizados bailes e festas por convites entre clientes e amigos.
Encerrou posteriormente a 1974 para dar lugar a uma agência bancária ( União de Bancos ? ) e depois passou a sediar os rituais de uma igreja.
Este anúncio é dos últimos anos da década de 60.

domingo, 20 de março de 2016

Gente de Almada Gente Que Viveu Almada

 
Orlando Avelar faleceu ontem com 94 anos. Seu corpo encontra-se na Igreja de Almada e o funeral realiza-se amanhã pelas 10.00 h.
Orlando Avelar  nasceu em Almada no dia 26 de Julho de 1921. Nesta sua terra foi um distinto desportista no atletismo e no andebol. Foi ainda treinador de andebol no Ginásio Clube do Sul e no Clube Desportivo da Cova da Piedade. Também praticou natação e basquetebol.
No atletismo representou o União Sport Clube Almadense e o Sporting Clube de Portugal. Foi um dos iniciadores da prática de andebol em Almada, representando o Almada Atlético Clube, tendo representado a selecção de andebol de Lisboa e vestido duas vezes a camisola da selecção nacional de andebol em jogos com a Espanha e a Suíça.
Depois de deixar a actividade desportiva, em Novembro de 1957 emigrou para os Estados Unidos da América do Norte, onde foi funcionário da Embaixada de Portugal em Washington. Aqui e com amigos fundou o Clube Português de Washington.
Orlando Avelar era um cidadão de excelentes e naturais qualidades pessoais, admirado e respeitado por todos os que com ele conviviam quer quando praticou desporto, quer nas relações sociais ao longo da sua vida, cultivando sempre e naturalmente a moderação e a modéstia.

sábado, 19 de março de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Rua D. José de Mascarenhas, a rua do "velho" Hospital de Almada na primeira metade do Séc. xx. À esquerda as três primeiras janelas com grades são do edifício dos actuais Paços do Concelho. Neste edifício funcionou o Tribunal de Almada, anterior ao edifício que posteriormente foi construído no então denominado Largo Comandante Sá Linhares (actual Largo Gabriel Pedro).
Também no edifício  dos Paços do Concelho, onde funcionou o Tribunal, a prisão de Almada ocupava o rés-do-chão, correspondendo na fotografia ao piso das janelas com grades à esquerda. Os presos penduravam, através das grades com um cordel, latas que se podem observar na fotografia, a pedirem aos passantes uma moedinha.

terça-feira, 15 de março de 2016

Coisas de Almada e Gente Que Viveu e Vive Almada

As famílias de Cacilhas, Feio e Fernandes assistindo do prédio onde residiam à passagem da  tradicional procissão em honra de Nossa Senhora do Bom Sucesso, no dia 1 de Novembro de 1968.
Este edifício já não existe. Situava-se no local do prédio onde posteriormente funcionou uma loja-oficina de venda e montagem de pneus.

sábado, 12 de março de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Passeio pedonal junto à praia na Costa da Caparica pouco antes do assalto Programa Polis, com as instalações do restaurante "Delícias da Praia" ainda a funcionarem, em primeiro plano.
Ao fundo e à direita vê-se as instalações do antigo banheiro Bexiga e mais atrás o edifício do bar  e restaurante Belo Horizonte.
Foi em Março de 2007.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Boletim de Voto da Lista A - candidatos a Deputados pelo Círculo Eleitoral de Setúbal - proposta pela  Acção Nacional Popular às eleições legislativas de 1973 que se realizaram no dia 28 de Outubro desse ano. Foram as últimas realizadas durante a vigência da   Constituição de 1933.
Nestas eleições foram eleitos 150 deputados para a Assembleia Nacional, todos da Acção Nacional Popular.  A Oposição Democrática desistiu por considerar que não existiam condições para a realização de eleições livres.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

No princípio dos anos 70 era este o aspecto da parte superior do portão da entrada que dava acesso às construções antigas anexas à Capela da Ramalha.
Posteriormente deixaram cair alguns destes azulejos, de vez em quando...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Modelo de bilhete de identidade de estudante, no ano lectivo 1965-1966, utilizado  pela Empresa de Camionetes Piedense, Lda  (privada) para conceder  um bónus de 50% nas suas carreiras dos dias úteis.
Os estudantes usufruíam do desconto em todas as carreira da empresa e percursos.
Este bónus era concedido a estudantes de qualquer grau de ensino e independente da situação económica.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Almada e Cova da Piedade. Para cá do veículo de carga estacionado é Almada, para lá é Cova da Piedade. A fotografia mostra uma parte da Av. Prof. Egas Moniz. As construções antigas à esquerda de que se vêem os telhados já não existem. Eram edifícios de uma quinta pertencente a António Joaquim, um beirão natural de Sorgaçosa, concelho de Arganil, que nos primeiros anos  do séc. XX migrou para Almada.
A fotografia é de Julho 1977.