sexta-feira, 23 de junho de 2023

Coisas de Almada e da Gente Que Vive Almada




Realizou-se hoje 230623 a tradicional Procissão de S. João da Ramalha, da Igreja Matriz para a Capela da Ramalha.
Por mero acaso presenciámos que a Procissão não teve o percurso tradicional. Vimo-la descendo a Rua Fernão Lopes para a Praça da Renovação, rumando à ex-Av. D. Nuno Álvares Pereira até à designada "Rotunda dos Bancos" seguindo depois para o Pragal e descendo a Rua Cidade  Ostrava para atingir a Capela da Ramalha na Rua José Justino Lopes. 
Constituiu uma divergência na tradição em relação ao percurso, desconhecendo-se a razão.
De assinalar no entanto que na frente da Procissão e entre outras bandeiras via-se uma grande Bandeira Nacional (2ª imagem) o que nos parece positivo, independentemente de qualquer interpretação político-religiosa já que a Bandeira de Portugal  constitui factor de unidade nacional e, no contexto actual bem precisamos disso, face á crise que a actual e  lastimável democracia que nos governa vive.
As religiões sempre tiveram uma influência muito grande na vida dos seres humanos e esta apologia  a que actualmente assistimos em que o materialismo se sobrepõe a valores humanísticos e espirituais não  se tem traduzido em mais valias para o bem-estar da humanidade.
A substituição do Deus Universal - qualquer que ele seja - pelo "Deus homem" individualista, invejoso, ambicioso, materialista, dito ateu, sem respeito pelo próximo e sem valores morais e ética social, na prática, não se traduz em melhor qualidade de vida, felicidade terrena e bem-estar da humanidade.
Bem pelo contrário. 
A exploração continua, a miséria aumenta entre nós e no mundo e cada vez há mais seres humanos no globo a viverem miseravelmente, sem água para beber e sem casa e alimentação condignas, enquanto a fortuna de uns quantos (cada vez menos) é elogiada, aumenta escandalosamente e é noticia nos meios de comunicação social do sistema que nos governa local e mundialmente.

Há quem veja na roseira somente os espinhos, mas não devemos esquecer que a roseira também nos dá rosas muito bonitas e cheirosas!

quarta-feira, 21 de junho de 2023

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada


Depois de amanhã, 23 de Junho de 2023, é véspera do Dia de S. João Baptista - o Santo Padroeiro de Almada - dia de realização da tradicional Procissão que leva a imagem do S. João Baptista da Igreja de Santiago para a Capela da Ramalha, onde pernoita, para no dia 24 regressar à Igreja Matriz.
A imagem é de 23 de Junho de 1989. Atrás do andor do Santo, sob o pálio, segue o Pároco de Almada  Pe Jaime Silva (Pároco de Almada desde meio de Outubro de 1971 até Setembro de 1999).
Tradicionalmente esta Procissão incorporava muitos almadenses. Atrás do Pálio seguiam as autoridades civis, as Chefias das Forças de Segurança e a banda de música de uma colectividade. Depois seguia o povo. 
Nesta imagem - a Procissão vem descendo a actual Rua Cidade de Ostrava, chegando à Capela da Ramalha - vemos ainda alguns elementos da PSP atrás do Pálio e jovens Escuteiros fazendo um cordão  de ambos lados do andor. Este é conduzido ao ombro por quatro Escuteiros.
No canto superior direito da fotografia vê-se parcialmente a construção de prédios nesta zona do Pragal, onde os terrenos de quintas cederam lugar a edifícios e arruamentos - a parte nova do Pragal.

quinta-feira, 15 de junho de 2023

Coisas de Almada, Coisas de Gente Que Não Vive Almada

Os autarcas de Almada continuam na senda de ignorar Almada. 
Ignoram militantemente o dever de cuidar de Almada naquilo que é simples e básico: a limpeza urbana para apresentarem e mostrarem uma imagem digna de um cidade limpa, cuidada e urbana.
Não entendem ou não sabem que o seu rosto como autarcas está também na imagem que apresentam de Almada em limpeza e cuidados urbanos.
Fazem precisamente o contrário: mostram Almada suja, com ervas altas em passeios e lixo proliferando pelas ruas, passeios irregulares e danificados, ruas esburacadas, árvores com crescimento irregular porque não são podadas e, espaços verdes que são matagais, como o da imagem onde crescem várias e muitas espécies daquilo que vulgarmente se apelida de ervas.
Talvez a Câmara Municipal em vez de propagandear "Almada Território de Muitos" passe a colocar nestes "seus" espaços tabuletas  "Território de Muitas Ervas".
Isto tudo para além dos grafites e pichações em paredes, muros, casas, montras de lojas e prédios, sem respeito pela propriedade privada e pelo próximo, sem que os agentes de tais acções sejam responsabilizados pelos danos causados e pela imagem de degradação e indigência que dão de Almada e concelho. 
Existe aqui um alheamento total da Câmara sobre uma imagem positiva de Almada, mas obriga os condomínios a limpar, cuidar e pintar os prédios. 
Aproxima-se o dia de S.João e a Câmara vai continuar a gastar dinheiro com o Circo festivaleiro para tentar "encher o olho à população" em vez de cuidar do que é essencial.
Com Circo e bolos se enganam tolos.

A foto foi obtida na ex-Av. Bento Gonçalves/ex-R. Lopes de Mendonça, mas como esta há infelizmente  muitas mais por Almada e concelho.

sábado, 10 de junho de 2023

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Gente Que Vive Almada


Em continuidade  de  publicação, divulgamos  hoje a constituição da  Turma C do 2º Ano 1959-1960 do
Externato Frei Luís de Sousa - Almada. 
Esta Turma tinha como professor de Francês Monsieur  Etienne  Portallés, de nacionalidade Francesa, pessoa muito simpática, que cativou sempre a atenção e admiração dos seus alunos no "Frei", enquanto o 2º Ano Turma B tinha a Drª Maria Alice, que vinha da Turma B do 1º Ano.

terça-feira, 6 de junho de 2023

Coisas de Gente Que Não é de Almada


Isto acontece em Almada há muito tempo. Um repuxo rico em ferro ou o Repuxo do Ferro?
Um repuxo que é uma herança da gestão de Maria Emília de Sousa, elogiada pela actual presidente da Câmara, está neste estado de manutenção e conservação. Fará parte de tal "Futuro" que Maria Emília de Sousa prometeu aos almadenses?
Diga-se a propósito que mesmo funcionando não tem nenhuma beleza nem acrescenta qualquer mais valia a Almada mas agora, abandonado, virou incipiente projecto de espaço verde rico em ferro, mesmo diante de um edifício de serviços da Câmara Municipal de Almada.
Terá passado a ser uma homenagem ao transporte ferroviário que passa em frente e que destruiu Almada?
É um exemplar cartão postal da Almada actual, abandonada.
A Câmara em vez de dar circo aos almadenses deveria dar "pão", isto é, cuidar do espaço público.

sexta-feira, 2 de junho de 2023

Coisas de Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Capa de um disco EP 45 r.p.m. stereo do fadista almadense Júlio de Aguiar, intitulado "Fados do Centro Sul".
Inclui 4 Fados. Face A - Fado Cacilhas e Natal 85, Face B - A Tasca do João Guerreiro e A Minha Sina.
O acompanhamento musical é do Conjunto de Guitarras de Luís Gonçalves.
A fotografia é no Beco do Bom Sucesso em Cacilhas. Vê-se a Torre da Igreja ao fundo e o edifício da cervejaria  "A Cabrinha" à direita.


 

sábado, 27 de maio de 2023

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada


 A Miss (clube) José Avelino, Misinha Durão, cumprimentando a equipa de Futebol do Clube José Avelino (Cacilhas) no Parque de Jogos Silva Nunes na Cova da Piedade - antigo campo do Clube Desportivo da Cova da Piedade. 
Reconhecem-se na foto Jaime Feio e Rodrigo Zagalo.

terça-feira, 9 de maio de 2023

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada


Av. Bento Gonçalves, sentido C.Sul - Almada antes da implantação, no meio, do projecto do comboio emiliano que destruiu não só esta, como também as avenidas 25 de Abril (antes Frederico Ulrich), D. Afonso Henriques, Nuno Álvares Pereira e a Rua Lopes de Mendonça, bem como a cidade Almada, pelo impacte negativo que teve na actividade comercial e económica, na vida social e vivência do espaço público pelas pessoas. 
Um "desastre" para a cidade de Almada do qual ainda não se reabilitou, foi o "Futuro" que a liderança emiliana nos legou e que o actual executivo alimenta e parece promover.
Almada não só perdeu habitantes como não evoluiu e se descaracterizou. Continua sem vida própria, dormitório (embora com menos gente a dormir) e subúrbio de Lisboa.

quinta-feira, 4 de maio de 2023

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Gente Que Vive Almada


No 2º ano do Curso, a Direcção do Externato Frei Luís de Sousa, devido à entrada de novos alunos, constituiu duas turmas com 23 alunos cada uma: a Turma B, inserida nesta postagem e a Turma C.
Lembremos que a Turma B do 1º Ano 1958-1959 já era grande. Tinha 41 alunos. 

segunda-feira, 1 de maio de 2023

Gente Que Viveu Almada


Manuela Bravo, cantora, ganhou o Festival RTP da Canção em 1979 com o tema "Sobe, Sobe, Balão Sobe", representou Portugal no Festival da Eurovisão 1979 realizado em Jerusalém, Israel. 
Ficou em 9º lugar com 64 votos. 
Manuela Bravo de seu nome completo Maria Manuela de Oliveira Moreira Bravo era filha de Loubet Bravo na época um conhecido cantor do fado de Coimbra, nasceu em Queluz em 07/12/1957, residiu em Almada no nº22 da Avenida 25 de Abril, então freguesia de Cacilhas.
A capa de EP apresentado é de 1982 e para além de "Danças e Cantares" inclui também o tema "Para Ti, Amor".


sexta-feira, 28 de abril de 2023

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

O fadista almadense Júlio de Aguiar, conhecido popularmente por "Julinho da Praça", fotografado nos anos 80 no início da Rua Carvalho Freirinha, em Cacilhas, vendo-se atrás o popular estabelecimento local de comes e bebes  "A PETISQUEIRA".
Júlio de Aguiar tinha uma "banca" de produtos hortícolas no Mercado Municipal de Almada, situado na Praça do Comércio, daí ser conhecido por "Julinho da Praça". Era figura muito popular em Almada.
 

quinta-feira, 6 de abril de 2023

Gente de Almada, Gente Que Viveu e Gente Que Vive Almada



Aproveitando e usando de uma oportunidade surgida há alguns anos nos finais séc. XX, em que foi possível transcrever estes nomes por turma, vamos publicando a lista dos alunos (rapazes) que constituíram as turmas do curso liceal 1958 -1965 do Externato Frei Luís de Sousa, Almada, quando neste ano 2023 se completam 65 anos sobre o seu início, não esquecendo os Professores(as) e Funcionários(as),  que então através do seu trabalho, contribuíram para a progressão dos alunos na caminhada rumo ao futuro.
Infelizmente alguns alunos "desta caminhada" já faleceram.
Acaso algum nome esteja incorrecto ou incompleto façam favor de dizer para a devida correcção. 
A Turma A era das meninas.

Espero que nenhum "espirito" ou intelecto progressista, venha aqui levantar problemas de discriminação sexual ou de igualdade/desigualdade de género, como é sintoma de determinada faixa dita progressista.

Para ler a lista, "click" sobre a mesma com a tecla direita do rato e abra link em nova janela.

quinta-feira, 30 de março de 2023

Coisas de Gente Que Viveu e Vive Almada


O Museu da Música Mecânica, privado, localizado em PINHAL NOVO, no concelho de Palmela é propriedade do Dr. Luís Cangueiro que foi professor na Escola Emídio Navarro em Almada entre 1977- 1988 e é residente em Almada.
No museu estão expostas mais de 600 peças desde o séc.  XVIII à primeira metade do séc. XX.
"A colecção é composta por pianos e órgãos mecânicos, realejos, relógios musicais, autómatos, fonógrafos, gramofones e muitas outras peças musicais
Inaugurado a 4 de Outubro de 2016, o Museu da Música Mecânica, convida a uma viagem musical no tempo para ouvir e sentir o som original e único de peças com mais de 100 anos de história e viver bons momentos musicais".
A colecção e património do Museu da Música Mecânica merece uma justa visita,  surpreendendo muita gente pelas muitas  e belas peças expostas, constituindo  um marco muito importante no panorama cultural português, a não perder.

segunda-feira, 13 de março de 2023

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada


 Faleceu nos últimos dias  o Luís Filipe Gonçalves, mais conhecido entre os amigos e companheiros de juventude por Itália.

Frequentador assíduo do antigo Café Central, na Praça da Renovação em Almada nas décadas de 60 e 70, foi aquele entusiasta companheiro sempre pronto para as reivindicações colectivas e tertúlias dos jovens que naqueles anos frequentavam o centro de Almada e o Café Central.
Até há poucos anos, enquanto a saúde permitia, era presença frequente em almoços com companheiros da juventude.
Nesta foto, destacada de um grupo de jovens companheiros do Café Central, vemo-lo de braços abertos  fazendo com os dedos o "V" de vitória, a saudar o 25 de Abril, com o jornal "República" entre as pernas.
A fotografia é de Maio de 1974 à porta do Café Central para a Av. D. Afonso Henriques.

Até sempre, companheiro e amigo Itália.


quarta-feira, 8 de março de 2023

Coisas de Gente Que Não Vive Almada


 
Recentemente uma das paredes de suporte do Viaduto da ex-Avenida Bento Gonçalves sobre a Rua Cidade de Ostrava foi pintada de cor branca.

Como é usual em toda a cidade de Almada onde se encontre uma parede mais ou menos limpa, seja pública ou privada, de imediato é grafitada ou melhor, conspurcada, por gente que vive no e do pleno uso das actuais liberdades democráticas, desrespeitando tudo e todos, dando o seu contributo para que Almada seja talvez a cidade, vila ou aldeia mais suja de Portugal, contando com o prolífero  lixo e deficiente ou nulo cuidar de árvores, zonas verdes e passeios, tudo sob a passividade dos governantes autárquicos.
Isto é Almada "democrática território de muitos"  onde uns quantos têm a liberdade de mutilar a propriedade privada (condomínios, paredes, montras e portas de lojas), sem serem incomodados ou responsabilizados pelos governadores ou autoridades policiais.

Nas fotos acima inseridas temos a referida parede mutilada, (seta preta) onde a Câmara Municipal de Almada (C.M.A.) tem  afixada uma placa (seta vermelha), avisando "AFIXAÇÃO PROIBIDA Coima até 9.000 Contos"(veja-se a ampliação na 2ª foto)
"9.000 Contos " ( ? ) .
Coima, só para quem conspurca a parede com colagem e isenção para grafitagens e pinturas?
Esqueceu-se a C.M.A. de fazer o cambio para euros ou esta placa é só uma antiguidade/brincadeira/decoração, sem qualquer efeito prático,  não tendo o propósito de servir de aviso/penalizar/intimidar/impedir os executantes de expressarem as suas "qualidades artísticas", "ideias", "desejos", "sonhos", "críticas" ou "pegadas pessoais/sociais" em tal local?

ALMADA, talvez, a cidade, vila ou aldeia mais suja de Portugal!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

Coisas de Gente Que Vive Almada


Inserido nas actividades culturais da SCALA (Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada) Luís Bayó Veiga e Modesto Viegas apresentam no próximo Sábado não no "Salão das Carochas" conforme indicado no Convite mas na Sede da SCALA ao lado da Escola Conde Ferreira, em Almada, este documentário multimédia.

A entrada é livre.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

Gente de Almada, Gente que Viveu e Gente Que Vive Almada


O Sr. Carlos Durão na foto, à direita atrás de seu filho, faleceu em 3 de Março de 2022, faria hoje 93 anos.
Em vida, desde alguns anos tinha por tradição no dia de S. Martinho (11 de Novembro) ou após esta data, convidar amigos seus para comemorar o dia, rumando a Setúbal no seu automóvel - passando por Palmela e pela Casa Vinícola Xavier Santana onde revia amigos e fazia compras - para almoço (que oferecia a seus convidados)  num restaurante.
O regresso fazia-se pela Serra da Arrábida com paragem em Azeitão para comer uma Torta acompanhada por Moscatel. 
O Sr. Carlos Durão fez sempre este ritual com a naturalidade inerente à sua personalidade de cidadão, homem simples, bom, honesto e pessoa amiga de seus amigos, sem esperar qualquer contrapartida ou deferência pessoal.
Tivemos o privilégio de nos últimos anos, por circunstâncias naturais e curso da vida, acompanhar o Sr. Carlos Durão (que já conhecíamos há décadas) nesta sua vivência com amigos e em Almada, o que reconhecidamente nos congratulamos.
Antes, outros seus antigos amigos que também conhecíamos, o acompanharam neste passeio anual.
A fotografia de 16 de Novembro de 2018 é do último passeio e almoço em Setúbal que o Sr. Carlos Durão ofereceu a amigos, em que por impossibilidade, foi seu filho Dr. Luís Durão o condutor do automóvel.
Na foto estão os outros dois convidados e amigos do Sr. Carlos Durão, Carlos Portela e Luís Filipe Bayó Veiga.

A fotografia foi cedida por Luís Filipe Bayó Veiga

segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada

Excursão de gente de Almada que frequentava a Rua Capitão Leitão (a Rua Direita) nos anos 50-60, associados da Incrível Almadense, da Academia Almadense e do Almada Atlético Clube.
 A fotografia deve ser do final dos anos 50.

 

domingo, 6 de novembro de 2022

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Anúncio de 1932 da loja Capelista do Joaquim "dos Panos" como era popularmente conhecido pelo povo de Almada o Sr. Joaquim Duarte Ribeiro (1890-1978). Ficava então na Rua Capitão Leitão nº 239.

sexta-feira, 7 de outubro de 2022

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada

Uma outra imagem e perspectiva do antigo edifício do Colégio do Gato, sem gato.
É uma imagem do séc. XX.


 

sexta-feira, 16 de setembro de 2022

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada


Anúncio em 1968 da antiga pastelaria "Dragão Vermelho" que existiu na Praça da Renovação ao lado do Café Central  e que tal como este no Verão, desde que o estado do tempo permitisse, dia ou noite tinha sempre a esplanada cheia  de clientes.
No primeiro andar deste estabelecimento realizaram-se nos anos 60 importantes eventos culturais organizados por almadenses.
Foi também uma referência de Almada entre o final dos anos 50 e a década de 70.


quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada


 Faleceu há poucos meses o almadense Carlos Portela, companheiro de uma Tertúlia que se reunia, antes da "incursão Covid-19", quase diariamente na esplanada do Rifera, na Praça do M.F.A. ( antiga Praça da Renovação), onde geralmente também estavam presentes Carlos Durão, Mestre Zé, António Alberto Lourenço, "Nisa" (agente da PSP reformado) e Jorge Coelho da Silva, para além de outros almadenses.
 Residia em Cacilhas.

domingo, 26 de junho de 2022

Coisas de Almada e da Gente Que Viveu e Vive Almada


 Imagem da Rua de Alvalade na Ramalha, em final de 2005 princípio de 2006,  antes da implantação dos carris para a passagem da linha 2 do comboio apelidado Metro Sul do Tejo (MST).
A fotografia foi feita de poente para nascente.

quarta-feira, 22 de junho de 2022

Coisas de Almada e de Gente que Viveu e Vive Almada


Aproxima-se o dia 24 de Junho, dia de S. João Baptista, o dia de Almada segundo a tradição, também designado pelos almadenses dia de S. João da Ramalha, porque neste dia o Santo sai da Capela da Ramalha regressando à Igreja Matriz - a Igreja de Santiago - junto ao Jardim do Castelo.
É ainda dia feriado municipal.
Em tempos passados e relativamente recentes o 24 de Junho em Almada e no concelho foi sempre um dia muito especial para o povo deste concelho. Por todo o concelho havia festas, bailes, arraiais com ou sem fogueiras e piqueniques familiares ou não. Estes tinham o seu ponto alto nas quintas junto à Capela da Ramalha partilhando os farnéis, de onde saíam ao fim da tarde marchas improvisadas pelos participantes, depois de "bem comidos e bebidos", cantarolando, cujos arcos eram feitos por duas canas verdes enlaçadas no topo  dirigindo-se ao centro da vila, normalmente à Rua Direita, actual Rua Capitão Leitão.
O desaparecimento de naturais do concelho aliado à urbanização, a migração de gente sem raízes no concelho e "a visão" de outras gentes, levaram ao "esquecimento" de tradições e manifestações que eram património deste povo.
Actualmente até a procissão não só perdeu a participação de pessoas acompanhantes como também  de elementos sociais/públicos que se desligaram do povo e de colectividades que então participavam nesta genuína festa do povo. 
A imagem é de 24 de Junho de 2004 na preparação para o início da procissão à saída da Capela da Ramalha.

sábado, 11 de junho de 2022

Coisas de Almada e de Gente Que Não é de Almada



 O estado de degradação do espaço público a que esta autarquia tem votado Almada e o concelho é de um grande desprezo. 
Almada virou lixeira "ecológica".  Para além do lixo nas ruas e no que resta de avenidas, a sujidade de muros, paredes, edifícios públicos e privados com grafitagens, as ruas e zonas residenciais estão ficando cada vez mais "verdes".

É um novo conceito de progresso, "o progressismo", desta "esquerda" que domina Almada, desprezando Almada e o concelho com militante falta de respeito pelos munícipes.
Sim, porque não cuidar da limpeza urbana do concelho é isso mesmo.

Os munícipes elegeram autarcas para gerirem e cuidarem do Concelho. 

Afinal temos autarcas ou administradores-delegados que desconhecem os seus deveres e obrigações?

sábado, 21 de maio de 2022

Coisas de Almada e de Gente Que Não é de Almada

Imagens significativas de um dos muitos subúrbios dentro da cidade Almada, as quais são representativas e traduzem bem o cuidado com que a limpeza urbana no concelho é assumida pela Câmara Municipal de Almada.
Imagens que impressionam quem as vê uma vez e que são de espaço público presumivelmente usado (deveria ser) por seres humanos.
Será que se está a enveredar por uma desumanização dos espaços públicos devolvendo-os ao estado de vida selvagem?
Aqui se caldeia em revoltante promiscuidade (para quem sabe que uma cidade, vila ou aldeia devem ser devidamente cuidadas pelos eleitos)   lixo, ervas secas, espaços verdes(?) e árvores por cuidar, muros sujos e excrementos de animais, com o desleixo/ausência de responsabilidade autárquica...logo, espaços impróprios para serem frequentados e usufruídos  por seres humanos numa urbe.
Almada e o concelho não devem ser só música, folclore político, nem festivais de "Sol da Caparica".
Para Almada ser "Território de Muitos", os moradores e os seres humanos não podem nem devem ser ostracizados e tratados assim.













Mais palavras ou imagens para quê?
Basta circular a pé por Almada e o concelho, com os olhos abertos e não vendados, sem lentes selectivas ou de conveniência. 

terça-feira, 8 de março de 2022

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada


Acesso a Almada a partir do Centro Sul  - o que foi designado depois por Av. Bento Gonçalves - até à Av. D. Nuno Álvares Pereira. Estávamos na primeira metade da década de 70 do Séc. XX.

Fotografia:  J.Santos

 

quinta-feira, 3 de março de 2022

Gente de Almada, Gente Que Viveu Almada


Faleceu hoje com 92 anos o  Senhor Carlos Alberto Pinto Durão.
Ilustre cidadão e Almadense, grande conhecedor da vida e vivências de Almada dedicou parte da sua vida a esta sua terra, quer através da sua actividade comercial, quer  da participação no Ginásio Clube do Sul, em associações culturais e na Santa Casa da Misericórdia de Almada onde integrou os  primeiros primeiros Corpos Gerentes  pós 25 de Abril de 1974.
Mercê dos seus conhecimentos, suas vivências, relações e contactos sociais e de sua extraordinária memória, foi para muitos de nós uma pessoa fundamental para ficarmos a conhecer mais e melhor boa parte do passado e vida de Almada, do concelho e suas gentes. Por isso mesmo, seu nome ficou registado em alguns livros e publicações como fonte,  onde quem  escreveu foi buscar informação.
Obrigado Senhor Carlos Durão.
Até sempre.

O corpo encontra-se na Igreja de Nossa Senhora de Fátima (a nova Igreja da Cova da Piedade - Rua Amélia Rey Colaço 2810-268  Laranjeiro) de onde o funeral sairá às 15.00 horas de sábado, precedido de missa às 14h 30m, para o Cemitério de Almada, no Campo de S. Paulo.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Coisas de Almada e de Gente Que Viveu e Vive Almada

Anúncio do ano 1968 de uma casa comercial que já não existe. Muito provavelmente até a sua localização ou numeração de então (embora o prédio lá esteja) já não corresponda à designação actual, uma vez que em 1968 não havia rotunda nem a Praça Comandante José Bráz. 
A Rua Cabo da Boa Esperança começava mais próximo da então Rua Dr. Oliveira Salazar renomeada após Abril de 1974, Rua da Liberdade.
Duas curiosidades deste anúncio:
- "Bebidas frescas no Poço". Era mesmo isso. As garrafas de bebidas eram colocadas num cesto de verga que descia por uma corda através de uma roldana ao fundo do poço e aí permaneciam durante algum tempo até refrescarem. Uma frescura natural...na falta de frigorífico.
- "1ª Paragem do Bairro", Refere-se à paragem à entrada Bairro de Nossa Senhora da Piedade, também apelidado de Bairro da Piedade da carreira da Beira-Rio  Cacilhas-Bairro-Cacilhas via Cova da Piedade
(havia também a carreira Cacilhas-Bairro-Cacilhas via Almada efectuada pela Piedense). As duas carreiras tinham como destino final no Bairro a Praceta frente à Igreja do Bairro, uma de cada lado da dita praceta.